
A primeira banda a subir ao palco foi Shalom Roots, trazendo como principal ritmo o reggae, na cidade que é conhecida como Jamaica Brasileira. O vocalista da banda, Lucas Araújo, contou a satisfação de cantar em casa. “É uma experiência fantástica trazer o reggae para a cidade do reggae, para os homens e mulheres que têm sede de Deus e o Shalom Roots tem essa proposta de evangelização e o Halleluya nos motiva neste trabalho”, afirmou.
Direto da cidade de Taubaté (São Paulo), a banda ID2, que trouxe um pouco do rock católico animou uma multidão. O vocalista, André Leite, falou sobre a missão de evangelizar por meio da música. “É uma oportunidade maravilhosa de experimentar mais uma vez dessa espiritualidade. É beber da fonte do amor de Deus. O Halleluya é um evento de partilha porque levamos a evangelização por meio da música e somos, também, evangelizados. Este evento leva Deus para as pessoas e transforma vidas”, completou.

“Estamos muito felizes em participar de mais um Halleluya, que é um evento que tem tudo a ver com o DNA da gente, a evangelização”, destacou o guitarrista da banda, Eduardo Faro.
Fã da banda Rosa de Saron, o estudante Rodrigo Costa, de 19 anos, participa do Halleluya pela terceira vez. “Rosa de Saron é uma banda diferente, a letra traz uma reflexão para você se voltar para Deus, se conciliar. Sinto-me tocado a cada melodia, é muito bom estar neste evento”, comentou.
O Halleluya é um dos maiores festivais católicos realizados no Brasil e que acontece nas cidades de Fortaleza, Rio de Janeiro, Natal e São Luís, integrando dança, teatro, música, esportes radicais e solidariedade.
Em São Luís este ano a estrutura foi dividida em dois ambientes, para proporcionar melhor experiência dos participantes com todas as atividades que o festival oferece. O padre Cledison Reis, coordenador apostólico da Comunidade Shalom em São Luís, destacou a primeira noite do evento.
“São 17 anos deste evento e somos muitos gratos pela oportunidade que jovens e adultos experimentam o amor de Deus. O Halleluya atende que o papa João Paulo II convidava a Igreja evangelizar de vários modos e métodos. O Halleluya tem um rosto diferente, ao mesmo tempo que faz parte da igreja com a celebração eucarística, adoração, momentos de oração, temos louvor, arte e shows. É um evento para todos, que querem viver de forma diferente com o amor de Deus”, concluiu.

O Festival Halleluya continua neste sábado (24), a partir das 18h com a Santa Missa e logo em seguida sobem ao palco o cantor carioca Cosme, a cantora Ana Gabriela e a banda Missionário Shalom.