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Shalom Retrô: Um convite para dançar, curtir e evangelizar!

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Reunir o melhor dos anos 1950 e 1960 com um ótimo rockabilly ao vivo e uma galera super animada que agita a pista de dança, já está se tornando tradição na Missão de Santo André. No sábado, 28, ocorreu a 3º edição do Shalom Retrô, no Sinelli Café e Restaurante em Mauá, SP.

Com uma decoração que remetia ao melhor dos anos dourados, os participantes da festa tiveram a chance de mergulhar em uma das épocas mais queridas. Afinal, como não gostar do bom e clássico rock ´n´roll e as roupas charmosas daquele tempo?

Após ouvirem de muitos convidados que este evento estava entre os melhores do ano, os organizadores resolveram repetir a receita de sucesso do ano anterior. Sendo assim, cerca de 140 pessoas marcaram presença no Sinelli Café, para curtir o som de Edu Rocker Trio. O público ainda teve aulas de dança com Luciana Brajão para não perder nenhum passo da noite, rolou inclusive o sorteio de um corte de cabelo.

 

Alegria no servir

Mais do que um estilo musical, o rockabilly é para os dois Edus (que compõem a banda) e Júnior, um estilo de vida. Pelo segundo ano consecutivo, eles chegam de Jundiaí para animar a festa que ocorre no ABC Paulista e afirmam, que essa não é uma festa comum. “A energia aqui (Shalom) é muito boa. Têm outros lugares que a gente já tocou em que a receptividade do público é muito grande e animada, mas a energia aqui é diferente. É como uma recarga que levamos para o restante do nosso ano e sempre nos lembramos do carinho e respeito recebidos,” destaca Edu Rocker.

Com a missão de “transformar as atividades seculares em meios de evangelização e santificação do mundo” (Estatutos), o Shalom Retrô é uma alternativa que a Missão de Santo André realiza, ao invés do Halloween tão comum nessa época.

A postulante da comunidade de aliança, Ingrid Helena, conta “sinto que nesse evento, conseguimos evangelizar não com métodos infalíveis, mas com o “ser/estar”, sendo feliz, dançando, sorrindo e automaticamente transmitindo a Paz de forma natural, como assim fomos chamados”. Felipe Chervenhak,  participa há um mês da Obra e confirma esse sentimento descrito por Ingrid: “foi uma noite muito boa, o pessoal é bem animado, dança bastante e são muito acolhedores”.

A boa acolhida desperta o desejo de estar mais próximo.  Felipe fala sobre isso, “a gente procura crescer bem mais dentro da Comunidade a medida em que vamos vivendo nossas experiências e somos bem recebidos”, e completa “cresce a vontade de participar de outros eventos, assim também como dos grupos de oração que nos levam para mais perto de Deus”.

Em seu terceiro evento tendo a oportunidade de servir, Christiane Oliveira fala sobre a experiência, “é muito emocionante, porque das outras vezes assim como essas pessoas que estão aqui, eu estava participando e hoje tenho a oportunidade de retribuir ao que Deus tem feito em minha vida, servindo”.

O tema da festa é também outro ponto que se destaca ao agradar os convidados, para Christiane é a chance para relembrar tempos em que as pessoas eram mais próximas. “Hoje em dia estamos muito viciados em celulares e tecnologia, ao voltar no tempo com a festa podemos lembrar de uma época em que as pessoas se socializavam e interagiam mais umas com as outras”.

 

* Redação, Jéssica Maia


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