
“Deus está aqui, e não é uma metáfora – é essencial que nós tenhamos essa consciência forte, a de que Jesus Cristo está aqui como uma Pessoa Viva, que veio se encontrar comigo e com você, que veio se relacionar conosco.”
Ao falar das prisões nas quais os seres humanos muitas vezes se encontram, Moysés citou a passagem do profeta Isaías que diz “Consolai, consolai o meu povo!” (Is 40.:1) e disse que quando estamos presos em nossos exílios, o próprio Cristo vem em nossa história, em nossas dores, pois Ele está aqui para dar o melhor de si – Jesus deu o melhor de si na Cruz.
“O profeta proclama essa passagem quando o povo estava no exílio da Babilônia, no Antigo Testamento. O povo estava escravizado, em uma situação muito delicada.” – afirmou Moysés.
“Mas o que essa história tem a ver com a nossa? Pode ser que a história de muitos de nós que estamos aqui se pareça com a situação daquele povo – podemos estar vindo de muitos exílios. Aquele povo estava triste porque não cultuava o verdadeiro Deus, mas ídolos, que traziam morte, a destruição. Deus suscita o profeta Isaías, que anuncia uma grande novidade: Terminou o tempo da desolação! Deus deseja consolar o seu povo. Alegria! A libertação se aproxima, Jesus não nos abandonou, Ele está no meio de nós.” – completou.
Moysés ainda citou os vários ídolos que, muitas vezes, cultuamos, como o dinheiro, o poder, a vaidade, o orgulho, o apego às coisas do mundo, dentre outros.
“Aqueles que foram criados e amados por Deus, que foram resgatados por Jesus na cruz, têm a convicção de que esse mundo passa, e de que as suas promessas vãs passam com ele. Você foi liberto por Cristo!” – afirmou o fundador.
“Talvez nós estejamos vivendo nesses exílios, mas Deus amou tanto o mundo, ama tanto essa humanidade, que não veio para condenar, mas para nos dar a vida eterna.” – completou Moysés, em referência ao texto das Sagradas Escrituras. (Jo, 3.:16)

“Existem áreas da sua vida que Jesus quer mudar, transformar, adentrar. Hoje a tristeza e o medo devem dar lugar a alegria! O Senhor deseja quebrar os grilhões das nossas mãos e nos dar a Sua liberdade, a verdadeira consolação.” – afirmou.
E completou: “Deus usou de tanta misericórdia que mudou a minha vida!”
Após a pregação foi iniciado o momento de efusão, tempo de singular encontro com a Misericórdia do Pai em que a Igreja clama pela presença do Espírito Santo, aquele que socorre as almas e leva o consolo de Jesus a cada ser humano. Assim, muitos puderam renascer em Cristo, com a certeza de que a felicidade é a marca registrada de quem é amado por Deus!
Cássia Carvalho