Goleiro brasileiro do Valencia fala da sua forte devoção a Nossa Senhora Aparecida

Ele joga no Valencia, da Espanha. Pega pênaltis com uma frequência assombrosa. Contraria os estereótipos dos jogadores de futebol. E usa luvas especiais, com a imagem da padroeira do Brasil. Diego Alves é considerado um dos melhores goleiros do mundo, faz parte da Seleção verde e amarela e entrou na mira do poderoso Barcelona.     Depois de passar pelo Botafogo-SP, ele ajudou o Atlético Mineiro a voltar para a elite do futebol brasileiro. Em junho de 2007, foi para o Almeria, da Espanha, onde, apesar de recebido com ceticismo generalizado, ganhou rapidamente a confiança da torcida – e a atenção dos grandes clubes. Em 2011 foi contratado pelo Valencia, onde cresceu muito em experiência e na reputação de “muralha anti-pênaltis”: desde que chegou à Espanha, ele neutralizou 12 de 24 cobranças, ou seja, pegou nada menos que 50% dos pênaltis marcados contra seu time. É um percentual surpreendente e sem equivalentes. Mas a sua fama vem também de fora do campo. Diego Alves é conhecido no país ibérico não pela grande quantidade de tatuagens nem por algum relacionamento amoroso midiático, mas pela fé cristã profunda. No dia de sua apresentação no Valencia, interrogado pelos repórteres, ele não teve medo de declarar: “Nossa Senhora sempre me acompanha. Eu sou uma pessoa muito religiosa e ela vai estar sempre comigo”. Diego Alves nutre uma forte devoção a Nossa Senhora Aparecida, testemunhada pelos dois beijos que, antes de cada jogo, ela dá na sua medalha do Santuário Nacional, onde o papa Francisco, em sua primeira viagem internacional, consagrou o seu pontificado. “É um presente da minha tia, que era muito religiosa. Eu estava passando por momentos difíceis na minha vida”, contou Diego durante um encontro com jovens católicos espanhóis. “Ela me deu essa medalha e essa medalha me deu conforto. Passei muitas coisas boas e comecei a conhecer mais sobre Nossa Senhora”. Ele decidiu estampá-la nas luvas: “Estou sempre com ela em todos os jogos, ela me dá segurança e serenidade”. Além de Nossa Senhora Aparecida, a presença da família também foi fundamental na carreira de Diego Alves. Ele mesmo relata: “A família é a maior e mais importante certeza que nós temos. Para mim, ela foi a base de tudo. Se eu estou aqui e tenho uma cabeça em cima do pescoço, é graças à minha família”. No mundo milionário da bola, as palavras de Diego Alves soam anormais. Mas, se olharmos de perto, veremos que há muitos jogadores que, em vez de se entregar aos prazeres efêmeros do sucesso, preferem voltar o olhar para cima. São numerosos, e não só procedentes da América do Sul, os jogadores que pertencem aos Atletas de Cristo, associação de inspiração evangélica. Muitos outros são católicos. A mídia espanhola já destacou a fé do experiente atacante paraguaio Roque Santa Cruz e de Jesús Navas, cujas caneleiras dizem que “Deus é amor”. Na Itália, é conhecida a fé de Javier Zanetti, histórico capitão da Internazionale, que criou uma fundação para ajudar os pobres do seu país, a Argentina. É também argentino o ex-jogador de futebol Abel Balbo, devoto de Nossa Senhora de Luján, que tinha a imagem dela estampada em sua braçadeira durante o período em que foi capitão da Roma. Um caso parecido com o de Diego Alves. São gestos explícitos, que mostram que nem todos os jogadores decidiram servir ao dinheiro. Federico Cenci  Fonte: ZENIT

