Viva São José!
É com alegria e gratidão que hoje comemoramos o dia do grande protetor da Sagrada Família de Nazaré. Alegria por sabermos que com ele somos acolhidos e adotados como filhos e levados à Cristo através da sua humildade. A gratidão, que através da sua intercessão, são reconhecidos inúmeros milagres no meio dos nossos irmãos da comunidade e na santa Igreja. E é nesse ensejo que vamos contar um pouco da história e do testemunho da Alê Mello e Áurea Sampaio, consagradas da Comunidade de Aliança, em Salvador.
Alê Mello, é apaixonada por São José e descobriu nele um protetor de toda sua família. Ela criou um grupo para rezar ininterruptamente o Ofício (30 dias com Maria). Mas, especialmente neste mês, além do Ofício também programou 30 dias com São José.
– Quando soube que eu fazia aniversário no mês dele, e o meu filho no mesmo dia, me tornei cada vez mais próxima. Desde então, recorro sempre ao meu padrinho e ele têm sido muito providente. – conta Alê.
Para Alê, o seu amigo não falha, e as graças derramadas na sua vida através de São José são numerosas.
– Vivo com o necessário e a graça de Deus. Este mês ganhei uma mesa de sala, uma estante e um dinheiro para comprar o que estava faltando. Falei a São José que queria ganhar uma cesta básica. E ele me enviou.
Além disso, Alê também foi presenteada com um computador no período da pandemia, e com R$300,00 para completar a sua ida para a reciclagem.
– São José tem sido providente, em tudo na minha vida. Na situação financeira e como patrono da minha família. Ele é o meu amigo intercessor.
Com Áurea, tudo começou em meados do ano de 1996. Ela embarcou em uma viagem com Eva, consagrada da Comunidade de Vida e mais uma pessoa, com destino à Fortaleza, onde iriam participar de um congresso de cura. Na época, ainda vocacionada, ela se impressionou com a intimidade de Eva com São José.
Como nem tudo são flores em viagens, os perrengues começaram a surgir e as duas consagradas se viram em um ônibus bastante conturbado e barulhento. Foi aí então que São José entrou em cena. Chegando à região de Petrolina-PE, Eva não só pediu a intercessão do santo, como pediu também para que o motorista parasse o ônibus. Ela afirmou que iria seguir viagem no ônibus que viria logo atrás, vindo do Rio de Janeiro. O motorista, atônito, disse, “Isso é impossível, também está lotado”. Mas, Eva retrucou dizendo “Terá três poltronas vazias dentro do ônibus”. Foi quando Áurea pensou “Essa mulher parece que perdeu o juízo”.
– Eva afirmou que São José tinha lhe dito que no próximo ônibus havia três vagas. Eu fiquei impressionada, não é que realmente havia as vagas? Desse dia em diante, comecei a buscar intimidade com São José. Se ele tinha dito algo para Eva, ele poderia também me dizer algo e ajudar nas minhas necessidades. Foi a partir dai que São José entrou na minha vida. – conta Áurea.
Casa própria
Após essa experiência, Áurea buscava uma relação cada vez mais íntima com São José. Acabou virando rotina, passando os seus dias lendo e estudando sobre o pai adotivo de Jesus. Em uma dessas leituras, um livro em específico marcou a sua vida, “José: referencial para o homem de hoje”, do Cassiano Rocha Azevedo, consagrado da Comunidade de Vida.
– Nessa época, ainda morava no interior por conta do trabalho, mas, tendo surgido a necessidade de mudar-me para Salvador; pedia a intercessão de São José para a minha transferência no trabalho e para que eu morasse em um local próximo à comunidade. – comenta Áurea.
As esperanças não eram muito boas para Áurea, quando o seu gerente havia engavetado a sua carta com o seu pedido de transferência. Porém, São José não demorou a socorrê-la e tirou o entrave que havia gerado. Áurea acabou tendo que substituir a secretária que havia saído de férias e encontrou a sua carta na gaveta. A história então foi parar no diretor da empresa, que assinou o documento e concebeu a sua transferência.
– Já procurava apartamento há dois anos, porque não queria viver de aluguel. Todo domingo eu comprava jornal para ver os anúncios, mas sempre havia um empecilho. Era muito difícil financiar e eu não tinha dinheiro. – conta Áurea.
Naquele tempo, Áurea conta que durante o resguardo com o seu filho recém-nascido, não poderia mais comprar jornal por conta da sua situação financeira. Mas pediria um favor para São José: providenciar um apartamento.
– Até que um dia, um colega me disse que um apartamento vizinho ao dele estava à venda. Compramos o apartamento sem um centavo no bolso e conseguimos um financiamento de 100%.
São José, rogai por nós e providenciai!
Por Rodrigo Veloso