A verdadeira felicidade é fruto de uma experiência real com Deus. Quem tem esse contato com a pessoa de Jesus passa a transbordar esse amor para os outros. E foi com alegria que muitas pessoas serviram no Reviver Rio 2014. Entre sorrisos, eles receberam quem chegava, deixaram todos os ambientes preparados, animaram, cantaram e dançaram com os participantes do evento.
O primeiro encontro com Deus é renovado a cada serviço, de acordo com jovens que ofertam sua vida pela evangelização. É a experiência de mostrar com pulos, palmas, gritos, com a arte e com muito trabalho a alegria de ser escolhido por Deus. Conheça alguns jovens que se ofertaram a Deus e serviram com muita disposição.
Acolhida
A alegria é a marca registrada do grupo que acolhe as pessoas logo na entrada da UERJ. Cantos, danças e muitos abraços fazem parte das estratégias para abrir sorrisos de quem chega ao Reviver. A técnica de enfermagem Eliete Lopes, 23 e o servente Henrique Balbino, 21, fazem festa a cada pessoa que passa e mostram a felicidade que vem de Deus.
“É uma alegria imensa. Eu me encontrei. A acolhida é mais alegre, mais aberta para servir”, disse Eliete. De acordo com ela, o seu entusiasmo nasce de uma experiência com Deus. “Quero mostrar com pulos, com palmas, com gritos que eu estou feliz em recebê-los”.
Henrique conta que a alegria que ele sente em Deus é capaz de sustentá-lo em todos os momentos. “Essa alegria vem de Cristo. Ele cuida de nós quando achamos que as forças acabaram”, disse. O serviço na acolhida foi o ideal para ele. “Gosto de animação, de barulho. Foi o lugar ideal também porque não é para mim, é para Deus”.

Animador
Há sete anos, o missionário da Comunidade Shalom e médico Lucas Soares, 26, teve sua primeira experiência com Deus durante o Reviver em João Pessoa (PB). Desde então, a cada ano, o Senhor o faz relembrar aquele primeiro encontro com o verdadeiro amor. “A cada Reviver, Deus renova a alegria do encontro não só para mim, mas em vista dos outros. Dar de graça o que de graça eu recebi”, destacou. Esta é a alegria verdadeira que ele disse não quer perder. “Ter conhecido, ter experimentado a alegria que não termina na quarta-feira de cinzas”, ressaltou.

Cantor
Erlison Galvão, 32, vem de uma família de artistas. Mas foi como missionário da Comunidade Shalom que ele concretizou seu talento para a música. “O carisma potencializou isso em mim; a vivência do carisma e a vida comunitária”, ressaltou. De acordo com ele, cantar e coordenar a equipe de música do Reviver e do Shalom Catete traz à sua vida uma profunda alegria. “Traz alegria e uma profunda realização pessoal, um encontro comigo mesmo e com Deus”, disse.
Expressar na arte sua experiência com Deus é próprio de alguém que foi alcançado por um profundo amor, segundo ele. “É fruto de ter sido alcançado pela misericórdia de Deus e só existe uma forma de corresponder a esse amor: dando-me, fazendo com que outras pessoas também tenham a mesma experiência que eu tive”, destacou.
Dançarina
Foi pelas artes que a estudante Lilian Yamamoto, 21, conheceu a Comunidade Shalom aos 9 anos. “Foi a porta de entrada que Deus me deu. A forma de crescer na espiritualidade”, ressaltou. Pela dança, ela consegue expressar toda a alegria e gratidão a Deus pela experiência que teve. “Ao dançar expomos a nossa alegria através da nossa arte. A experiência com o amor que nos torna livres e alegres”, completou.
Bastidores
Não foi no palco do Reviver que Aline Oliveira, 29, mostrou toda a alegria de servir a Deus. A missionária da Comunidade Shalom coordenou a limpeza sempre com um sorriso no rosto. “É uma alegria servir a Deus. Deus foi me fazendo compreender a importância do meu serviço e eu fui amando os meus irmãos, trabalhando para que eles se sintam mais confortáveis. Um lugar limpo faz toda a diferença”, destacou.
Neste serviço, Aline conta que foi muitas vezes surpreendida pelo cuidado de Deus. E, apesar do tempo dedicado às faxinas, ela conseguiu interagir com os jovens e participar de parte da programação do evento. Ela lembrou que foi no Reviver de 2012 que ela teve sua experiência com Deus e ofertou toda a sua vida como missionária da Comunidade de Vida. “Sou muito feliz em ofertar minha vida por Deus, pela Igreja. Deus não nos tira nada, mas dá tudo”, destacou.
Por Teresa Fernandes
