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Salva por Maria

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Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus?

Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Sandrine Eufrásio.

Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco.

Confira:

10302030_655430167875333_4231210021386943376_nMeu nome é Sandrine, tenho 26 anos e moro em João Pessoa na Paraíba. Mesmo sendo batizada na Igreja Católica e convivendo com uma família muito católica, passei boa parte da minha vida com tendências protestantes, pois havia frequentado igrejas protestantes por algum tempo. Porém, não me sentia completa.

Não concordava com certas doutrinas e ensinamentos protestantes como também não entendia muito bem os ensinamentos católicos. Passei, então, a orar pedindo a Deus que me mostrasse o lugar certo, a casa certa. Isso demorou anos. Em 2012, meu irmão, referência para mim, era vocacionado externo da fraternidade “O caminho”, em Recife. Hoje em dia, ele mora em uma comunidade de vida e está no seminário para a vida sacerdotal. Eu convivia com ele participando do EJC da cidade em que vivíamos, no Brejo Paraibano.

Eu via toda a entrega dele ao serviço do grupo, práticas fervorosas de penitência, jejuns, orações que duravam a madrugada, confissões mensais, estudos, e eu me perguntava: Meu Deus, por que é necessário tudo isso? Olhava para mim e percebia a distância entre nós. Com o tempo, encantada por tudo aquilo, comecei a fazer perguntas, interessada em aprender mais. Ele me ensinava, indicava textos, livros, vídeos e fui apreendendo um pouco mais, porém ainda com grande resistência em participar das missas.

Em 2012, fiquei grávida, e tentei fazer um aborto. Os medicamentos que tomei nada resolveram, para minha felicidade. Porém, durante toda a minha gravidez, pesadelos monstruosos de que minha filha nasceria com problemas, doente e até que ela nasceria morta, atormentavam-me. Eu tinha medo e rezava para que Deus não me castigasse. Até que um dia, com oito meses de gravidez, tive o pior dos pesadelos.

Acordei assustadíssima e naquele momento entendi que alguém estava me avisando: “Faz algo pela vida da tua filha enquanto é tempo”. Na mesma hora, rezei uma Ave Maria e pedi socorro a Nossa Senhora. Reconheci que não tinha devoção, mas disse que se ela salvasse minha filha, a quem eu tinha dado o nome de Suzanne, colocaria o nome de Maria, além disso, entregaria toda a minha vida, tudo o que sou para ela, a serviço dela aqui neste mundo. Pedi que me enviasse um sinal para que eu obedecesse. Depois dessa oração, calei-me. Não comentei com ninguém e os pesadelos deixaram de me atormentar.

Três semanas depois, meu irmão trouxe de uma cidade próxima três meninas para pregar no grupo do EJC. As três eram vocacionadas em conventos. Desejavam a vida religiosa. Ao chegarem a minha casa, fui conhecê-las e percebi que uma delas estava diferente, surpresa e muito encantada com o meu barrigão. Ela me perguntou qual era o nome e eu respondi “Suzanne”. Depois disso, elas foram almoçar e eu fui para o meu quarto. Senti que ela queria me dizer algo e comentei isso com minha mãe.

Na hora da despedida, perguntei a ela se tinha algo para me dizer. Ela olhou-me com ar de surpresa e disse que mais cedo, pela manhã, quando rezava, Nossa Senhora disse a ela que neste dia ela iria encontrar uma gestante em cujo ventre se encontrava Maria Rita. Desde aquela hora até o momento em que chegara a nossa casa, não tinha encontrado ninguém gestante. Era eu essa mulher. Na hora fiquei trêmula e agradeci a ela pela revelação. Comuniquei a todos da família que mudaria o nome e todo o enxoval. Algumas pessoas não acreditaram na revelação, mas meu irmão disse que eu teria uma confirmação. Bastava ter fé.

E eu tive. Maria Rita nasceu em parto normal no dia 22 de maio, dia de Santa Rita de Cássia. Nasceu saudável! Foi de grande alegria este milagre. Agradeci a Nossa Senhora e disse que eu me entregaria a ela como havia prometido. Disse que o primeiro passo seria rezar o terço. Mas eu não sabia rezar. Pedi a ela que me desse um, então. Dois dias depois, meu irmão me presenteou com um terço e ainda uma folhinha, ensinando a rezá-lo.

Quando conversei com ela, eu ria como menina. Passei a rezar o terço. Segundo passo: prometi uma confissão. Confessei-me durante a Quaresma. Porém, fiquei com a promessa na cabeça. Prometi a Virgem Maria me doar toda por completo. Mas não estava fazendo. “Como farei se tenho meu dia todo ocupado?”. Fiquei preocupada. Mas a providência de Deus é que sabe, não nós. Então, no dia 28 de junho, Dia do Imaculado Coração de Maria me casei e fiz a consagração total pela verdadeira devoção a virgem Maria pelo tratado de São Luiz Maria Grignion de Montfort. Sou escrava de Maria por Amor. Entendi, enfim, a promessa que fiz de me entregar completamente a ela. Farei o Crisma no ano que vem. Direi “sim” a esta fé e seguirei nos passos de Cristo. Posso dizer que fui salva por Maria. Não perecerei. Deus seja louvado. Nunca está longe de Jesus quem está perto de Maria.

 


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