Santa Filomena- Filha da Luz Divina

Filha de um casal de origem grega muito importante daquela época, seu pai um dos reis da Grécia. Sua mãe não conseguia engravidar, eles fazem suas orações para falsos deuses, tudo se tornava em vão. Um dia, conversando com um medico, partilhando sobre sua angustia. O Medico com fé depois de uma oração disse-lhes para ambos se converterem ao Cristianismo, mudarem de vida, pois seriam presenteados com um milagre de Deus. Crendo nas palavras daquele medico se converteram No ano seguinte eles tiveram uma linda filha a quem pulsarem o nome de Lumena, luz. Quando foram batizar-la deram o nome de Filomena, Filha da Luz Divina, ele trouxeram luz para a fé dos dois Filomena aos 5 anos comungava pela primeira vez a partir desde dia aumentava ainda sua fé em Jesus Cristo, aos 11 anos fez os votos de total entrega a Deus A Grécia foi ameaçada pela imperador Romano. Então o Rei seu pai pois-se a negociar. Ao receber o imperador ele estava com sua esposa e sua filha Filomena. O Imperador se encantou com sua beleza e foi proposto a paz entre os pais desde que o Rei lhe concedesse a mão de sua filha em casamento. Na volta para a Grécia Santa Filomena aos prantos, revelou seu votos que havia feito. Seu pais muito entristecidos, tentaram convence-lâ poi o Imperador ira mata-la se o casamento não se realizasse. Filomena permaneceu firme na sua decisão. O Imperador sabendo da recusa de Filomena, ordenou que seu pai fosse levado para Roma, pois considerou uma afronta para imperador, diante da recusa Santa Filomena foi torturada. Muitas vezes em sua cela afim de fazer-la mudar de ideia mais sem sucesso. Após um mês de tortura e sofrimento em cárcere, muita debilitada. Santa Filomena um dia teve a visão de Nossa Senhora com o Menino Jesus em seu colo que lhe disse: “Minha filha, tu me és mais querida acima de todas, porque trazes o meu nome e o do meu Filho. Tu te chamas Lumena. Meu Filho, teu Esposo, chama-se Luz, Estrela, Sol. E eu me chamo Aurora, Estrela, Luz, Sol. Serei o teu amparo. Agora é o momento transitório da fraqueza e da humilhação humanas; quando chegar, porém, a hora extrema do teu julgamento, da tua decisão ante os horríveis tormentos que te serão impostos, receberás a graça da divina força. Além do teu Anjo da Guarda, terás a teu lado o Arcanjo São Gabriel, cujo nome significa “a Força do Senhor”. Quando eu estava na terra era ele o meu protetor. Mandá-lo-ei agora àquela que é a minha mais querida filha.” O Imperador lhe fez um último pedido. Ela recusou. Então, ele mandou açoitá-la em praça pública, e ordenou que fosse jogada num calabouço, pior que sua cela. Foi quando dois Anjos do Senhor apareceram, colocaram remédios sobre seu corpo dilacerado e ela milagrosamente ficou curada. Após todas as tentativas contra a vida da Santa, Jesus então permitiu que sua vida fosse tirada, para que ela entrasse definitivamente no Reino do Céu. Mas antes disso milhares de romanos abandonaram seus deuses e se converteram ao cristianismo. O Imperador mandou que ela fosse decapitada. E ela, em oração, morreu. Era o dia 10 de agosto SÍMBOLOS O primeiro dos símbolos era uma âncora, símbolo da esperança e emblema de martírio, porque âncoras eram presas ao pescoço de alguns dos cristãos confessos, quando os lançavam ao mar. O segundo símbolo eram duas setas, uma apontada para cima e outra para baixo. Espécie de morte sofrida pela mártir, porque alguns cristãos eram executados com setas O terceiro era uma lança, que deveria ter semelhante significação. O quarto era a palma, emblema do triunfo da mártir O quinto e último era um lírio, símbolo de pureza.   Santa Filomena, Rogai por Nós! 

