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Rosa de Saron encerra o terceiro dia de Halleluya com show eletrizante

No repertório, não faltaram clássicos como Sem Você, Rara Calma, Solte as Mãos e Mire as Estrelas.

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O terceiro dia do Halleluya 2025 terminou em grande estilo. Bruno Faglioni (voz), Eduardo Faro (guitarra) e Grevão (bateria) garantiram um fechamento à altura do festival e mataram a saudade dos fãs que não viam a banda desde a edição de 2023. O baixista Rogério Feltrin não participou desta vez por estar em período de férias com a família, explicou Bruno durante a apresentação.

No repertório, não faltaram clássicos como Sem Você, Rara Calma, Solte as Mãos e Mire as Estrelas. A banda também apresentou um trecho do In Concert, DVD gravado em 2023 ao lado da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba no Theatro Municipal de São Paulo, em celebração aos 35 anos de carreira. As músicas Pra Descobrir e Bartimeu também marcaram presença no setlist. Ficou de fora apenas a versão de Só por Ti, Jesus, que completaria a tríade lançada pelo grupo neste ano.

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Para Bruno Faglioni, estar no Halleluya é sempre uma experiência singular. Ele descreveu a noite como mágica, afirmou que Deus realiza coisas incríveis no festival e destacou que a banda estava ansiosa pelo reencontro com o público potiguar. Durante o show, o vocalista também emocionou a plateia ao testemunhar sua recente cura de um problema na garganta, diagnosticada como um milagre pelo médico que o acompanhava.

Entre o público, o entusiasmo era evidente. Giovana, fã da banda e participante do Halleluya pela primeira vez, contou que suas expectativas eram muito altas, mas ainda assim superadas. Segundo ela, o show foi sensacional.

Estar no Halleluya é um reabastecer

Para Grevão, baterista do Rosa de Saron, tocar em festivais católicos é como estar em casa. Ele explica que o grupo vive um ministério de missão e que frequentemente se apresenta em eventos populares, como festas de padroeira, praças públicas e festas de rodeio.

Segundo o músico, esses shows muitas vezes são desafiadores, mas o Halleluya proporciona uma experiência renovadora. Ele afirma que no festival a banda consegue congregar e sentir a força da comunidade. Grevão conclui dizendo que é muito gratificante estar no Halleluya, um evento cuja história já acompanham há muitos anos.


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