Formação

O mar da misericórdia divina: Consolo sempre atual e eficaz

“A humanidade não encontrará a paz enquanto não se voltar com confiança para a minha misericórdia” (Diário de Santa Faustina, 300)

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Nos tempos de dor e desespero é fundamental fixar o olhar em Deus, pois é nEle que devemos depositar a nossa confiança. Ao analisar a nossa vida com o olhar de fé, podemos contemplar a misericórdia de Deus que nos alcança concretamente todos os dias, porém, o mar de misericórdia não pode penetrar em nosso coração enquanto ele não estiver aberto para recebê-la.

A misericórdia é o elo entre os pecadores e a graça de Deus, nela o amor transcende as nossas faltas, capacita-nos pela nossa justificação e pela purificação de todos nossos pecados, fazendo, assim, entrarmos em comunhão com Deus.

Para acolher a misericórdia de Deus requer de nossa parte um coração contrito e arrependido. No reconhecimento dos nossos pecados e da nossa iniquidade, que se dá pelo sacramento da reconciliação nos redimimos e retornamos a Deus. Uma vez confessados os nossos pecados, o coração se abre novamente a graça de Deus. (1Jo 1, 8-9).

O amor, como o corpo de Cristo, é indivisível e, por essa razão, para amarmos verdadeiramente o Deus que não vemos, precisamos antes amarmos as pessoas que estão no nosso lado todos os dias, sejam em nossa casa, no nosso trabalho, na comunidade. Se recusarmos perdoar nossos irmãos pela dureza do nosso coração, este se fecha e torna-se duro e impermeável ao amor do Pai.

Domingo da Misericórdia

A Festa da Divina Misericórdia foi instituída em toda a Igreja no ano 2000 pelo Papa João Paulo II, que decidiu dar uma resposta ao pedido que Jesus manifestou para a Irmã Faustina Kowalska: “Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia” (Diário de Santa Faustina, 49).

Nessa Festa, os padres teriam uma missão especial. Jesus explicou: “Nenhuma alma terá justificação enquanto não se dirigir com confiança à Minha misericórdia. E é por isso que o primeiro domingo depois da Páscoa deve ser a Festa da Misericórdia. Nesse dia, os sacerdotes devem falar às almas desta Minha grande e insondável misericórdia” (Diário de Santa Faustina, 570).

Que nesse dia que celebramos a misericórdia de Deus, possamos contemplar esse Pai que nos ama, nos perdoa e que deseja nos purificar e renovar a nossa fé.


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