O testemunho aconteceu na Comunidade Católica Shalom em Salvador /BA
“No meu coração brotou uma grande ação de graças e uma plena certeza de que esta Jornada Mundial da Juventude – JMJ 2013 foi como Deus quis para mim, que Ele cuida de nós e sabe o que queremos”.

A jovem que teve momentos de dúvidas para decidir com qual grupo iria para a jornada relata que por critério de eliminação chegou à decisão de ir com o Shalom. “Confesso que esta era minha última opção, na verdade resisti a esta opção mesmo tendo recebido vários convites, pois algo me incomodava em ir com o Shalom, pois não simpatizava pela comunidade, tinha ainda alguns preconceitos, estereótipos e sentir isso, de fato, me incomodavam muito. No fundo sentia que algo me atraía a esta companhia, algo que eu sentia que deveria experimentar”, explica.
Uma semana antes da JMJ, Isabella, resolveu viver uma novena a João Paulo II, pois não queria viver o evento de qualquer maneira e sim beber da graça que Deus lhe reservava. “Pedi a este Santo querido sua intercessão e companhia nesta jornada para me ajudar a perceber Jesus naqueles que ele iria colocar ao meu lado” comenta.
À medida que a baiana foi vivendo a JMJ, ela foi percebendo a ação de Deus em sua vida, desde a sua saída de Salvador até a chegada ao Rio de Janeiro, levando-a a perceber que Deus age nos pequenos detalhes. Para melhor explicar ela conta que pôde mudar sua visão acerca do Shalom através de um amigo da comunidade. “O Senhor me mandou um amigo (do Shalom) ele foi um sinal concreto, a partir das conversas, das partilhas, do olhar sobre a realidade da fé, de que ali com as pessoas da comunidade eu pude me sentir à vontade”, diz.
Isabella completa dizendo que “pôde acolher o olhar de Jesus sobre mim através dele, do seu testemunho, história, da sua renovação na sua juventude. Pude me acolher como um dom a partir daquela amizade, mesmo em meio às minhas misérias e fui olhando aos poucos cada um deles como um grande dom para mim e me sentia feliz perto deles. Meu preconceito e meu coração fechado foram sendo quebrado, porque quando paramos no preconceito, colocamos um muro entre nós e o outro, eu tinha colocado este muro e desejei, pedi a Deus que fosse quebrado e obedecendo a Ele fui abrindo os olhos”.
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