É um dos maiores festivais da América Latina conhecido como a festa que nunca acaba pois proporciona uma experiência diferente que transforma vidas.
O evento oferece uma estrutura dinâmica para todos os públicos. Várias atividades que acontecem simultaneamente durante a noite nos diversos espaços. Dentre eles, o mais importante é o Espaço da Misericórdia, lugar que anteriormente era chamado de Praça da Misericórdia. É o espaço que “proporciona uma experiência renovada e diferente com a Misericórdia de Deus”, disse Lize Maciel, consagrada da Comunidade de Aliança Shalom, responsável pelo espaço.
No coração do Halleluya encontra-se Jesus Eucarístico, exposto durante toda a noite para adoração. O espaço oferece ainda outros serviços, como confissão, oração e aconselhamento e um curso de preparação para a confissão. Nos anos anteriores, em média, mais de 1000 pessoas passam pelo Espaço da Misericórdia por noite do evento. Algumas que há muito tempo estavam afastadas de Deus são alcançadas pelo Seu olhar compassivo.
“Pessoas que há 20 ou 30 anos não se confessavam saem dali emocionadas por receber o sacramento da reconciliação, a partir disso entram numa dinâmica de oração e experiência com Deus”, testemunhou Lize. “A alegria daqueles que servem no Espaço da Misericórdia é saber que o objetivo foi alcançado: proporcionar uma experiência com o Amor de Deus e trazer para Seu coração aqueles que se afastaram dEle”, continuou.
Além disso, como de costume, será possível visitar o Espaço Vida, Praça de Alimentação, o Brechó, a Arena principal com os diversos shows e espetáculos entre outros espaços de convivência e de oração. Esse ano a organização do evento traz uma novidade: a Loja Halleluya, no 2° andar do Shopping da Ilha. Lá é possível encontrar todos os produtos com a sua marca e artigos religiosos.
A Comunidade Católica Shalom, que organiza o Halleluya, lembra que o evento é gratuito, como em todos os outros anos. “Mudamos de local, mas não modificamos a estrutura do evento que tem como finalidade a evangelização de todos”, disse o Pe. Cledson Reis, coordenador geral do Halleluya.