Shalom em Granada comemora um ano de fundação

A Comunidade Católica Shalom em Granada, na Espanha, completou um ano de fundação na quinta-feira (23). Para comemorar, foi realizada “noite de louvor” diante do Santíssimo Sacramento na Igreja Sán Antón, onde a Comunidade promove semanalmente adoração à Sagrada Eucaristia. Granada conta com cinco membros do Shalom (dois da Comunidade de Aliança e três da Comunidade de Vida). Neste primeiro ano, eles se dedicaram à aprendizagem do idioma e ao conhecimento dos costumes e modo de vida no lugar. A missionária Luzia Rafaella destaca o auxílio da providência divina: “Experimentamos o acolhimento da Igreja local e a grande graça de ser, como Shalom, uma profecia para o povo europeu”. Os missionários coordenam dois grupos de oração às terças e quartas-feiras e a adoração ao Santíssimo Sacramento às quintas-feiras. Já participaram de importantes atividades na Diocese, como o Dia da Vida Consagrada e a Jornada de Pastoral Juvenil, que reuniu centenas de jovens de toda a região sul do País, no mesmo período da JMJ no Rio de Janeiro. “Nos impressiona a quantidade de jovens que vivem e estudam em Granada.  Nesse encontro, além de servir como voluntários, ministramos oficina de música e dança Shalom. Foi uma experiência belíssima: os jovens sabem ser alegres, sabem dar ao Senhor o melhor de si, basta que os ensinemos e caminhemos com eles”, conta Rafaella. A história de Granada guarda importantes relações com a fé católica. O território foi conquistado pelos reis católicos Fernando de Aragão e Isabel de Castela no século XVI. Ambos são recordados pelo apoio incondicional que deram a Cristóvão Colombo na busca pelas Índias Ocidentais, missão que o levaria a descobrir a América. “O que temos a declarar é o nosso louvor a Deus que nos concede o imenso privilégio de testemunhar o Seu amor para um povo de raízes tão cristãs, mas que tem se esquecido disso”, conclui a missionária. Unidos à Igreja A missão do Shalom na cidade foi fundada a pedido do arcebispo dom Javier Martínez, que em 2011 recebeu a Comunidade em sua arquidiocese, em preparação para a Jornada Mundial da Juventude de Madri. Em julho de 2012, o religioso esteve em Fortaleza e participou do Halleluya, festival  de artes integradas com foco na evangelização dos jovens. É o maior evento promovido pelo Shalom, no que diz respeito à estimativa de público (chega a reunir 1 milhão de pessoas em cinco dias).   Conheça mais sobre o Shalom em Granada aqui. Emanuele Sales

Os médicos recomendaram abortá-lo, mas sua mãe não quis

Ignacio nasceu sem parede abdominal, mas hoje, aos 10 anos de idade, toca violoncelo e gosta de nadar “Vivo e muito vivo!”: este é o título do artigo de Arturo Espinosa, publicado pelo jornal espanhol ABC, que conta a história do seu neto Ignacio: “Uma má-formação levou o menino a nascer sem parede abdominal, ou seja, com o fígado, o intestino e o estômago expostos”. “Hoje, 10 anos depois, ele não está vivo: ele está muito vivo! Graças a Deus e também aos cirurgiões e neonatologistas do hospital La Paz que o ajudaram”, explica o orgulhoso avô, que mostra como seu neto toca o violoncelo: “Imaginam a felicidade que é, para um avô, ouvir seu neto interpretando Carmina Burana, de Carl Orff, no Auditório Nacional de Música de Madri?”. Seu artigo termina sendo demolidor: “Ativistas do Femen (grupo feminista, N. do T.): vocês jamais poderiam desfrutar em um caso semelhante, porque teriam impedido o nascimento desta criança”. A história de Ignacio San Juan é impressionante. Sua mãe, Marta Espinosa, explicou à rede COPE como viveu os primeiros momentos: “Quando fiquei grávida pela primeira vez, em uma das ecografias encontraram uma má-formação que era muito estranha e pouco frequente”. E acrescenta: “Disseram-me que o menino ia morrer e que não havia possibilidade de ajudá-lo”. Marta explica a má-formação do seu filho: “Estas crianças não fecham a barriga. Tudo o que está dentro do abdômen (fígado, intestino, estômago) fica fora da barriga. Primeiro me disseram que era muito difícil que a gravidez chegasse até o fim, e depois, que seria muito difícil seguir adiante”. Ela conta que Ignacio era um caso para aborto, mas mostra sua gratidão por “encontrar pessoas que nos contaram objetivamente como as coisas funcionavam e que haveria possibilidades de curá-lo”. Foram anos duros. “Assim que ele nasceu, tiveram de colocar uma espécie de bolsa, que introduzia os órgãos na barriga. Dez dias depois de nascer, puderam fechá-lo e, durante anos, ele usou uma sonda pela qual introduzíamos a alimentação. Aos 4 anos, ele teve uma obstrução intestinal e tiveram de operá-lo novamente”, explica Marta. Hoje, Ignacio tem 10 aos, toca violoncelo e gosta de nadar. Ele mesmo fala das suas lembranças: “Lembro que, aos 4 anos, colocaram uma gastrostomia em mim. E colocavam a comida dentro dela. Depois de entrar no mar, tinham de trocá-la”. Seu avô Arturo explica: “Ele não é um atleta, mas devo reconhecer que nadar, assim como conhecemos, ele faz bem melhor que eu. No mar e na piscina. E digo isso com muita satisfação. Com muito orgulho, digo à minha família e aos meus amigos que este menino ainda fará algo grande na vida”. Fonte: Aleteia

