
Confira abaixo nossa programação:
- Local: Capela Santa Luzia
09:00 – Inicio/ Louvor
10:00 – Pregação
11:00 – Adoração ao Santíssimo
12:00 à 14:00 – Intervalo
14:00 – Retorno/ Louvor e animação
15:00 – Terço da Misericórdia
- Depois todos saíram da capela em procissão para Igreja Matriz
18:00 – Procissão
19:00 – Santa Missa
20:00 – Noite promocional (com comidas típicas e música ao vivo).
História do quadro da divina misericórdia
“Minha filha, não te canses de divulgar a minha misericórdia; consolarás com isso o meu coração, que arde como chama de compaixão para com os pecadores. (Diário – 1521)”.
Devemos buscar a Paz verdadeira no coração misericordioso de Jesus, um coração trespassado de dor e de amor; um coração que não se cansa de perdoar e amar.
O próprio Senhor assim falou à Santa Faustina: “Diz à humanidade sofredora que se aconchegue no meu coração misericordioso e eu enchê-la-ei de Paz” (Diário – 1074).
Corria o rigoroso inverno de 1931, quando no dia 22 de fevereiro, o misericordioso Salvador apareceu à Irmã Faustina, vestido com um túnica branca, com a mão direita levantada a fim de abençoar e a esquerda pousava sobre o peito fazendo com que da túnica, levemente aberta, deixasse sair dois grandes raios, um vermelho e o outro pálido. A irmã, em silêncio, fixou o olhar surpreso no Senhor; sua alma, de início espantada, sentia uma progressiva e vibrante felicidade, e então disse-lhe Jesus: “Pinta uma imagem de acordo ao modelo que estás vendo, e acrescenta a inscrição: ‘Jesus, eu confio em vós’; desejo que esta imagem seja venerada primeiramente na vossa capela e depois no mundo inteiro”.
E Jesus continuou: “Prometo que a alma que venerar esta imagem não perecerá; prometo também já aqui na terra, a vitória sobre os inimigos e especialmente na hora da morte eu mesmo defendê-la-ei” (Diário – 47 e 48).
Depois o Senhor completa suas próprias explicações, dignas de atenção: “Ofereço aos homens um vaso, com o qual devem vir buscar graças na fonte da misericórdia”. O vaso é a imagem com a inscrição: “Jesus, eu confio em Vós”.
“Os dois raios representam o sangue e a água; o raio pálido representa a água que justifica as almas; o raio vermelho significa o sangue que é a vida das almas. Ambos os raios jorraram das entranhas da minha Misericórdia, quando na cruz o meu coração agonizante foi aberto pela lança.
Quando Longuinus, o soldado romano, trespassa o coração de Jesus, abrem-se as comportas da Misericórdia e nasce a Igreja, fonte dos sacramentos.
Estes raios defendem as almas da ira de Meu Pai; feliz aquele que viver à sua sombra, porque não será atingido pelo braço da justiça de Deus. Desejo que o primeiro Domingo depois da Páscoa seja a festa da misericórdia” (Diário nº 299).
A novena à Misericórdia Divina inicia-se na 6º Feira-Santa e termina no sábado que antecede à Festa da Misericórdia no 1º Domingo depois da Páscoa.
Fonte: (http://marcioreiser.blogspot.com.br/2009/03/divina-misericordia.html)
História da festa da Divina Misericórdia
O papa João Paulo II instituiu a festa no ano 2000, por ocasião do jubileu da encarnação de Jesus, onde afirmou que o homem pós-moderno seria evangelizado pela misericórdia. Em 2011, João Paulo II foi beatificado pelo papa emérito Bento XVI justamente no Domingo da Misericórdia.
“A Misericórdia é o maior atributo de Deus” (D. 611)
Santa Faustina Kowalska: rogai por nós!