Na oração do Ângelus do último domingo, 9 de janeiro, o Papa Francisco meditou sobre a necessidade da vida de oração. “A oração abre o céu: dá oxigénio à vida, dá fôlego também no meio dos afãs e faz com que se veja tudo de modo mais amplo”, disse o Pontífice.
Recordando o Evangelho da liturgia de domingo, o Papa chamou atenção para a atitude de Jesus enquanto era batizado por João Batista: “estava em oração (Lc 3, 21)”. “Estamos todos imersos nos problemas da vida e em muitas situações complicadas, chamados a enfrentar momentos e escolhas difíceis que nos puxam para baixo. Mas, se não quisermos ser esmagados, precisamos de elevar tudo para o alto. E a oração faz exatamente isto”.
De acordo com Francisco, a oração abre o coração de Deus. “A oração abre o céu: dá oxigénio à vida, dá fôlego também no meio dos afãs e faz com que se veja tudo de modo mais amplo. Sobretudo, permite-nos ter a mesma experiência de Jesus no Jordão: faz-nos sentir filhos amados pelo Pai”.
Papa pede para recordar a data do Batismo
O Papa também pediu: “Não nos esqueçamos a data do nosso Batismo!” “Isto é uma bonita coisa: recordar a data do Batismo, porque é o nosso renascimento, o momento no qual nos tornamos filhos de Deus com Jesus. memorizai aquela data para a celebrar, para dar graças ao Senhor”.
E concluiu, “perguntemo-nos: como está a minha oração? Rezo por hábito, rezo sem vontade, apenas recitando fórmulas, ou a minha oração é um encontro com Deus? Eu, pecador, estou sempre no povo de Deus, nunca estou isolado? Cultivo a intimidade com Deus, dialogo com Ele, escuto a sua Palavra?”.