Todos nós queremos saber: onde nasce a alegria? Esta pergunta nos inquieta direta ou indiretamente todos os dias. Ela nos move desde o primeiro toque do despertador (com todas as funções soneca ativadas possíveis) até o último suspiro de um dia frenético de trabalho. Como um campo de atração eterno, todos se sentem inclinados a este local. E lá ficar para sempre. Pois, no fundo, todas nossas conquistas são buscas por ela. Queremos ser seus hóspedes sem ver o tempo passar. Mas onde nasce a alegria?
Há quem esteja tão preocupado com o caminho para descobrir a resposta, que nem sabe qual caminho esteja mais. Outros estão seguros do seu caminho, e são capazes de afirmar com toda firmeza que já estão próximos, tão próximos! Muito bem. O texto não vai dar a resposta. (Calma, não brade: então por que eu estou lendo?) – Ora, aqui vamos dar dicas. Pode servir.
Entre milhares de respostas, houve quem a procurasse guiado por uma estrela vista no oriente. Três homens há muitos anos atrás a seguiram. Eles foram atraídos pela alegria, que nascia para nunca mais acabar. Ela foi sendo gerada em local de beleza real, cheia de humanidade, e digno de receber o vencedor de toda tristeza. Por meses a alegria foi cuidada e amada. Recebeu cuidados da mais bela flor, que a guardava como o maior presente para toda a humanidade.
Quis, então, a alegria nascer da mais bela das criaturas. A alegria nasce em carne e osso. E tem um nome. Tem um rosto. Tem uma mãe. É certo que, muitos daqueles que escolhem assim como os três homens de há muito tempo atrás procurar a alegria, guiados pela estrela vista no oriente, a encontram na mais bela criação. E onde eles estão a felicidade é plena.
Há música, danças, sorrisos, curas, amizade, festa. E muitas novidades. Sigamos para o oriente! Ou para próximo do extremo oriental… quem sabe lá não veremos nascer a alegria?
PS: Não entendeu nada? Aguarde pela parte II.