Filme Exodus: Divulgada primeira foto do ator Chrisitan Bale como Moisés

A paisagem de Serra Alhamilla na Espanha converteu-se no Egito foi eleita para transladar a primeira imagem oficial do filme Exodus (ainda sem tradução ao português), a superprodução bíblica que dirige o renomado diretor Ridley Scott na que o ator Christian Bale encarna o personagem de Moisés. A imagem, tomada durante a filmagem na província espanhola entre outubro e novembro, pouco antes de que a equipe se deslocasse até Fuerteventura, mostra o ator representando Moisés sobre seu cavalo negro junto a uma multidão de escravos israelenses trabalhando para edificar as colossais construções egípcias. A revista Empire foi a primeira publicação a divulgar esta imagem do protagonista. Christian Bale segue assim os passos de Charlton Heston que deu vida ao profeta Moisés na mítica produção “Os 10 mandamentos” dirigida por Cecil B. De Mille. Exodus relata a história bíblica do menino órfão de origem hebreia que cresceu sob a tutela do faraó do Egito e que foi eleito para guiar o povo do Israel rumo à sua libertação e empreender seu êxodo através do deserto. A rodagem do filme, estendida durante mais de um mês em Almería e que se encontra agora na ilha canaria de Fuerteventura, paralisou-se por ocasião das festas natalinas. Nele participam também outros rostos conhecidos como Aaron Paul (Breaking Bad), Sigourney Weaver (Avatar), Joel Edgerton (Warrior) e Sir Ben Kingsley (A invenção de Hugo Cabret). Depois da paralização natalina a rodagem terá reinício em Fuerteventura onde permanecerá durante mais alguns dias. As cenas que rodadas em Fuerteventura levam um investimento direto de cerca de três milhões de euros. No caso de Almería, empregaram-se mais de 3.000 atores e atrizes extra levando à contratação de 500 pessoas para a assistência. O impacto econômico que deixa o filme no país é de 43 milhões de euros. A data de estreia do filme ainda não foi oficialmente divulgada.   Fonte: ACI

