Para que o Festival Halleluya Natal aconteça, mais de 2 mil voluntários se dedicam antes, durante e depois do evento. A oferta de vida de cada um faz a diferença no Maior Evento que a Comunidade Shalom realiza em Natal e atrai milhares de pessoas todos os anos ao Anfiteatro da UFRN para uma experiência com o Amor.
Vamos conhecer alguns servos e como a experiência do serviço também muda a vida de quem faz o Halleluya.
Ver a Graça de Deus sobre o outro também toca quem está servindo
Meu nome é João Vitor, tenho 26 anos e sou postulante da Comunidade de Aliança. Neste Halleluya estou servindo no espaço da Graminha, na linha de frente desse serviço.
Nestes três dias pude experimentar profundamente a graça que Deus deseja derramar sobre os jovens. A Graminha, por si só, já é um espaço de acolhimento: os jovens vêm para descansar e viver um momento de tranquilidade.
Usamos esse ambiente como via para chegar ao coração deles, conversando, rezando, escutando e conhecendo suas histórias. Ali pude colher grandes testemunhos da misericórdia de Deus em pessoas que foram alcançadas pela evangelização.
O que mais levo da Graminha é a certeza de que Deus utiliza espaços improváveis. Jovens chegam esperando outra coisa, mas acabam tocados pela graça. Para Deus, nada é impossível: até no lugar mais simples e inesperado, Ele age e transforma.
Acolhimento que toca e transforma
Meu nome é Maria Letícia, tenho 28 anos e estou servindo como voluntária nos caixas do Halleluya.
Tem sido uma experiência muito boa, porque no nosso serviço conseguimos tocar a vida das pessoas. É preciso agir com acolhimento e às vezes um sorriso simples muda o dia de alguém. Às vezes uma palavra breve, um ‘boa noite’, um gesto de atenção, transforma realidades.
Muitos chegam passando por momentos difíceis, e quando encontram um acolhimento sincero, sentem-se amados. Isso também evangeliza. Servir no Halleluya tem me mostrado que basta se colocar no lugar do outro para deixar Deus agir.
A Oração que também nos alcança
Meu nome é Artur, tenho 15 anos e sirvo no Centro de Nova Parnamirim. O Halleluya tem sido para mim uma experiência não apenas de evangelizar outros jovens, mas também de me renovar e me reconciliar com Deus.
O Halleluya foi feito para você se reconectar com Deus, viver shows incríveis, se divertir e conhecer novas pessoas. Mas, sobretudo, para ser um canal da graça para o próximo.
O Hallebus, espaço de evangelização, foi muito marcante pra mim. Certa vez, ao rezar por uma pessoa, no fim ela me disse: ‘Foi muito específico, muito obrigado.’ Isso me emocionou profundamente.
Percebo que rezar pelo outro é como rezar com Deus: Ele fala ao nosso coração e alcança a outra pessoa. E ver alguém ser tocado por essa graça também nos enche de alegria. É muito forte.
Serviço que renasce e reafirma a Vocação
Eu sou Ana Beatriz Barbosa da Silveira, tenho 26 anos e estou servindo no Jingle do Halleluya. Tem sido uma experiência maravilhosa. Estamos vivendo um seminário para quem está servindo no Jingle e, nesse processo, recordei minha primeira experiência de serviço em 2017, também no Jingle.
É emocionante ver tudo o que Deus realizou na minha vida e na minha história por meio desse serviço. Foi aqui que reencontrei meu grupo de oração e percebi qual era o meu lugar na vocação.
Nestes dias, ao ouvir partilhas, tocar a vida de quem está comigo no Jingle e encontrar tantas pessoas transformadas no evento, experimento novamente a alegria de servir. Ver tantos corações felizes me confirma, mais uma vez, que Deus faz novas todas as coisas.
Acompanhe toda a transmissão ao vivo do Halleluya Natal pelo YouTube Festival Halleluya e não perca nenhum show.