Sua Busca
Categoria
Ordenar por




A nova era é realmente nova?

Neste final de século tem-se alastrado uma verdadeira febre pelas questões esotéricas que se manifesta dos mais diferentes modos: grafologia, mapa astral, astrologia, viagens para fora do corpo, comunicações telepáticas, pirâmides, ioga, cristais, duendes, gnomos da prosperidade, livro de relaxamento, meditação, medicina alternativa, ovnis, explosão de novas seitas… Como surgiu a nova era A Nova Era ou New Age na verdade não é nova. Ela desenterra perversas práticas religiosas que remotam o início da humanidade. O terreno começou a ser preparado no século XIX, principalmente por meio da difusão da filosofia oriental, carregada de conceitos contrários a Fé Cristã. Aquele século viu despertar a crença da comunicação dos mortos. Um dos fatores para o desencadeamento dessa moda foi o testemunho ...

Compreendendo a Nova Era

D. Estevão Bettencourt, osb. Em síntese: A corrente filosófico-religiosa ` Nova Era`é um amálgama de esoterismo, hinduísmo (com panteísmo e reencarnação), holismo, comunicação com os mortos, medicina alternativa, gnosticismo e também Cristianismo. Carece de nítida estrutura de pensamento, como também de um governo central. Tem-se expandido notavelmente, porque parece conciliar entre si modos diversos de pensar e agir. Pode-se dizer que Nova Era é a expressão da insatisfação do homem moderno, que experimenta o vazio causado pelo materialismo e as rápidas mudanças da sociedade contemporânea. Os adeptos da Nova Era recusam o que o mundo atual lhes oferece, mas nada de positivo têm a pôr no lugar dos valores tradicionais, pois as mensagens do esoterismo, do channeling, da ufologia, da ...

O Baianismo e o Jansenismo

D. ESTEVÃO BETTENCOURT (OSB) Os Reformadores protestantes lançaram de novo o problema da graça divina e da liberdade do homem, já estudado por S. Agostinho; ver capítulo 13. Apoiando-se na doutrina deste mestre, eram pessimistas em relação a natureza humana e as suas capacidades. Esta temática, complexa como é, continuou a ser debatida dentro da lgreja Católica após o Concílio de Trento (que apenas falara de cooperação entre graça e liberdade), gerando as controvérsias do Baianismo e do Jansenismo. Baianismo Miguel de Bay ou Baius († 1589) era professor de Exegese Bíblica na Universidade de Louvain (Bélgica) desde 1552. Desejava reconciliar os reformados com os católicos, valendo-se de escritos de S. Agostinho, que Lutero e os reformadores muito tinham respeitado. ...

Adorar o Senhor no Santíssimo Sacramento

José Bonifácio Fonseca Matos Em sua carta apostólica “Mane Nobiscum Domine”, o nosso querido Papa João Paulo II nos apresenta o dom da Eucaristia como um grande mistério. Mistério a ser celebrado de maneira digna; que deve ser adorado e contemplado. Queremos assim nos animar mutuamente a estarmos unidos à Santíssima Eucaristia também em seu culto fora da missa. De um lado, sabemos que antes de tudo a Eucaristia é o sacrifício pascal de nosso Senhor; que é na missa onde se atualiza o mistério da vida, morte e ressurreição de Jesus. Daí a necessidade de celebrarmos com toda dignidade, não somente em decoro, mas em comunhão profunda com o mistério celebrado e com o corpo comunitário. Participar ativa e ...

A Criação dos Anjos

A existência dos anjos é dogma, isto é, verdade de fé da Igreja. Trata-se de verdade contida na Sagrada Escritura, proclamada nos Concílios Ecumênicos, afirmada pela unanimidade dos Santos Padres, e ensinada por todos os Teólogos fiéis ao magistério da Igreja. A definição dogmática, deu-se no IV Concílio de Latrão realizado no ano 1215. Antes desse Concílio, a existência dos Anjos, fora afirmada e formulada no Concílio Ecumênico de Nicéia I (ano 325), sob o pontificado do Papa São Silvestre, cujo decreto D.54 explica claramente: ” Creio em um só Deus, Pai Todo Poderoso,Criador do Céu e da Terra, e de todas as coisas visíveis e invisíveis”. Estas palavras são quase que a repetição daquilo que São Paulo ensinava em ...