Barcelona tem o melhor sistema de bicicletas urbanas do mundo

Barcelona pode se gabar de ter o mais bem sucedido programa debicicletas urbanas do mundo, segundo um relatório publicado na quinta-feira, em Washington, que explica os segredos de se conseguir com que mais gente passe a adotar o transporte sobre duas rodas. O programa de bicicletas da cidade mediterrânea espanhola conta com uma média de 10,8 viagens por bicicleta e 67,9 trajetos por morador, destacou o Instituto para Transporte e Desenvolvimento de Políticas (ITDP), uma organização de pensamento estratégico sediado na capital americana. Outras cidades que pedalam bastante – entre os 400 sistemas existentes de serviços com 700.000 bicicletas – são Lyon, Cidade do México, Montreal, Nova York, Paris e Rio de Janeiro. Pouco conhecidos dez anos atrás, os programas de bicicletas urbanas se expandiram rapidamente em todo o mundo e um número estimado entre 400 e 600 cidades – de grandes a pequenas – lançaram sistemas do tipo e muitas outras planejam fazê-lo no futuro próximo. “Não estamos dizendo que nenhum (destes sistemas) seja melhor do que o outro”, disse Colin Hughes, diretor de política nacional e avaliação de projetos do ITDP. “A questão principal é que estes esquemas estão demonstrando um alto impacto real na mobilidade das cidades onde são implantados – há uma grande quantidade de pessoas usando-os – e são bastante rentáveis”, disse Hughes à AFP. “O investimento público realmente vale a pena aqui”, prosseguiu. Cidades do futuro com qualidade de vida Para o informe “O guia dos programas de bicicleta de uso livre”, o ITDP compilou dados de esquemas de bicicletas urbanas do mundo todo para estabelecer pela primeira vez o que precisa ter uma rede de aluguel de bicicletas bem sucedida. Alguns pontos são óbvios, como que sejam “confortáveis, bicicletas para andar pelas cidades”, especialmente desenhadas para impedir o roubo, bem como fáceis de usar, sistemas automáticos de cadeados nos postos de devolução e preços atraentes para incentivar o maior uso possível. Mas o que é especialmente importante, destaca o informe, é “uma extensa rede de estações… Com distância média de 300 metros” entre elas. “Recomendamos entre 10 a 16 estações por quilômetro quadrado e de 10 a 30 bicicletas para cada 1.000 moradores em uma área de cobertura”, afirmou Hughes. “Faz-se uma escala das estações por área e em seguida se estuda o número de bicicletas nas estações com relação ao número de pessoas que está morando ali”, acrescentou. Outro elemento fundamental é o uso de tecnologia móvel para fazer um acompanhamento da disponibilidade das bicicletas em tempo real e compartilhar estes dados pela internet, em smartphones, telas de computador e postos de devolução ou empréstimo de bicicletas. Uma lição que algumas cidades, como Washington, aprenderam com dificuldade ao lançar um sistema com poucas bicicletas e poucos lugares para deixá-las. “Tendemos a ver que os sistemas que são mais bem sucedidos não começam em pequena escala”, afirmou. “Quando se inicia um esquema, este é o tempo mais valioso. Este é o momento em que se geram notícias. É a primeira vez que você está expondo ao público o seu sistema e o que realmente quer é que as pessoas tenham uma primeira experiência realmente positiva”, prosseguiu. Também têm que haver ciclovias, embora Hughes tenha apontado que a popularidade do sistema de bicicletas tende a incentivar a expansão da infraestrutura de duas rodas nas cidades. Para o futuro, Hughes prevê um contínuo aumento dos programas de uso livre de bicicletas no mundo em um momento em que as cidades abraçam o conceito de uma cidade do século XXI, apresentando-se como locais interessantes para viver, trabalhar ou investir. “É uma pista, uma forma de dizer, ‘esta é uma cidade que valoriza aqualidade de vida’… Esta é a razão pela qual algumas grandes empresas se alinham para patrocinar estes sistemas, porque as bicicletas de uso livre têm uma imagem positiva”, afirmou. Fonte: Aleteia/ MSN, em Programa Cidades Sustentáveis)

