Foi dada a largada para o Acamps

Aconteceu na quinta (06/11) o lançamento do Acamp’s na missão de Patos. A casa estava cheia de jovens e assim foi dada a largada para o Acampamento de Jovens Shalom! Cheios de fervor os jovens se animaram para participar, assim como para servir. O Acamp’s será de 15 a 18 de janeiro na Chácara Nova Vida, a qual se encontra em Serra Negra do Norte/RN. Agora é contagem regressiva, faltando quase dois meses para nosso Acamp’s… As inscrições já começaram e você não pode perder! Venha experimentar da verdadeira radicalidade, venha SER um jovem diferente que escolhe a melhor parte, você só vai saber do que eu estou falando se experimentar das melhores férias da sua vida!!! Acamp’s, férias que nunca acabam! Mais informações: Prysccylla – Coord. Projeto Juventude para Jesus (83)9857-3773 / (83) 3421-8635 E-mail: juventudepatos@comshalom.org

Acamp’s 5° dia

Melhor vida não há!

Recebi um convite para ir ao Acamp’s e aceitei sem pensar, sem saber o que esperar. Sozinha, saí de Manaus para Fortaleza. Todos a quem eu dizia isso, faziam a mesma cara de espanto dizendo: “Se ‘tacou’ lá de Manaus só para vir pro Acamp’s? Sozinha? Corajosa hein?!” E foi então que percebi que não fiz algo comum, não por coragem, mas porque Deus havia me convidado. Ele me queria lá, como eu recusaria? Um dia antes de partir, bateu o medo, bateu a insegurança do que poderia acontecer. Eu sabia que algo ia mudar dentro de mim e tive medo dessa mudança. Um amigo me disse que eu procurasse estar atenta a escutar tudo o que Deus quisesse me dizer. A partir de então, fui levando no coração apenas a minha vontade de escutá-Lo, mesmo que a vontade Dele não fosse a mesma que a minha. Definiria esses seis dias como os melhores da minha vida. Nunca me senti tão amada, tanta paz, como se tivesse, enfim, encontrado o meu lugar, a minha casa. Acredito que experimentei um pedacinho do Céu. Deus não me chamou para pedir nada, Ele tinha muito a me dar e me encheu de amor, de coragem, de felicidade. E o medo? A saudade? O conforto? Encontrei naquele pedaço de terra simples, mas cheia de vidas ofertadas com tanto amor, tudo o que eu preciso para viver plenamente feliz. Precisava entender que tudo o que eu buscava, o que me fazia falta esteve sempre comigo, mas eu não me permitia sentir, por medo de ser cobrada, de ter que abrir mão de algo. Entendi que a vontade de Deus para minha vida não é diferente da minha, tudo que Ele quer me dar é o que eu já desejava, mas de forma desordenada. Nada eu perdi, ganhei tanto que agora tudo o que de mais precioso eu possuo, esse imenso Amor. Por esse Amor, desejo ofertar meu tempo, minha vida, minhas dores para viver a vontade de Deus, não por obrigação, mas porque sou livre para escolher e escolho ser feliz e dividir essa felicidade com tantos que não a conhecem.  Tudo o que posso dizer é “melhor vida não há!”   Dionéa Benaion, 19 anos   Obra Shalom Manaus (AM)

