
“O FrontStage é um espaço exclusivo que criamos para deixar os fãs da banda Rosa de Saron e do cantor Tony Alisson mais próximos do palco. Será um espaço reservado para 400 pessoas ficarem mais perto dos seus artistas favoritos. A outra novidade que trazemos este ano é o Camarote Lounge, um ambiente temático, com serviço de buffet com open food e open bar (água, refrigerante e sucos), além da visita dos artistas”, contou o coordenador do evento, Uerllely Soares.
Os ingressos para o Frontstage serão vendidos em três lotes. O primeiro lote começa a ser vendido nesta quarta-feira (7), o valor para de R$ 25 para cada show. A venda do primeiro lote vai até o dia 23. O segundo lote será vendido no valor de R$ 30 de 24 de outubro a 10 de novembro e o terceiro lote custará R$ 35 reais e será vendido de 11 a 20 de novembro. Já o preço do camarote será de R$ 50 por noite do evento.
As vendas iniciam das 15h nas Livrarias Shalom, que ficam nos Centros de Evangelização da Comunidade Católica Shalom no Cohajap (Rua 1, Quadra E, nº 16 – Cohajap) e Vila Palmeira (Rua Gabriela Mistral nº 1001 – Antigo Mosteiro Beneditino da Vila Palmeira). Para mais informações ligue: (98) 3248-6856 (Cohajap) / (98) 3243-1577 (Vila Palmeira).
Festival Halleluya 2015
A Comunidade Católica Shalom em São Luís promove há 14 anos o Festival Halleluya, evento que mescla dança, teatro e grandes nomes da música católica. Ao longo das 14 edições, o evento já alcançou um público de 500 mil pessoas, 126 shows, 75 litros de sangue doados para o Hospital de Hematologia do Maranhão (Hemomar). Este ano sobem ao palco do Festival Halleluya a banda Missionário Shalom; Davidson Silva; Rosa de Saron; Tony Alisson; Cosme; Gil Monteiro; Ana Gabriela; as bandas maranhenses Shalom Roots e Parresia e muito mais.
Isso só reforça o rótulo que a comunidade Shalon tem perante o povo Católico, o rótulo de elitezinha. Aquelas Senhoras simples das comunidades, que levam a oração muito a sério está agora sendo proibida de chegar perto da elite.
Acho oportunismo puro, segregação, contrassenso ao princípio ”totalmente gratuito”. Não vai dar pra lucrar tanto. Apenas será para acomodar uns incomodados da elite que eram obrigados a ficarem meio ao povão. E tem mais, se eu ver governo do estado e/ou prefeitura ajudando, duvido que desistirão dessa ideia discriminatória.