A Transfiguração do Senhor

A festa da Transfiguração do Senhor é celebrada desde o século V no Oriente e desde 1457 no Ocidente. O seu significado prende-se na preparação dos cristãos para a permanência na fé, que rasga a escuridão da morte com a sua resplandecência . A Transfiguração de Jesus é um dos milagres que se encontram nos Evangelhos. É um dos cinco marcos da vida de Cristo, a par do Batismo, da Crucificação, da Ressurreição e da Ascensão. Neste milagre, ocorreu a transfiguração de Jesus no topo da montanha Tabor, na Galileia, revelando-se um casamento entre a natureza humana e a divina, sendo Jesus a ponte entre os dois mundos. Acompanhado de Pedro, Tiago e João, aos quais se juntaram Moisés e Elias, Jesus ouve uma voz no céu que diz “Filho” e as suas roupas brilham, tornando-se extraordinariamente radiante. Transfiguração do Senhor Segundo as Escrituras, uma nuvem surgiu e encobriu os apóstolos de sombra, ouvindo-se as palavras: “Este é o meu Filho, o Escolhido; a Ele dai toda atenção!”. O milagre reforçou a identificação de Jesus como o Messias e preparou os apóstolos para o que se seguiria.

São Joaquim e Sant’Ana

São Joaquim e Santa Ana, esposos judeus exemplares, viveram uma época crucial da história da Igreja da salvação. Portanto, no momento em que estava para ser cumprida a promessa de Deus a Abraão, e a humanidade estava prestes a receber a resposta esperada pelos justos do Antigo Testamento, que aguardavam a consolação de Israel. São Joaquim e Santa Ana Nesse sentido, ouvimos as palavras do Salmo 131, sobre a fidelidade de Deus à sua promessa: “O Senhor jurou a David: verdade da qual nunca se afastará “o fruto do teu ventre hei-de colocar sobre o teu trono!” […] Realmente, o Senhor escolheu Sião, desejou-a para sua morada: “Este será para sempre o lugar do meu repouso, aqui habitarei, porque o escolhi”” (vv. 11.13). Escolhidos por Deus para gerar a Mãe do Messias Sem dúvida, Ana e Joaquim pertenciam ao grupo daqueles judeus piedosos que esperavam a consolação de Israel. Foi precisamente a eles que foi dada uma tarefa especial na história da salvação: foram escolhidos por Deus, para gerar a Imaculada que, por sua vez, é chamada a gerar o Filho de Deus. Conhecemos os nomes dos pais da Bem-Aventurada Virgem através de um texto não canônico, o Protoevangelho de Tiago. Eles são citados na página que precede o anúncio do Anjo a Maria. Esta sua filha não podia deixar de irradiar aquela graça totalmente especial da sua pureza, a plenitude da graça que a preparava para o desígnio da maternidade divina. Podemos imaginar quanto receberam dela estes pais, ao mesmo tempo que cumpriam o seu dever de educadores. (…) Mãe e filha estavam unidas não apenas por laços familiares, mas também pela comum expectativa do cumprimento das promessas, pela recitação multiforme dos Salmos e pela evocação de uma vida entregue a Deus. Teremos nós os olhos e os ouvidos abertos para reconhecer um mistério tão excelso? Peçamos a Santa Ana e a São Joaquim não só para ver e ouvir a mensagem de Deus, mas inclusive para participar com amor pelas pessoas com as quais nos encontrarmos, no seu amor, em particular transmitindo luz e esperança a todas as nossas famílias. Confiemos de maneira especial a Santa Ana as mães, sobretudo as que são impedidas na defesa da vida nascente ou que encontram dificuldades para criar e educar os seus filhos. (…) São Joaquim e Santa Ana, modelo dos idosos Com efeito, existe mais um aspecto, que gostaria de ressaltar: Santa Ana e São Joaquim podem ser tomados como modelo também pela sua santidade vivida em idade avançada. Em conformidade com uma antiga tradição, eles já eram idosos quando lhes foi confiada a tarefa de dar ao mundo, conservar e educar a Santa Mãe de Deus.   Santa Maria, Mãe de Deus Na Sagrada Escritura, todavia a velhice é circundada de veneração (cf. 2 Mac 6, 23). O justo não pede para ser privado da velhice e do seu peso; ao contrário, ele reza assim: “Vós sois a minha esperança, a minha confiança, Senhor, desde a minha juventude… Agora, na velhice e na decrepitude, não me abandoneis, ó Deus, para que eu narre às gerações a força do vosso braço, o vosso poder a todos os que hão-de vir” (Sl 71 [70], 5-18). Com a sua própria presença, a pessoa idosa recorda a todos, e de maneira especial aos jovens, que a vida na terra é uma “curva”, com um início e com um fim:São Joaquim e Santa Ana para experimentar a sua plenitude, ela exige a referência a valores não efémeros nem superficiais, mas sólidos e profundo. São Joaquim e Sant’Ana, Rogai por nós 