Acamp’s 4° dia

Shalom realiza Acamp’s na Hungria

A Comunidade Católica Shalom realizou o Acampamento de Jovens Shalom, Acamp’s, na Hungria. Cerca de 80 jovens participaram do evento, realizado de 23 a 27 de julho, na cidade de Siófok, às margens do lago Balaton, considerado a “praia dos húngaros”. Música, esporte e espiritualidade marcaram o encontro. O Acamp’s teve sua primeira edição em Fortaleza, em 1989. Hoje já acontece em 29 cidades do Brasil, com o objetivo de oferecer aos participantes, cuja faixa etária predominante é de 13 a 25 anos, uma experiência pessoal com o amor de Deus. Na Hungria, não foi diferente. Os jovens participaram do Seminário de Vida no Espírito Santo (SVES). “Muitos têm falado que a dinâmica do Acamp’s foi muito legal, pois no mesmo dia tínhamos oração, adoração ao Santíssimo Sacramento, Missa, pregações, e íamos para o lago, praticávamos esporte, jogávamos e, durante as noites, fazíamos festa”, afirma a missionária Carolina Costa. As pregações do SVES ficaram por conta do missionário brasileiro Rafael D’Aqui e da esposa Nathalie Rüttimann, ambos membros da Comunidade Católica Shalom, como Comunidade de Aliança. Nathalie contou como experimentou dos dons do Espírito Santo pela primeira vez e como passou a usá-los. O testemunhou dela, pelo fato de ser europeia, aproximou-se bastante da realidade vivida pelos participantes. A atividade da noite era sempre uma festa. A primeira foi de temática junina, depois um luau à beira do lago, com direito a banho. A última foi um show do ministério de música e de uma banda local na praça principal da cidade. Também foi encenada a peça “Life House”, que traz a história de pecado e salvação do homem. “Além de os jovens terem se divertido bastante com esses shows, também foi uma excelente oportunidade de evangelizar”, avalia Carolina. Engajamento No Acamp’s da Hungria, cerca de 30 pessoas estavam servindo. “Todos esses fazem parte da obra, e deram a vida servindo. Tivemos escala de intercessão, já que tivemos Jesus Eucarístico o tempo todo conosco. Cada um tinha que rezar diariamente uma hora”, informa a missionária. Todos os outros participantes eram de outras comunidades, alguns só frequentavam as missas e havia também quem sequer era batizado. Os primeiros missionários da Comunidade chegaram à Hungria em outubro de 2009, a pedido do cardeal arcebispo da Diocese de Esztergom-Budapest, Erdő Péter, que, de forma especial, pediu para se dedicarem à evangelização da juventude. “Através da amizade e da partilha de vida, foi se achegando a nós os primeiros jovens. Após um ano e meio, iniciamos o primeiro grupo de oração e algumas atividades, como festas e passeios. A partir de 2012, nos firmamos ainda mais num caminho de evangelização e podemos hoje contemplar o que o Senhor já nos deu: uma pequena Obra Shalom em Budapeste, com jovens engajados e com expressões do Carisma já se desenvolvendo no meio deles”, conta a responsável local da Missão de Budapeste, Joicy Nazareth. Segundo Carolina, cresce a esperança de nascer um novo grupo de oração na Missão de Budapeste depois desse evento. “Com certeza não virão todos, porque alguns vieram de outras cidades da Hungria, mas creio que a maioria fará parte da obra. Em setembro iniciamos o grupo e faremos o reencontro”, adianta. Emanuele Sales Confira fotos do Acamp’s na Hungria aqui.

