Igreja

Papa Francisco: A escola de Maria uma escola de fé e de vida

Confira as palavras do Papa sobre Nossa Senhora.

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Hoje o Papa falou sobre a importância de ter proximidade com a Virgem Maria para crescer no amor.

No pensamento de Francisco emergem dois conceitos fortes sobre Maria, como mãe e como mulher. Recordando que vivemos no tempo do Concílio Vaticano II, a mariologia – sublinha o Papa – buscou força na Lumen Gentium e partindo dali, nos tempos de Maria, é necessário redescobrir as maravilhas de Nossa Senhora indo até ao coração do seu mistério.

Segundo ele, Maria, a melhor das mães, é capaz de tornar a Igreja e o mundo mais fraternos. A Igreja – afirma Francisco – precisa redescobrir o seu coração materno, que bate pela unidade.

Precisamos da maternidade, de quem gera e regenera a vida com ternura, porque só o dom, o cuidado e a partilha mantêm a família humana unida. Pensemos no mundo sem as mães: não tem futuro: as vantagens, os lucros, por si só, não dão um futuro, na verdade, por vezes aumentam as desigualdades e as injustiças. As mães, em vez disso, fazem com que cada filho se sinta em casa e os dão esperança, afirma o Papa.

A mulher da dignidade

Do Novo Testamento ao Evangelho, Maria é a mulher, a nova Eva, que de Caná ao Calvário intervém para a nossa salvação. Ela é a mulher vestida de sol que cuida dos descendentes de Jesus. Uma mãe que torna família a Igreja, uma mulher que faz de nós um povo, recorda o Pontífice.

Francisco insiste na piedade popular que diz respeito a Nossa Senhora e exorta a mariologia a segui-la com atenção, promovendo-a e por vezes purificando-a. Convida a estarmos atentos aos sinais dos tempos marianos:

Entre estes, há precisamente o papel da mulher: essencial para a história da salvação, e não pode deixar de ser essencial para a Igreja e para o mundo. Mas quantas mulheres não recebem a dignidade que lhes é devida! A mulher, que trouxe Deus ao mundo, deve poder levar os seus dons para a história. Precisamos de sua criatividade e estilo. A teologia tem necessidade, para que não seja abstrata e conceitual, mas delicada, narrativa, vital, frisou o Papa.

Francisco conclui afirmando que:

Maria é mãe que ensina a arte do encontro, ela nos ensina a caminharmos juntos.


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