Institucional

#PorCausaDoReviver Eu pude compreender que só o amor de Deus basta

“Fiquei sabendo do evento através do meu namorado que faz parte da Obra Shalom. Fui criada dentro da igreja protestante assim como toda minha família. Quando eu participei do Reviver, foi o meu primeiro passo da minha longa conversão. Pois quando eu participei dos três dias do evento eu ainda frequentava a igreja evangélica, mesmo já conhecendo e ter ido ao Shalom.

Minha mãe, junto dá minha família, jamais imaginou que eu iria participar de um evento católico. Quando eu contei a ela, em um piscar de olhos, tudo desmoronou. Minha mãe não aceitava de jeito nenhum e tentou me impedir de todas as maneiras possíveis para que eu não fosse. Mas ainda assim, lá estava eu nos três dias.

No primeiro dia do Reviver, eu já estava completamente apaixonada por cada detalhe e pela primeira vez ter escutado sobre Maria. Estava apaixonada pelo carisma. A acolhida de todos que estavam lá me faziam me sentir acolhida pelos braços do Pai. No segundo dia do Reviver, as coisas na minha casa dificultaram ainda mais. E antes de eu sair para o Reviver, tive uma discussão horrível com a minha mãe ao ponto de quebrar o meu celular quando saiu do controle. Mas naquele segundo dia, eu já estava tão encantada pela experiência que eu estava vivendo, que coisas materiais já não me importavam mais. Fui para o Reviver depois daquele acontecimento e não consegui segurar o choro quando cheguei lá. Estava com tanto rancor dentro do coração que dizia que jamais perdoaria minha mãe por tamanha decepção. Foi ali que Deus trabalhou mais ainda. Foi ali que Deus queria de mim algo que eu custava a dar. Algo que eu nunca acreditei ser capaz de dar: o perdão. A misericórdia por aqueles que não conheciam o amor Dele e que me machucavam. Mas eu conhecia o amor Dele, eu estava bebendo de toda graça que Ele derramou. Eu fui a escolhida.

No terceiro dia, minha mãe saiu de casa se recusando a lidar com o fato da minha experiência com Deus na Igreja Católica. Quando eu fui para o último dia (terça-feira), eu estava feliz, mas, ao mesmo tempo, machucada. E de 8h até às 18h, eu tive experiências maravilhosas, e uma delas, foi experimentar a graça de perdoar, de ter misericórdia, de amar aqueles que nos machucam. Eu pude compreender que só o amor de Deus basta e que na minha conversão eu não precisava de nada nesse mundo, eu não precisava de nenhuma aprovação do homem aqui na terra, eu só precisava Dele. Eu só precisava do sim de Deus, porque foi o sim Dele que me fez sair do lugar. Eu poderia não me sentir amada e acolhida por minha mãe naquele momento, mas eu era amada, eu era a predileta do Senhor.

Antes da missa de encerramento com o Dom José Negri (Bispo da Diocese de Santo Amaro), no momento dos testemunhos, o coordenador apostólico pediu para que eu desse o meu testemunho. Minha primeira a resposta foi não, pois eu, que não conhecia ninguém. Mas Deus já cuidava de tudo, e foi quando Ele me disse: “você bebeu dessa graça, permita que os jovens também bebam.”. E quando eu estava contando a minha experiência com o amor de Deus e a misericórdia Dele, era Deus falando, usando minha vida para evangelizar outros jovens. E foi ali que eu tive a certeza que eu nasci para isso: permitir que a humanidade beba dá graça de Deus através dá minha vida.

Dali em diante minha vida nunca mais foi a mesma. Foi o primeiro passo de uma conversão absurdamente linda, cheia de traços do amor de Deus. Em agosto de 2016, depois de 5 meses do Reviver, eu fui batizada. Em setembro, tive a minha primeira comunhão. E em dezembro, fui crismada. Levo comigo uma experiência incrível com o amor de Maria. E o Reviver vai ser sempre o meu evento preferido, foi lá que minha experiência começou.”

Bianca Freitas, 15 anos

Jovem da obra Shalom da missão de Santo Amaro


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