Shalom

Setembro: O mês da bíblia e o mês da vida

Valorizar as Sagradas Escrituras é também enaltecer a vida.

Setembro é marcado por dois aspectos. O primeiro é porque, para a Igreja Católica no Brasil, é o mês da Bíblia, que foi adotado em comemoração à Arquidiocese de Belo Horizonte em 1971, que propôs uma ação bíblica aos fiéis, leigos e consagrados para a comemoração festiva dos 50 anos da então Arquidiocese. O período se tornou simbólico e até hoje o tema é aprofundado neste tempo por católicos de todo o país.

Além disso, setembro também é o mês em que se faz memória a São Jerônimo, grande biblista da Igreja. O serviço de animação das Irmãs Paulinas, sabendo dessa promoção comemorativa, nos anos seguintes da Arquidiocese de Belo Horizonte, propagou atividades formativas voltadas ao mês da Bíblia e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) passou a assumir a data, instituindo-a no país.

É tempo de maior sensibilidade

O segundo aspecto é que para a sociedade, é um mês de sensibilização ao valor a vida e prevenção ao suicídio. O Setembro amarelo é reconhecido em todo o mundo devido a história de um jovem americano que tinha 17 anos, Mike Emme, que tirou a própria vida dirigindo um carro amarelo. A sua família e amigos, passaram a distribuir no seu velório cartões amarelos com mensagens de apoio para aqueles que estivessem passando por essa realidade.

A depressão, o transtorno bipolar e o abuso de substâncias que causam dependência química fazem parte de fatores que podem levar ao suicídio. No Brasil, cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Estão, registrados cerca de 12 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de 1 milhão no mundo, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria.

O mês de setembro, que traz em sua essência a vigilância com a palavra de Deus, traz também o cultivo dela como proposta de uma vida com mais sentido.

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