Sua Busca
Categoria
Ordenar por




A devoção ao Sagrado Coração no século XVII

No início do século XVII a devoção ao Sagrado coração de Jesus difundiu-se especialmente por meio dos padres jesuítas. Recordamos alguns dentre os mais conhecidos. Na Espanha Luis De La Puente tratou desta devoção nas suas numerosas publicações. Na Hungria Matyas Hajnal escreveu em língua húngara um livro de orações, no qual expõe “A devoção para os corações que amam o Coração de Jesus”. Na Polônia Kasper Druzbicki compôs o tratado “Meta cordium Cor Jesu”. Na França Vicent Huby propagou esta devoção nas missões paroquiais na Bretanha e nos cursos de exercícios a grupos de dezenas de pessoas.A atividade dos padres jesuítas e de outros propagou a devoção ao Sagrado Coração em âmbito público, mas não muito vasto. Um grande ...

Um só coração

A Liturgia da Igreja nos introduz, em junho, na vivência de duas festas especialíssimas: o acontecimento de Pentecostes e a Devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Como podemos unir numa só reflexão estas duas grandes festas? Penso que seja recordando que Pentecostes é a festa da unidade gerada pelo Espírito Santo, unidade esta que brotou do Coração transpassado de Jesus por amor a todos nós. “A Caridade de Cristo me constrange…”, declarava São Paulo como motivo da sua entrega total ao serviço de Cristo na evangelização dos povos. E não somente seu apostolado, mas toda a sua vida era uma resposta de amor àquele Coração transpassado na Cruz por amor a ele e a todos os homens. Cristo deixara-se transpassar ...

Galicanismo e Febronianismo

D. ESTEVÃO BETTENCOURT (OSB) A França tornou-se nos séculos XVII/XVIII o principal ponto de referência dos acontecimentos da história da lgreja. Além da questão jansenista, tomou grande vulto então a do Galicanismo. Galicanismo O absolutismo dos reis da França começou a se afirmar com Filipe IV o Belo (1285-1314); e manifestou-se fortemente no Exílio de Avinhão e no Grande Cisma do ocidente (séculos XIV/XV); cristalizou-se na Pragmática Sansão de Bourges sob Carlos VII em 1438, tendendo sempre a subtrair ao Papado a lgreja na França e professando implicitamente a teoria conciliarista. Tal estado de coisas chegou ao seu auge no reinado de Luís XIV (1643-1715), o Rei-Sol, que dizia: “L’Etat c’est moi! – O Estado sou eu”. Luís XIV era ...
1 3 4 5