Encontrei aquele que meu coração tanto Ama!
Eu me chamo Jéssica, tenho 26 anos, natural de Diadema – São Paulo, sou missionária como Comunidade de Aliança aqui na missão de Santo Amaro.
Eu me chamo Jéssica, tenho 26 anos, natural de Diadema – São Paulo, sou missionária como Comunidade de Aliança aqui na missão de Santo Amaro.
Qual seria a reposta de Jesus se lhe fizéssemos essa pergunta? Bom, vamos começar esta reflexão do início. “Um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse: ‘O que me dareis se vos entregar Jesus?’ Combinaram, então, trinta moedas de prata. E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus” (Mt 26, 14-16) Um dos que em dia teve uma experiência de encontro que mudou a sua vida e, nesse encontro, ouviu o seu doce convite para segui-Lo e ele aceitou. Um seguimento mais próximo de Jesus, uma vida despojada e exigente, mas feliz. Nesse caminho juntaram-se outros, cada um pior que o outro, mas a todos Jesus acolhia com alegria e com aquela paciência histórica. Ele ensinava, corrigia, alertava e sobretudo amava. Como era bom estar com Ele! Estar entre os seus! Quantas festas, celebrações litúrgicas, missões. Algumas das vezes voltávamos mortos de cansados. Ele nos enviava em missão a pregar e até curar os doentes investidos do poder e da autoridade Dele, até expulsaram demônios! Como era bom! Esse escolhido, no entanto, tinha o coração dividido, queria ter um pé no caminho de Cristo e o outro no seu próprio caminho. A sua consciência lhe acusava de que os dois caminhos não eram compatíveis, tanto que muita coisa ele fazia às escondidas e disfarçava-as com máscaras de virtude, como no caso da unção de Betânia, quando repreendeu a mulher que quebrou o frasco de alabastro derramando todo aquele perfume caríssimo nos pés de Jesus. Disse que era um tremendo desperdício, já que poderia vender e dar o dinheiro aos pobres. Bem sabemos que não era bem essa a sua intenção. Jesus o repreende dizendo que pobres sempre teremos, mas nem sempre o teremos entre nós. O coração desse discípulo ficou preso ao valor daquele perfume, ao mesmo tempo, seguir Jesus já não estava dando tanto prestígio, pelo contrário, estava se tornando arriscado, talvez uma “barca furada”. Ele precisava estabelecer seguranças, manter a amizade com Jesus e os seus discípulos, mas garantir também outras seguranças. Eis a grande ideia: já que os judeus queriam prender Jesus, ele iria entregá-lo a eles em troca de um valor em dinheiro! Combina então com os sumos sacerdotes o preço de 30 moedas de prata, o valor pago por um escravo. Assim, ele garantiria os dois caminhos. Se estar com Jesus se tornar uma “barca furada” ele disfarça e sai de fininho, e ainda ganha um dinheiro com isso! Por outro lado, se Jesus é realmente o Cristo, Filho do Deus vivo, Ele conseguirá escapar das mãos dos judeus como escapou nas outras vezes em que tentaram prendê-lo. E esse discípulo poderia voltar ao grupo e continuar a sua vida como se nada tivesse acontecido. E eis que lhe aparece a grande oportunidade: “No primeiro dia da festa dos Ázimos,os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: ‘Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?’ Jesus respondeu: ‘Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos’.’ Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa”. (Mt 26, 17-19) O referido discípulo estava lá com eles, foi comprar mantimentos, prepararam a sala, Jesus estava escondido, pois era procurado pelos judeus que queriam prendê-lo. Bom que continuasse escondido mesmo, para não estragar os seus planos. Cearam e, durante a ceia Jesus fala de traição. Seu coração gela, parece que o Mestre sabe! Alguns perguntam, Jesus fala de uma maneira que não deixa claro para todos quem o vai trair. Fica um clima tenso na mesa. Ele pergunta: ‘Mestre, serei eu?’. Jesus responde: ‘Tu o dizes, o que tens a fazer, faze-o depressa’. Alguns dos discípulos acharam que ele iria comprar mantimentos ou dar esmolas aos pobres, bom que pensem isso, era preciso manter a imagem. Eis a grande oportunidade! Jesus já sabia, precisava agir rápido pra não ficar mal com todos. Sabendo que Jesus costumava ir para o jardim das Oliveiras com seus discípulos, ele levaria os guardas até Ele para prendê-lo. Para mostrar-lhes quem eles deveriam prender, combinou que seria aquele a quem ele beijasse o rosto. Entregaria Jesus e não ficaria mau visto pelos demais e continuaria vivendo mesquinhamente a sua consagração. Ele só não esperava que o Messias esperado seria um Messias crucificado. Diante do exposto, qual seria a minha resposta a essa pergunta: “Mestre, serei eu?”
O Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor é o ponto culminante de todo ano litúrgico
Taina de Oliveira, partilha da alegria que é estar no Carisma que a atrai e a ensina amar
Meu nome é Karolayne Olanda Silva, tenho 25 anos, moro aqui em São Paulo há quase nove anos e moro na região do Capão Redondo. Sou natural do Rio Grande do Norte, da cidade de Ordovis Fernandes da diocese de Mossoró. Conheci o Shalom quando estava me preparando para sair de férias no início deste ano e chamaram meu irmão para participar de um retiro no Shalom de Mossoró e ele me chamou, falei tudo bem, eu vou, pois eu já tenho uma caminhada, mas eu queria muito que meu irmão tivesse uma experiência na igreja e essa era a oportunidade que ele precisava, e eu vou por ele. E também para me aproximar dos jovens, porque eu sou muito travada com os jovens, aí chequei lá e a gente se preparou, chegamos a um dia e a gente já se engajou no outro para o retiro de acampamento que a princípio quando chequei lá não gostei muito, fiquei um pouco deslocada. Não sabia se eu continuava ou não, acabei conhecendo algumas pessoas, inclusive partilhei bastante com a Herdenia e com a Clarisse e sempre me perguntando o que eu estava achando. Quando foi depois da adoração mudei totalmente de ideia, quis me abrir de vez. Fiquei sabendo do Renascer quando a gente voltou do retiro de acampamento e o pessoal falou “Vai ter mais no Renascer” só que no Renascer já teria voltado para São Paulo, e pessoal começaram a falar “Karol vamos procurar para você quando você chega lá para você ir” Falei para não se preocuparem, porque eu pesquisei e vi que iria ter aqui mesmo em Santo Amaro, não sabia se iria ter no campo limpo que é a minha região, não sabia se tinha algum lugar mais próximo, mais como vi que era aqui na Ítalo falei não posso perder, eu queria viver essa experiência. E aqui no Renascer é como se viesse, varias lembranças que vivenciei lá principalmente por está revivendo o Seminário de vida e também conhecer novas pessoas e um dos momentos que eu mais gostei foi a adoração de hoje, ali me abrir mais ainda ao Senhor e também no show do Naldo José foi ótimo queria que tivesse mais tempo porque eu o conhecia inclusive as músicas dele e a Jacke Trevisam, conheci aqui mais gostei bastante. O ponto mais forte para mim foi a palavra que me falaram no primeiro dia, aquilo ali foi tiro em queda. Me falaram. “Tristeza fazem você olhar para dentro de si, alegria faz com que você olhe para fora.” Não sei se foi dessa forma a frase mais aquilo foi meio que um tapa na cara, porque na adoração eu conversei com o Senhor sobre isso. No ano passado eu me afastei muito das pessoas e me aprofundei muito em uma tristeza que não fazia nenhum sentindo, então esse foi um grande tapa na cara para mostrar que eu preciso viver a alegria que o Senhor me deu. O que eu diria para as pessoas que irá participar do Renascer no próximo ano é que não será tempo perdido, mesmo que não tenha vontade de participar venha mesmo assim porque assim como foi no Acam’ps que assim quando chequei quis embora eu acabei me abrindo. Então essa pessoa que vem no próximo ano não vai perder tempo em vir ficar mesmo sentindo deslocada aqui tem o acolhimento muito grande e realmente fui bem acolhida e ali o Senhor agir de todas as formas na vida das pessoas até mesmo nos mínimos detalhes.
