Shalom

Moysés e Emmir revelam seu estilo favorito de música

Deus, através da música, nos ajuda muito a reunir as cordas do nosso ser. Através de algumas melodias, nossa alma se eleva.

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Responsáveis pela Comunidade Católica Shalom, Moysés Azevedo e Emmir Nogueira destacam o papel da música na vocação e revelam o estilo musical que mais gostam. No Festival Halleluya, eles estão sempre presentes. Participam junto com o público dos muitos momentos que o evento oferece.

Como a música te ajuda a entrar numa intimidade mais profunda com Deus?

Emmir: A música, na nossa vocação, tem papel essencial, ela eleva a alma. Eu não canto bem, mas quando eu canto na oração, quando recorro a esse recurso, eu vejo que minha alma se eleva mais facilmente a Deus do que quando eu não canto. Então, a canção tem um papel fundamental, na oração comunitária e pessoal.

Moysés: A música tem uma característica, como a arte normalmente, de alcançar diretamente o coração. E eu acredito que Deus, através da música, nos ajuda muito a reunir as cordas do nosso ser, do nosso pensamento, da nossa afetividade, e da nossa inteligência. Então, ela é um veículo do Espírito Santo, que unifica as nossas potências para podermos nos derramar no Senhor ou para nos abrirmos para receber o derramamento da graça em nosso coração. Ou seja, a música é um veículo bastante eficaz para uma comunhão com o Senhor.

Qual seu estilo de música favorita?

Emmir: Eu sou mais da música de adoração, e mais calma, mas eu também gosto muito da música alegre de louvor. Eu me lembro que depois de três anos em um tratamento, quando finalmente fiz a cirurgia, a primeira coisa que fiz foi pegar todas as nossas músicas alegres e cantar e cantar. A música de louvor, alegre, e a música de adoração, mais lenta, são meus estilos favoritos. Sou apaixonada pelas músicas que incluem frases de santos. Gosto muito, muito mesmo, como frases de Santa Teresa, Cura d’Ars, Agostinho, Teresinha… A banda favorita? Sem dúvidas, Missionário Shalom.

Moysés: Gosto muito de músicas de adoração, aquelas músicas que elevam a alma, elevam o coração. Eu acredito que tem algumas músicas que ajudam a elevar nosso espírito a Deus. Como naquela parte da missa  que diz assim: corações ao alto – nosso coração está em Deus. E é verdade isso, como através de algumas melodias, nossa alma se eleva a Deus. Então, gosto de músicas que trazem esse sentido de adoração, de rendição, de glorificação ao Senhor.

O Festival Halleluya é uma desculpa para trazer as pessoas para uma vida de oração?

Emmir: O desejo, nosso empenho, é  que depois de terem uma experiência com Jesus Cristo aqui [no Festival Halleluya], seja por meio das músicas, seja por meio dos esportes radicais ou dos games, dos cursos, em qualquer momento, especialmente na adoração, que essas pessoas saiam daqui dispostas a continuar uma experiência com Jesus, a buscar fazer catequese, primeira comunhão, e principalmente a se tornarem cristãos maduros e que façam diferença no mundo.

Moysés: Um grande motivo. Na verdade, a arte, o esporte, a música, a solidariedade – e encontramos isso tudo aqui nos espaços do Halleluya – são instrumentos para favorecer em tudo um encontro pessoal com Jesus Cristo. Para que tenham uma experiência de Deus. Então, no Halleluya, tudo é uma desculpa para favorecer esse grande encontro, de um Deus que é apaixonado por nós e o nosso coração que é sedento por Deus. Ambos estão muito interessados em se encontrar. O Halleluya é esse facilitador, esse instrumento, essa boa desculpa para reunir dois corações apaixonados – o de Deus pelo homem, e do homem por Deus.

Marília Saveri


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