“Não existe Vida Comunitária se não existir Corações Orantes”

A Comunidade é um Dom de Deus. Não existe vida comunitária se não existirem corações orantes, se não existirem homens e mulheres de vida de oração. Podemos buscar os subsídios para falar de oração na própria vida de Jesus. Jesus continuamente tirava largos tempos da sua vida para estar diante do Pai, para escutar a vontade do Pai, para estar na companhia do Pai. Quando examinamos o Evangelho e, principalmente, o Evangelho de São Lucas, nós vamos ver uma inversão da imagem que geralmente nós temos de Jesus. A imagem que geralmente nós temos de Jesus é como aquele que age, que faz. Porém, no Evangelho de Lucas nós vamos ver que Jesus continuamente está buscando o Pai em oração, ...

Uma primavera para a Igreja

Jean-Luc Moens Em preparação ao encontro da vigília de Pentecostes, João Paulo II havia expressado o desejo de que um Congresso fosse organizado com os movimentos e as novas comunidades. Este Congresso aconteceu em Roma, de 27 a 29 de maio de 1998 com o tema: Os movimentos eclesiais, comunhão e missão na vigília do terceiro milênio. Este Congresso foi um momento importante e permitiu melhor compreender o lugar dos movimentos e comunidades na Igreja. Eis porque lhe consagramos este dossier. Foi a primeira vez que, por iniciativa da Santa Sé, tamanho encontro de responsáveis leigos foi organizado. Estes três dias, sob a presidência do Cardeal Francis Stafford, presidente do Conselho Pontifical para os leigos, foram tempo de reflexão, de ...

Cristo e os Conselhos Evangélicos

Os conselhos evangélicos têm sua origem divina, mais exatamente, cristológica, pois estão fundamentados nas palavras e exemplos do Senhor. Tem sua origem divina na doutrina e nos exemplos de Jesus, isto quer dizer, que se fundam em sua vida, em toda sua vida. A vida e a doutrina de Jesus estão na base de toda forma de vida cristã, e de maneira especial, na base da vida consagrada. Quando se fala na vida de Jesus, não se refere aos seus aspectos, mas às suas dimensões. Como foi a vida de Jesus? Jesus é o Homem inteiramente livre e inteiramente para os outros. Ele viveu inteiramente para o Pai e para os irmãos. Sua vida consiste em desviver-se. Não se pertence ...

Comunidades na Renovação Carismática Católica

Quais são os elementos principais de nossa identidade como RCC? * Batismo no Espírito; * Os carismas; * Os ministérios carismáticos; * Os grupos de oração; * Evangelização; * As comunidades; A RCC é uma graça, não apenas um movimento leigo, nem um movimento estruturado nem uma organização. Por isso não tem fundador, nem tem governo central. As equipes de serviço ajudam a servir a esta graça que tem penetrado também na vida consagrada da Igreja, renovando os antigos e fazendo surgir novas expressões de vida consagrada. Assim como Pentecostes fez surgir a comunidade da Igreja, este Novo Pentecostes, que é a RCC, tem feito surgir dois tipos básicos tipos de comunidades: Comunidades de Renovação e Comunidades Novas. Comunidades de ...

Comunidade: Dom e Graça do Espírito

Deus é:· Amor· Trindade, um só Deus, uma só natureza divina em três pessoas, uma comunhão de amor.Gênesis 1,26 – Façamos o homem a nossa imagem e semelhança. “Não é bom que o homem esteja só.” Deus não pensou no homem como um ser solitário!O homem foi criado para uma comunhão de amor, para viver em comunidade. A história do povo de Deus! Deus chamou homens para conduzir o povo a imagem e semelhança de Deus comunhão. Viver em comunidade é para todos os homens. O que é a Igreja?Deus pensou na Igreja como uma comunidade. Porém… O pecado entrou no mundo para dividir o homem de Deus, de si mesmo e do seu irmão. Quebrou a unidade interior do ...
1 642 643 644 645 646 647