Estar com Deus é sempre bom demais

Me chamo Beatriz e é a primeira vez que venho no Arraiá da Paz, estou achando sensacional, porque eu já amo festa junina e julina, só que essa eu achei super diferente, porque além da gente curtir as coisas típicas a gente ainda tem um momento reservado que a gente se aproxima mais de Deus e isso deixa ainda melhor. Eu achei o Xilindró maravilhoso, muito criativo, muito didático para quem nunca teve uma experiência com Deus antes e para quem já teve reforça ainda mais a certeza que estar com Deus é sempre bom demais. Ainda da tempo de você participar do nosso Arraiá da Paz!!! Venha comemorar junto conosco.

Meu primeiro Arraiá da Paz servindo

Me chamo Alexandra Chagas Machado, sou Discipula de primeiro ano na Comunidade de Aliança e esse é meu primeiro ano coordenando a barraca de brincadeira e jogos no Arraiá da Paz da Missão de Interlagos. Esse ano termos as seguintes brincadeiras: Tomba latas, canaletas que é mais para os adultos, mas as crianças que estão curtindo bastante de jogar, boca do palhaço, pula-pula, pescaria e correio elegante que são aquelas mensagens que você quer dá sem a pessoa saber quem é. Como é a primeira vez que coordeno uma barraca ou qualquer coisa no Shalom está sendo muito desafiantes por ser a primeira vez. Mas mesmo assim, a graça que eu vejo é a colaboração das pessoas e vê o pouco no muito e muito no pouco. Essa dinamicidade dimensionalidade que o próprio Espírito Santo ajuda a gente ter também e a ajuda mutua e na preocupação dos irmãos e perceber que no final é Deus quem realiza e tudo dá certo. Alexandra Chagas Machado – Discipula de primeiro ano da Comunidade Aliança

São Pedro e São Paulo

São Pedro, príncipe dos Apóstolos Tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu o Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Um homem simples e impulsivo. Falou, muitas vezes, em nome dos Apóstolos e não hesitou em pedir a Jesus explicações e esclarecimentos sobre sua pregação. Foi o primeiro a responder ao Mestre: “Senhor, para quem iremos? Somente tu tens palavras de vida eterna; nós acreditamos e sabemos que és o Santo de Deus” (Jo 6,67-68), diante da pergunta que Cristo fez aos discípulos: “Também vocês querem ir embora?”. Primeiro Papa da Igreja Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. São Pedro é o apóstolo que Jesus Cristo escolheu e investiu da dignidade de ser o primeiro Papa da Igreja. “E eu te digo: Tu és pedra e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus”. São Pedro é o pastor do rebanho santo, é na sua pessoa e nos seus sucessores que temos o sinal visível da unidade e da comunhão na fé e na caridade. Martírio Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo. Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho. São Paulo Saulo era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles. De perseguidor cristão à conversão Converteu-se à fé cristã, enquanto perseguia os cristãos, no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?”. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério. Desde então, converteu-se e começou a pregar o Cristianismo, viajando pelo mundo, pregando o evangelho de Jesus Cristo e o mistério de sua paixão, morte e ressurreição. Apóstolo das Gentes Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação. Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos Gentios”. São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

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