O Renascer 2023 da missão de Santo Amaro teve uma grande repaginada neste ano, além do nome que antes era “Reviver” recebeu novo local, o Centro Universitário Ítalo Brasileiro. Com o tema central “Minha alma engradece ao Senhor” Lucas 1,16 contou com a presença especial, diretamente de Fortaleza de Angélica Cunha, responsável pela formação Geral da Comunidade Católica Shalom. O Evento contou aproximadamente com cerca de 400 pessoas, que puderam experimentar de uma nova experiência com Jesus e serem testemunhas de que é possível viver um Carnaval com alegria e com Deus. A missa de encerramento foi presidida pelo Bispo Diocesano de Santo Amaro, Dom José Negri Pime. Os temas que foram abordados nestes 3 dias de retiro, além do tema central foram: Amor de Deus, Pecado e Salvação, Senhorio de Jesus, Serás inteiramente do Senhor teu Deus, Crescer na Graça e no último dia o momento mais esperado, a Efusão no Espírito Santo. Além disso, o evento contou com cursos para os jovens e de espiritualidade para aqueles que já estão à mais tempo na fé. O Renascer contou também, com Reviver Kids para acolhimento e evangelização das crianças, oração e aconselhamento, confissão, intercessão e stands diversos. E para todos que viveram essa experiência, ela não acaba na quarta-feira de cinzas, mas é apenas um começo, dia 25 de fevereiro às 15h no nosso centro de Evangelização que fica na Rua Maria Aparecida Anacleto, 199, acontecerá o Reencontro do Renascer.
Meu nome é Andressa Ribeiro, mas para as Crianças me chamam de tia bombom. Sou consagrada da Comunidade Aliança e hoje tivemos em média de 30 crianças no Renascer Kids. As atividades desenvolvidas são brincadeiras, fazemos atividades de fixação depois das pregações, temos adoração para as crianças, pula-pula e diversas brincadeiras. O momento mais marcante foi a adoração que com certeza eles tiveram uma experiência concreta com Deus. A experiência mais marcante para a minha vocação é saber que eles precisam ser evangelizados o mais rápido possível. Para desenvolver tudo isso temos um grupo de oração para as crianças, no qual eu sou a pastora desse grupo e todos os domingos temos grupo de oração. Para quem gostou de participar elas tem a oportunidade de conhecer mais sobre a comunidade através do projeto criança tendo essa experiência no grupo de oração, para os que viram o ano que vem, eu digo que venham porque vai a experiência é maravilhosa.