Acamp´s 3° dia

Acamp’s 2° dia

Acamp’s 1°dia

A todos que desejam a felicidade, saibam que Deus é a unica salvação

Conheci a Comunidade Shalom em 2012, porém não frequentava muito, o que mais me dava vontade de ir ao centro de evangelização era o fato de ser acolhido bem, me encantava chegar a um lugar em que muitos me acolhiam com alegria. Mas, infelizmente eu deixei o mundo falar mais alto e me afastei de Deus. Foram dois anos de pura ilusão, caí nas drogas, ouvi músicas que não faziam sentido nenhum em minha vida, me relacionei com pessoas do mesmo sexo que o meu e achava que era a pessoa mais feliz do mundo. Até que em janeiro de 2014, mês em que minha irmã participou do Acamp’s, bateu-me um desejo enorme de voltar aos braços de Deus. Então, eu resolvi voltar para o Shalom, foram muitos os amigos que ganhei e, aos poucos, fui deixando os vícios que o mundo deixou em mim. Em março de 2014, aconteceu o “Reviver”, retiro de carnaval do Shalom, não perdi tempo e corri para cancelar todos os eventos planejados, só para ficar mais próximo do Pai. No Reviver ganhei a graça de rezar em línguas, segundo o Espírito Santo. Os meses foram passando, até que eu fiquei sabendo que o Acamp’s aconteceria novamente nesse mesmo ano. Tudo aparentemente ocorria bem até eu perceber que não teria o dinheiro para fazer a inscrição. Eis que Deus me surpreende novamente e me dá um emprego onde conseguiria pagar a inscrição. Paguei um dia antes. Fui como servo, a princípio confesso que não gostei muito da ideia. Queria mesmo ter a mesma experiência que muitos tiveram como participante. Logo pensei: “Se é vontade de Deus, quem sou eu para contradizer”. Enfim, chegou o dia, fui para o Acamp’s. Quando vi os participantes chegarem, bateu um medo. Cheguei até a dizer para um dos servos que não iria servir. Nesse mesmo dia fui à capela falar com Jesus, Ele me disse que eu não precisaria ter medo pois Ele iria me dar uma graça. No dia seguinte, fui para a primeira adoração ao Santíssimo Sacramento. Naquele momento, recebi a informação de que todos os servos teriam que rezar pelos participantes. Eis que recebo o que Deus me prometeu, a graça do amor ao próximo. Doía muito em meu coração toda vez que eu conhecia a vida do jovens presentes naquela capela, chorava muito pelo sofrimento de cada um, emocionei-me ao ouvir o testemunho de alguns, falando das graças alcançadas. Ao retornar para casa, algo me incomodava. Eu sentia medo de que todos voltassem para o mundo e se afastassem de vez do amor de Deus. Então, veio a ideia de criar um grupo em um aplicativo de bate-papo e reunir todos novamente. Fiquei muito feliz em saber que nenhum desistiu e que todos permaneceram no Abraço do Pai. Sou muito grato a Deus por ter conquistado todas essas graças. A todos que desejam a felicidade, saibam que Deus é a unica salvação. Diogo Gonçalves

