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Curso Cura pela Confissão mostra o poder transformador do sacramento da reconciliação no Renascer Brasília

Muitos buscam o sacramento constrangidos pelo pecado, mas descobrem ali a graça do recomeço.

comshalom

No Renascer Brasília, o consagrado de Aliança da Comunidade Católica Shalom, Orlando Machado, conduziu o curso de formação “Cura pela Confissão”. A proposta central foi compreender a confissão como caminho de metanoia, isto é, mudança real de vida. Segundo ele, muitos buscam o sacramento constrangidos pelo pecado, mas descobrem ali a graça do recomeço. “Confessar-se é ir ao encontro do coração de Deus”, afirmou.

Durante a partilha, Orlando explicou que a falta de entendimento sobre o pecado pode distorcer a percepção moral, levando a pessoa a achar que aquilo que a incomoda é sempre culpa do outro. De acordo com o missionário, compreender o que é pecado exige formação e consciência iluminada. “Pecado é errar o alvo”, destacou, retomando a definição clássica.

A parábola do Filho Pródigo, narrada no Evangelho de Lucas, foi apresentada por Orlando como ícone na relação entre Deus e o homem durante a pregação. Ele ressaltou que quem vive no pecado nem sempre percebe que está distante do Pai. “Se não nos sentimos amados na casa de Deus, podemos passar a nos sentir amados em um chiqueiro”, disse, descrevendo o vazio espiritual que leva à repetição de erros.

Orlando também explicou a diferença entre pecado mortal e venial, citando o Catecismo da Igreja Católica ao afirmar que o mortal destrói a caridade no coração humano. Já o venial, comparou, funciona como “folhinhas que entopem o canal da graça”. Ele destacou ainda as virtudes teologais e cardeais como caminhos seguros para a santidade, definindo prudência, justiça, fortaleza e temperança como pilares da vida moral. Para ele, a luta espiritual é contínua e exige decisão diária.

Finqlizando, o consagrado enfatizou que os pecados capitais obscurecem a alma e prejudicam a comunhão com Deus e com o próximo. Alertou que muitos males interiores nascem da falta de perdão e do fechamento ao amor divino. “A penitência mais profunda não é evitar um doce, mas mudar de vida”, concluiu.


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