Celebramos a memória facultativa de Santa Josefina Bakhita, conhecida como a primeira santa africana, exemplo de resistência e fé para o mundo. Nascida no Sudão, na África, Bakhita é uma santa de esperança cuja história de dor e sofrimento causados pela escravidão inspira, até hoje, movimentos que lutam contra a intolerância racial e a violência causada aos negros e que clamam, aqui no Brasil, nos Estados Unidos e em outros países, pela igualdade. Ainda menina, com seus 7 anos de idade, foi feita escrava, capturada e vendida diversas vezes, considerada como objeto ou animal, sem direito algum, devendo apenas servir a seu patrão e ser obediente a ele, em meio a atrozes e humilhantes sofrimentos. O nome da pequena negra e desafortunada no momento, que misteriosa, mas providencialmente lhe foi dado pelos seus raptores, a fez “Afortunada”, “Felizarda”, “Amada de Deus e do povo”, espalhando-se pelo mundo inteiro como uma santa cristã, conhecida em todos os continentes, símbolo de resgate para muitos africanos ainda hoje escravizados e comercializados. Por providência divina, Josefina foi finalmente vendida e resgatada por um cônsul italiano e cedida a Calisto Legnani, em 1885. Ele a encaminhou para a família Michieli, que a levou para Veneza, onde se tornou babá de sua filhinha, que muito se afeiçoou a Bakhita. Na família, nossa então jovem Bakhita conheceu Illuminato Checchini, administrador dos bens do casal Michieli, e que marcou profundamente sua vida, sobretudo pela educação cristã que lhe deu. Foi ele quem a presenteou com o primeiro crucifixo, que ela nunca mais abandonou, adquirindo singular e extraordinária importância em sua vida. Foi ele quem a apoiou para tornar-se religiosa. Foram ele e seus filhos que acompanharam seu catecumenato e sua formação religiosa, batismo,crisma e da primeira comunhão à Consagração Religiosa, como Irmã Canossiana. Diz ela: “Eu me lembrava que, na minha aldeia na África, ao ver o sol, a lua e as estrelas, as belezas da natureza, eu me dizia: Quem é o dono destas lindas coisas? E sentia uma grande vontade de vê-lo, de conhecê-lo, de lhe prestar homenagem. E agora o conheço. Obrigada, obrigada, meu Deus!” Josefina Bakhita faleceu aos 78 anos, depois de muito lutar contra uma doença que a forçava a relembrar todos os horrores vividos nos tempos de escravidão e da qual, segundo ela, foi libertada por Nossa Senhora. Após a morte, se tornou famosa por interceder pelas pessoas que oravam em seu nome, buscando graças e milagres. Um exemplo é o da brasileira Eva Tobias da Costa, moradora de Santos (SP) e sua cura milagrosa após clamar por Bakhita, que marcou a Igreja Católica na década de 80. Santa Josefina Bakhita foi canonizada por João Paulo II em outubro do ano 2000. Conhecida como Santa Irmã Morena, tão espiritualizada e com tanta força e luz em lutas contra adversidades quase fatais, com uma história que é exemplo para fiéis de qualquer lugar do continente, Bakhita recebeu o carinhoso apelido de “Nossa Irmã Universal”, dado pelo próprio João Paulo II, então Papa Santa Josefina Bakhita, Rogai por nós.
Meu nome é Miriam, vou partilhar um pouco de como foi minha experiência com o Renascer. No ano de 2015, já tinha participado de praticamente todos os grandes shows e festivais de música que gostaria de conhecer, me restava “apenas” o maior festival de artes integrada da América Latina, também conhecido como “Halleluya”! Descobri que a Comunidade Shalom era quem organizava. Conhecia algumas músicas da Comunidade, mas não sabia que era uma comunidade nova, praticamente não conhecia. Fui atrás das redes sociais para ver se tinha algum centro de evangelização próximo da minha casa para que eu pudesse ir e obter informações de como ir para o Festival. Como passei a seguir a missão nas redes sociais começaram a aparecer os eventos que a Comunidade realizava, entre eles o Renascer, na época chamado “Reviver”. Como não tinha nada programado para aquele final de semana, porque geralmente viajava nos finais de semana de Carnaval (praia, acampar, ou ia para a Canção Nova), pensei que poderia me informar pessoalmente de como ir para o Halleluya. Fui com uma amiga para