Ontem estava buscando uma formação sobre Santa Faustina, já que era o dia dela. Fui em um site de buscas e digitei o seu nome. A maioria dos resultados associavam a Santa à Divina Misericórdia, claro, já que a mesma é considerada a Apóstola da Misericórdia. No dia anterior celebramos São Francisco de Assis, conhecido por sua pobreza, louvor, amor a Deus e as criaturas. O fato é que, a vida de ambos, deu um “click” na minha mente e um questionamento surgiu: “pelo quê quero ser lembrada?”.
A vida dos santos não se tornaram conhecidas por suas palavras, mas antes por suas atitudes. Ter coerência entre o que se prega e o que se vive é essencial, é a união dos dois que deixam marcas na humanidade. Não que eu queira comparar minha vida a dos Santos (quem dera, ainda estamos à caminho), mas que marcas deixo naqueles que me cercam? Como as pessoas se lembram de mim? Uma pessoa feliz ou triste? Alguém positiva ou sempre com um pensamento negativo? Alguém que dá esperança ou que rouba a mínima tentativa de sonhar?
São Francisco trouxe em si os estigmas de Cristo, trazia em sua pele as marcas Daquele a quem amava. Também nós podemos e devemos trazer as marcas de Cristo expressos no no nosso rosto e nas nossas ações. No livro “A alegria de Viver”, de Dom Rafael Llano Cifuentes, ele diz: “Alguns homens de Deus, como São Francisco, trouxeram no seu corpo as chagas do Senhor, os sinais visíveis da Paixão e Morte de Cristo. Era um fenômeno extraordinário. Mas todo cristão que vive verdadeiramente a fé deveria trazer estampado no seu rosto, no seu olhar, como algo normal, o sinal da ressurreição de Cristo. E esse sinal é a alegria”. Não estou dizendo que você e eu devemos forçar um sorriso pra todo mundo, mas uma cordialidade não mata ninguém.
Por fim, volto com a questão: pelo quê você quer ser lembrado? Recorde que o que você planta hoje será colhido depois. Será um fruto doce ou amargo? A alegria ou a tristeza são as marcas que você deixa? Pelo quê você quer ser lembrado?
Buscando deixar marcas de amor,
