Jovens de Chaves movimentam a cidade na preparação para o CJS

O Congresso de Jovens Shalom (CJS) está chegando e a Missão de Chaves está contanto os dias. Cinco jovens da obra e dois missionários da Comunidade irão viver esse momento, e a ansiedade só cresce, junto com o empenho nas ações para tornar possível a ida ao evento. Os jovens estão movimentando a cidade com campanhas, vendas, arrecadações e bingos. José Irandi, consagrado da Comunidade de Vida e responsável pela secretaria jovem em Chaves, contou como foi o período de preparação dos jovens. “Foi uma movimentação muito bela, fizemos campanhas, e a grande parte da iniciativa partiu deles. Nós queríamos levar 11 pessoas, mas no final restaram 5, e aí eu pude ver a determinação deles. Não tínhamos nada, mas tínhamos a determinação, o desejo, as orações, e nessa determinação as portas foram se abrindo.” Na última sexta-feira, 18, os jovens realizaram um bingo. Durante a semana saíram pela cidade arrecadando doações com as pessoas, que também abraçaram a ida dos jovens ao CJS. Entre os prêmios arrecadados estavam caixa de chocolate, toalha, porco, leitão, passagem de barco. A comunidade doou também alimentos para serem vendidos durante o evento. A arrecadação possibilitou o pagamento de parte das passagens. “É algo muito positivo, sair do Marajó, sair de Chaves, ir para um Congresso Shalom, fazer parte desse corpo que é a Comunidade Shalom, a Obra Shalom, feita pelos jovens, que embelezam a Comunidade. É algo muito emocionante pra mim. Posso dizer que estou vendo as graças de Deus, fruto de uma determinação, de um querer, ver que é possível. Estou muito satisfeito, muito grato a Deus por essa iniciativa, por irmos, por só 5 jovens da obra de Chaves participarem, já é muito significativo”, disse emocionado Irandi, que acompanhará os jovens na ida ao CJS.

Meu maior desejo é corresponder ao chamado de Deus

Meu nome é Patrício dos Santos, tenho 18 anos, sou de Chaves, Ilha do Marajó –PA e estou indo em missão por um ano para Macapá-AM. Eu conheci o Shalom quando eu era criança, tinha 10 anos. Aqui em Chaves tinha o grupo de adultos e eu vinha com a minha mãe. Esse grupo era misto, e participavam crianças, jovens e adultos. Depois de um tempo ele foi desmembrado e criado os grupos separados de crianças, adultos e jovens. Me atraía muito a atenção e o cuidado que as “tias” tinham com as crianças, eu gostava tanto que esperava durante toda semana que chegasse o dia do grupo. Com o tempo fui crescendo e querendo me distanciar da Igreja, comecei a fazer coisas escondidas da minha mãe, comecei a experimentar de coisas que não eram lícitas para minha idade, ficava até tarde na rua, comecei a me distanciar mesmo de Deus. Comecei a andar com pessoas que me afastaram, e acabei me “rebelando”, não queria participar de nenhum grupo, não queria ir para as missas. Eu voltei para o grupo do Shalom aos 13 anos, quando meu pai viu que eu não estava num bom caminho, não estava com boas influências e disse que queria que eu fosse para o grupo do Shalom, que tinha o grupo de adolescentes. Então meu pai pediu a um missionário do Shalom para ele conversar comigo, me ajudar, e ai eu voltei para o grupo. Foi quando teve aqui o “Virada Radical”, e eu tive a experiência mais forte com Deus, e aí eu comecei a participar mais ativamente do Shalom. Vinha em mim aquele desejo: “Meu Deus, eu quero estar aqui, quero ficar aqui. Sempre que puder eu vou vim para o Shalom!”.  E aí comecei a participar, comecei a vim para o Shalom, vinha na hora do almoço, algumas noites dormia aqui. Em 2015 tinha uma missionária me incentiva muito a entrar no vocacional, e então eu entrei no de 2016. E mesmo antes, quando vinha um missionário para cá eu pensava: “Meu Deus, eu quero isso, eu quero ir embora, quero ir em missão!”. Mas eu tinha muito medo de ter que deixar meus pais, minha família, eu comecei a ter medo de ir embora. Eu pensava: “Tá ótimo aqui, do jeito que tá.” Em 2017 eu estava novamente no vocacional e começou a surgir de novo no meu coração o desejo de ir em missão. Eu tinha ouvido falar nos jovens que iam em missão por um período de um ano, e pensava que queria isso, rezava pedindo isso. Foi então que, em um acompanhamento, o meu acompanhador perguntou se eu já tinha pensado nisso, e eu fiquei assustado, porque eu já tinha pensado e rezado bastante sobre isso. Depois de um tempo, a responsável local, a dona Dilma falou comigo sobre a mesma coisa, e com todo desejo do meu coração eu disse: “Eu quero ir como jovem em missão!” Em outubro eu pedi para ir em missão e a resposta chegou em abril, confirmando a minha ida. Eu quase não dormia esperando a resposta e foi uma alegria muito grande pra mim quando chegou. Hoje meu maior desejo é corresponder ao chamado de Deus. É me ofertar mesmo para missão.

