Capelão da Formula1, padre Sergio Mantovani declarou: “Me marcou uma frase que Ayrton me disse: ‘Ninguém pode me tirar o amor que Deus tem por mim’”.

Quarta-feira, 30, foi celebrada uma missa no autódromo, em memória a Senna e ao piloto austríaco Roland Ratzenberger, que morreu na mesma pista um dia antes do tricampeão. A cerimônia deveria ter sido realizada na reta em frente aos boxes, mas foi transferida para um salão do autódromo devido ao mau-tempo. Cerca de 300 pessoas, entre fãs e familiares, lotaram o local.
A missa foi celebrada pelo capelão da Fórmula 1, Pe. Sergio Mantovani, que já exercia essa função em 1994. “O Senna sempre rezava antes das corridas. Não consigo acreditar que já faz 20 anos… Eu estava lá quando o acidente ocorreu e me lembro de conversar com ele antes da corrida. Parece que foi ontem”.
Sob as bandeiras de Itália, Brasil e Áustria, Pe. Sergio Mantovani declarou: “Me marcou uma frase que Ayrton me disse: ‘Ninguém pode me tirar o amor que Deus tem por mim’”.
A cerimônia teve também cânticos brasileiros, como “Romaria”, composto por Renato Teixeira, que foi uma das músicas mais cantadas.
A comoção em torno da morte de Senna e de Ratzenberger trouxe melhorias de segurança para este esporte, com retas mais curtas, maiores áreas de escape nas curvas mais perigosas e motores menos potentes.