A companhia, melhor presente de Natal para os idosos

A solidão e o abandono são fatores que intensificam os males dos idosos: problemas de saúde, diminuição da autonomia, dificuldades econômicas… “Amigos das Pessoas Idosas”, uma ONG de voluntários nascida em Barcelona, acredita que o melhor remédio para lutar contra esses problemas é a amizade, entendida como um vínculo nascido de um carinho que cresce entre duas pessoas. A amizade é livre, e livre é o vínculo compartilhado entre voluntários e idosos. “A solidão não desejada continua sendo um dos grandes problemas de nossa sociedade. Trata-se de um problema invisível, já que as pessoas idosas sofrem isoladas dentro de suas casas. A solidão tem efeitos devastadores nas pessoas que sofrem”, afirma Albert Quiles, diretor da ONG. “Consideramos que é possível mudar essa situação. Chegou o momento de dar um passo adiante para transmitir amizade, calor humano e dignidade a muitas pessoas idosas”, diz Quiles. Natal em companhia O Natal é uma das épocas do ano em que o sentimento de solidão dos idosos se agrava. A recordação das pessoas queridas que já partiram e os momentos de alegria vividos em família passam a ser apenas lembranças. Para aliviar essa situação, o programa de voluntariado “Um Natal em companhia” mobiliza adultos e jovens para que aumentem as visitas às pessoas idosas durante as festas natalinas. Passar um pouco mais de tempo com essas pessoas ajuda a diminuir o sentimento de solidão. O programa também promove que as famílias acolham um idoso em alguma refeição de Natal. Segundo Albert Quiles, o problema da solidão dos idosos deve virar notícia, pois é um tema urgente que precisa ser enfrentado pela sociedade. “Nossa tarefa de sensibilização chega a vários âmbitos, como por exemplo as escolas. E deve ser um objeto da consciência cidadã de cada um”.   Fonte: Aleteia

O que o marido pode fazer durante a gravidez da sua esposa?

Algumas dicas para que os homens apoiem suas esposas ao longo desta emocionante aventura A mulher, por ser a portadora da nova vida, tende a se envolver mais no processo da gravidez; no entanto, o papel do pai no período de gestação é fundamental, tanto para o bem-estar do bebê quanto para a estabilidade emocional da mãe.O ambiente emocional da mulher grávida é determinante; toda situação adversa pode afetá-la. É por isso que o acompanhamento do marido é um suporte importante, o que também influenciará o bebê – não só no período da gestação, mas em seu desenvolvimento físico e emocional depois do nascimento. Estas são algumas dicas para que os homens acompanhem suas esposas nesta emocionante aventura: Acompanhá-la nas consultas médicas, bem como nos exames pré-natais. Dessa forma, o pai manifesta interesse pela gravidez, buscando sempre demonstrar toda a disponibilidade que a grávida merece. Dar-lhe segurança, apoio e confiança. Ao invés de ser motivo de dores de cabeça, os maridos devem se esforçar por dar atenção às esposas, compreendê-las e evitar o estresse. As mudanças físicas, hormonais e emocionais da gravidez podem fazer que a mulher se torne mais sensível, razão pela qual ela vai precisar de mais compreensão, companhia e carinho. Informar-se sobre a gravidez. Os livros e outros materiais sobre a gravideznão são exclusivos para as mães; os pais também precisam entender do tema, para compreender melhor suas esposas e conhecer detalhadamente todo o desenvolvimento do bebê. Velar pela sua saúde. Além de acompanhá-la para que realize atividades físicas e incentivá-la a ter uma alimentação saudável, cuidar da sua saúde também exige deixar de lado alguns hábitos que possam afetá-la, como, por exemplo, fumar. Ajudá-la a descansar. Geralmente, a mulher precisa conjugar seu emprego com as tarefas da casa, as consultas médicas e demais compromissos, o que pode deixá-la esgotada. Por isso, levando em consideração que o estresse não é um bom amigo da gravidez, o pai pode ajudar a mãe mais do que de costume em algumas tarefas, como limpeza da casa, compras etc. A ideia é buscar aliviar um pouco o peso que a mulher carrega. Conversar com o bebê. Os especialistas recomendam que o pai converse com o bebê e acaricie a barriga da mãe, para ir criando conexões entre pai e filho. Comunicação permanente. É importante que o homem escute a mulher, que a deixe exprimir seus sentimentos e temores e que se apoiem mutuamente. Acompanhá-la no parto. Alguns homens têm medo de presenciar o momento do parto, mas não há necessidade de observar diretamente o momento em que a mulher dá à luz; basta dar-lhe apoio nesse momento. Além disso, o marido é a única pessoa que pode compartilhar com a esposa este acontecimento tão especial e único em suas vidas. (Fonte: Aleteia/ Publicado originalmente por LaFamilia.info)

