Durante três dias de evento, um público estimado em 2.000 pessoas participou de um carnaval diferente, onde, ao invés de bebidas alcoólicas e uso de drogas, as pessoas vivem uma verdadeira e espontânea alegria através da experiência com o amor de Deus e o derramamento do seu Espírito Santo.

“Para mim, um grande sinal concreto da misericórdia de Deus é o próprio Reviver: estrutura, pregações, ambiente, tudo é uma dinâmica do Espírito para inserir as pessoas na “brecha” do seu coração. Um grande sinal de ressurreição é a presença dos missionários da Comunidade de Vida e, sobretudo, da Comunidade de Aliança, que dão uma estrutura de ambiente familiar. Isso quebra a tática do demônio de fazê-los presos à solidão, angústia e a rejeição.
Outro ponto importante fundamental da missão de João Pessoa é o responsável local ser casado. Uma família responsável pela Comunidade é sinal muito grande da necessidade da diocese de famílias consagradas que ofertem suas vidas em favor das familias”, afirma Tennessee.

Durante o Reviver, acontece o Seminário de Vida no Espírito Santo, onde os participantes podem ter sua primeira experiência com o amor de Deus. Para Vanessa Gisele, que participa do Reviver pela primera vez, foi algo inesquecível: “Eu sinto uma paz enorme está perante a Jesus, algo inexplicável. Ele me renovou completamente. Jamais esperava sentir o que senti, o amor de Deus é algo que jamais pensei que poderia experimentar. Para mim, não é algo momentâneo, mas que será eterno dentro de mim”.
No evento, há um espaço especial para os pequeninos, o Reviver Kids. Com louvor, oração e brincadeiras educativas, as crianças conhecem mais sobre Deus e seus mandamentos. “Servir no Kids é se purificar em Deus, pois a pureza e inocência das crianças renovam o nosso interior. Deus age nas crianças através da simplicidade e abertura delas, na alegria que há em seus corações.”

Vidas transformadas, renovadas no Espírito Santo e mergulhadas na misericórdia de Deus: esse é o resultado de quem se decidiu por viver um carnaval diferente e encontrar uma alegria que não termina na quarta-feira de cinzas.
Por Daniel Garcia