o Reviver. Estava na fila para realizar minha inscrição quando ouvi quem estava no palco falar: “AQUI É O SEU LUGAR!” Aquilo me inquietou, falei para Deus: “Senhor, aqui não pode ser meu lugar… Não sei quem é essa comunidade, só sei que eles fazem o Halleluya. Estou aqui só pelo Hallelluya”. Passei o dia todo em conflito, nesse diálogo interno com DEUS! Nunca ouvir a voz de Deus de forma tão nítida, de maneira tão convincente que se quer consegui levantar um questionamento. Passei o dia todo reparando os Missionários. No final do dia, ver aquele povo feliz era bom demais para ser verdade. Esse povo correndo, se matando o dia inteiro, como poderiam estar rindo daquele jeito? É felicidade demais, é irreal demais, não é possível… No dia seguinte voltei de novo e lá estavam eles ainda mortos de felizes! Fui atrás do vocacional para ver como funcionava, conversei com os Missionários, mas ainda assim foi todo um processo de convencimento da parte de Deus, primeiramente de que aquela alegria toda não era irreal, eles não estavam fazendo um teatro de dois dias. No dia do vocacional aberto eu não poderia ir porque tinha uma prova de concurso, mal sabia eu quais eram os planos de Deus… Disse para Ele: “Tá vendo como não é pra ser? Te dei uma chance, o que você fez com ela? Tentei, mas acho que aqui não é meu lugar.” Não fui para o vocacional aberto, mas passando por alguns stands que tinham no Reviver, tinha me interessado pelo Fio de Ouro, um retiro da comunidade de cura da história pessoal. Me inscrevi e participei, tinha até mencionado que queria saber como era o vocacional, mas não levamos adiante a conversa. Lembrei de uma amizade que fiz no Reviver que ia participar do vocacional, chamei ela no Whats perguntando como tinha sido o encontro vocacional que já tinha passado: “Miriam, eu fui mais não entrei, já fechou a turma, mas enfim… Não sei se você tem interesse… só ano que vem, a turma já está completa, já está até marcado o primeiro encontro fechado e tal…” Comecei a entender que o Shalom era um Carisma. Após alguns dias a responsável pelo Fio de Ouro me enviou mensagem: “Miriam, amanhã é o primeiro encontro do vocacional fechado e a responsável pelo vocacional estará lá te esperando 9h da manhã”. Eu fui, que desculpa daria a Deus? Fiz o meu plantão naquele mesmo dia e ingressei no vocacional já com a turma fechada, porque para Deus NADA É IMPOSSÍVEL! Se não me engano esse era o tema do Reviver daquele ano: para Deus nada é impossível. Miriam é consagrada como comunidade de aliança na Missão de Santo Amaro em São Paulo, está indo como comunidade de aliança missionária para a Diaconia da Comunidade Shalom em Aquiraz – CE. O Renascer é o retiro de Carnaval da Comunidade Shalom que acontece em diversas cidades do Brasil e do mundo, confira qual é o mais perto de você. No Shalom de Santo Amaro o RENASCER será de 19 a 21 de fevereiro de 2023, inciando ás 10h. Teatro Ítalo Brasileiro- Av. João Dias, 2046/Santo Amaro.
A Comunidade Católica Shalom realiza tradicionalmente todos os anos em mais de 50 cidades do Brasil o Retiro de Carnaval RENASCER, nesse ano com o tema: “Minha alma engradece o Senhor”. O RENASCER promove três dias de experiência com o Amor de Deus através de Seminário de Vida no Espírito, cursos, momentos fortes de espiritualidade, missas, oração, adoração, louvor, animação, shows e momentos artísticos. Alegria é a marca desse evento! No Shalom Santo Amaro, o retiro, antes conhecido como REVIVER, recebe novo nome: RENASCER, a fim de promover unidade e identidade geral com toda a Comunidade. Outra novidade nessa edição de 2023 é o novo local, o Ginásio Ginásio Piccola Palestra Itália, dentro do Campus do Centro Universitário Ítalo Brasileiro, onde a Comunidade Shalom realiza atividades missionárias desde 2018 como grupos de oração, crisma, cursos e evangelização dos universitários. O novo espaço, além de oferecer conforto, conta com a beleza do Campus e localização privilegiada na Avenida Santo Amaro, a mais importante ligação do centro com a zona sul de São Paulo. O local possui fácil acesso de transporte público com estações de trem e metrô nas proximidades. Venha participar!