20 cristãos morrem por dia, quase um a cada hora

A Fundação para a Análise e os Estudos Sociais (FAES) divulgou recentemente o relatório “A perseguição dos cristãos no século 21″, elaborado por Javier Rupérez, membro da Real Academia de Ciências Morais e Políticas. “Os cristãos, mais do que qualquer comunidade religiosa, são hoje um grupo perseguido e ameaçado, urgentemente necessitado de proteção e ajuda”, explica Javier, em uma seção intitulada “Fatos e opiniões”. Nesta seção do relatório, ele aborda numerosos artigos, estudos e opiniões, e mostra os acontecimentos ocorridos em agosto de 2008 em Orissa, com 57 assassinatos e mais de 50 mil refugiados; em outubro de 2010, em Bagdá, com 52 mortos; em setembro de 2013, com os ataques de Boko Haram na Nigéria e os 142 mortos que foram deixando em seu caminho. “São amostras especialmente violentas de uma tendência conhecida e multiplicada ao longo da época contemporânea, e não podem ser entendidas como manifestações isoladas e insignificantes”, explica Javier, destacando que “os seguidores de Jesus Cristo assassinados no Iraque, na Índia e na Nigéria não se destacavam por sua participação em ações sociais ou políticas de nenhum tipo”. Segundo explica o pesquisador, a estes acontecimentos é preciso acrescentar outros, “igualmente cruéis e contundentes, ocorridos em países e regimes que têm o ateísmo como crença estatal e a perseguição religiosa como norma”. Na segunda parte do relatório, são expostos os números de vítimas, e destaca-se que 75% da população mundial sofre restrições no exercício da liberdade religiosa. Com relação à perseguição cristã, e depois de mostrar a aparente disparidade segundo as fontes consultadas, o pesquisador conclui que o número mais adequado à realidade é de 100 mil mortos em 10 anos, “o que significa uma média de 10 mil mortos por ano, 20 cristãosmortos por dia, quase 1 por hora”. “A atual perseguição aos cristãos tem diversas fontes de inspiração e diferentes níveis de insanidade, alguns dos quais estão diretamente relacionados ao plano criminoso de apagar seus rastros da face da Terra”, analisa Javier. A análise da FAES tenta identificar os lugares dos crimes e seus responsáveis, e mostra uma lista de 50 países considerados, “em maior ou menor medida, responsáveis pelas perseguições aos cristãos; 39 deles contam com uma população majoritariamente muçulmana, o que costuma coincidir com a presença da sharia como lei estatal”. Finalmente, o relatório mostra algumas conclusões e recomendações: “Grande parte da África Subsaariana e da costa mediterrânea desse continente, o Oriente Médio, o Golfo Pérsico e todo o continente asiático, até as fronteiras russas e chinesas do Pacífico estão povoados por países e sociedades nos quais o cristianismo sofre perseguição”. O relatório inclui um pedido para que se cumpra a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Além disso, pede que se busque, imediatamente, “a solidariedade de todas as confissões cristãs”, incluindo também os judeus e os setores islâmicos que “buscam dissociar-se das barbaridades que, em nome da sua religião, alguns dos seus cometem”. Igualmente, pede às autoridades civis que exijam medidas concretas “na manutenção das relações bilaterais com os governos caracterizados pela perseguição aos cristãos ou pela limitação do direito à liberdade religiosa“. “As considerações de prudência diplomática não podem ceder diante da barbárie”, conclui Javier. Fonte: Aleteia

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