Peregrinação Santo Antônio | Chaves • Maio 2018

Peregrinação de Santo Antônio em Chaves: tempo de fé e evangelização

A Comunidade Shalom em Chaves deu início no último dia 7 à Peregrinação de Santo Antônio. Durante todo mês de maio os missionários da comunidade visitam as casas da região levando a imagem de Santo Antônio e fazendo um momento de oração com as famílias.

Chaves

Shalom Chaves Testemunho Por que fui passar o Carnaval em Chaves, na Ilha de Marajó? NARRATIVAS DE MISSÃO Narrativas de missão: “O Pão doce” Narrativas de missão: “O banho de Maria” Narrativas de missão: Um Rio de Amor Ver Mais Shalom Retiro de Carnaval em Chaves: uma vida nova gerada na fé Crianças e adolescentes do município marajoara: Chaves, têm CompartilharFacebookTwitterGoogle+WhatsappEmail Shalom Divulgada a lista dos selecionados para a Expedição Ribeirinhos – Chaves 2025 Além de atuarem no Espaço de Paz de Cha CompartilharFacebookTwitterGoogle+WhatsappEmail Shalom Biblioteca do Espaço de Paz será inaugurada em outubro; Saiba como ajudar Durante o mês de setembro, o Espaço de Paz CompartilharFacebookTwitterGoogle+WhatsappEmail Shalom Voluntariado Shalom divulga lista oficial de selecionados para Expedição Famílias em Chaves (PA) Esta é a primeira ve CompartilharFacebookTwitterGoogle+WhatsappEmail Testemunho Uma família à serviço dos jovens Casal macapaense optou por comemorar os 10 anos de matrimônio servindo em um seminá CompartilharFacebookTwitterGoogle+WhatsappEmail Testemunho Nossa Senhora me fez vir aqui, ela a Virgem Marajoara que aponta pro Divino Semeador, para Cristo Então Deus, por meio d CompartilharFacebookTwitterGoogle+WhatsappEmail Testemunho Há 13 anos em Chaves: Aqui aprendi a amar! Testemunho de Dilma França, Responsável Local da missão Chaves, que comple CompartilharFacebookTwitterGoogle+WhatsappEmail Testemunho Faço parte da fecundidade da Missão Chaves Viviane coordenadora do Espaço de Paz e Voluntariado, partilha deste tempo CompartilharFacebookTwitterGoogle+WhatsappEmail Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adrielle Nogueira (@adriellenogv) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Shalom Chaves (@shalomchaves) Campanha Dia das Crianças 2023 Voluntariado no Espaço de Paz Chaves Chaves Av. Othon Pinheiro – Chaves, PA, 68880-000, Brasil Instagram Email

Campanha vida quero mais

Virada Radical – SVES para adolescentes

Shalom realiza encontro de Semana Santa em comunidades ribeirinhas

A Comunidade Shalom, localizada no município de Chaves, na Ilha de Marajó, realizou na última semana de Semana Santa o Encontro nas comunidades ribeirinhas do Ubussutuba. O encontro teve início no Domingo de Ramos, e depois a continuação na Quinta-feira Santa. A programação contou com a procissão de Ramos, a celebração do Lava-Pés, a veneração da Cruz, a meditação da Via Sacra, noite de louvor e formação, abrangendo todos os públicos: jovens, crianças e adultos. Cerca de 140 pessoas participaram. A meditação da Via Sacra, um dos momentos mais emocionantes do encontro, foi apresentada por jovens participantes de grupos de oração na sede de Chaves, que viajaram junto com a Comunidade Shalom. As crianças contaram com uma programação paralela, em que puderam vivenciar de forma lúdica todas as celebrações, desde a procissão de Ramos até veneração da Cruz. Durante o evento, houve vários momentos de testemunhos. As pessoas falaram da importância de estarem participando pela primeira vez de um retiro da Semana Santa, que não ocorre anualmente nas comunidades ribeirinhas devido ao difícil acesso e a carência de sacerdotes no Marajó. Darialva, dirigente da Comunidade do Piratuba, relatou que as formações ajudaram-na a viver a Semana Santa com o verdadeiro sentido. Ela havia afirmado que não poderia celebrar sozinha com a comunidade por não saber o porquê da celebração do Lava-Pés e das outras celebrações, como a vivência do silêncio da Sexta-Feira. Relatou também que, até então, sabia que a sexta-feira era um dia em que não se podia ligar a televisão nem o rádio, que deveria pedir a bênção aos avós e o perdão aos pais e aos irmãos, como mandava a tradição, aprendida com sua avó. Viviane Barbosa Edição: Emanuele Sales

Missa pelos enfermos_ Março/2015

Sexta-feira Santa na Comunidade Ribeirinha do Ubussutuba

Doar