Eu encontrei Deus

Sou Dandara Bezerril, tenho 20 anos, faço parte da obra da Comunidade Católica Shalom, em Maceió (AL). Minha primeira experiência com o amor de Deus foi no Acamp’s 2014, mas começar assim a história fica sem graça, não é? Então vou contar do começo… Venho de uma família que não segue nenhuma religião. Mesmo minha mãe tendo sido criada no catolicismo, ela não seguiu e se afastou desde muito nova e meu pai também não teve fortes influências religiosas em sua família. Meus pais sempre foram super tranquilos e nunca me impuseram nenhuma religião, sempre me deixaram livre pra escolher o que era melhor pra mim e o que me deixava feliz. Eu sempre digo que minha família é muita curiosa, pois mesmo sem seguir nenhuma religião, já fomos um pouco de tudo: já fomos ao centro espírita, à igreja evangélica durante 4 ou 5 anos, eu e minha mãe já fomos budistas. Deu pra notar que mesmo sem seguir religião, tentávamos nos achar em alguma delas, mas nunca obtivemos êxito, sempre acontecia algo que nos levava a sair. Uma das coisas que me fazia sair era a falta de respostas às minhas inúmeras perguntas. Parecia que as pessoas sempre tinham as mesmas frases, frases prontas. A última igreja que fiquei foi a evangélica, mas depois fiquei durante alguns anos sem contato com religião, a não ser por intermédio de leituras e pesquisas que sempre fazia. Então, eu quis tentar algo novamente, pois me sentia inquieta e vazia, mas queria algo diferente do que sempre convivia. Aos 16 e 17 anos, interessei-me pelo budismo. Frequentei durante quase um ano e participava das reuniões, dos estudos e tudo mais. Gostava porque sempre discutíamos tudo e todas as minhas perguntas e dúvidas eram cessadas. Mas, mesmo assim, não me sentia feliz por completa nem satisfeita e foi aí que eu fiquei mais confusa, porque pensava “eu saí de uma igreja porque ninguém conseguia me responder, daí quando acho uma ‘religião’ que todas as pessoas sempre tem resposta a me dar, eu não me sinto satisfeita”. Foi quando novamente notei que aquilo “não dava pra mim”. Fiquei muito triste e decepcionada, pois durante minha vida inteira eu havia buscado e lido sobre varias religiões mas nunca me sentia completa em nenhuma delas. Daí, tomei a decisão de parar de vez. Fui tão radical que, pra mim, não fazia mais sentido rezar. Foi assim que aos 17 anos parei totalmente de rezar. No final do ano passado, algo me inquietava, ficava lembrando do nada dos encontros religiosos da época do colégio, pois estudei em colégio católico. Sentia saudades daquilo tudo e, às vezes, ficava perguntando a minha amiga Brunna Rocha, que hoje é postulante da Comunidade Católica Shalom como Comunidade de Aliança, como ela estava no Shalom. Ao mesmo tempo, achava estranha essa curiosidade até porque eu sempre me achava muito autossuficiente – pobre coitada! –  pra estar querendo ter um encontro com Deus. Em dezembro de 2013, eu tive de fato a certeza de que estava distante de Deus e que não queria mais isso. Durante uma semana inteira, sentia vontade de rezar, mas não rezava, porque como já falei eu era muito autossuficiente e não ia dar o braço a torcer. Essa vontade surgia cada vez mais forte em mim. Então pensei: “Ok, Ok, eu rezo, só pra essa vontade sair logo”. Daí, comecei a rezar, mas simplesmente não conseguia completar a oração, nem o Pai Nosso nem a Ave Maria, eu simplesmente tinha esquecido, isso de certa forma me assustou muito e foi aí que notei o quão distante Deus eu estava. Em janeiro de 2014, fui para o Acamp’s. Durante o encontro, passei por vários momentos; de inicio eu mal interagia com as pessoas e nas duas primeiras noites ficava me perguntando “que negócio em que tu foi se meter Dandara, isso não é pra você”. Mas como eu estava lá, fui até o fim, pra ver o que dava… Além do mais, eu era aquela típica pessoa que não queria dançar (até porque não sabia as coreografias), não queria partilhar (porque achava que não tinha o que partilhar) e não queria levantar a mão nas adorações e nem me aproximar do ícone (na verdade, eu até me afastava). Mas sempre que eu conversava com o pessoal, todo mundo dizia pra abrir o coração, me entregar, mas eu achava que aquilo tudo era balela e que eu não ia fazer aquilo, não. Pra mim, até rezar era difícil, mesmo nas adorações com todo mundo rezando, chorando, repousando, eu só ficava observando, ou fechava os olhos pra disfarçar pra que o povo pensasse que eu estava rezando, mas na verdade não estava, porque aquela situação de conversar com Deus era muito, mas muito difícil mesmo e o meu sentimento era de vergonha. Eu queria me esconder de Deus, então rezar pra mim seria uma forma de me encontrar com Ele e eu não me achava merecedora disso, por isso não conseguia rezar. Foi quando na oração de cura, duas pessoas rezaram por mim. Eu fiquei muito assustada e ficava pensando “Como assim? Como elas sabem disso?”, porque eu nem conhecia as duas pessoas que rezaram por mim e elas falaram coisas que apenas eu sabia, apenas eu entendia. Essas duas orações ficaram na minha cabeça o dia inteiro, a noite inteira, e eu ficava tentando entender como aquilo era capaz, querendo respostas de como alguém pode falar algo a mim sem nem me conhecer, mas foi exatamente a partir dessas duas orações que eu comecei a ficar disposta a me envolver com as pessoas, a participar mais das brincadeiras, das fraternidades e das adorações, porém, eu ainda travava na hora de rezar. Simplesmente não conseguia, não saía nenhuma palavra, me dava vontade de fugir da adoração e de chorar, porque pra mim a ideia que tinha era que aquilo tudo não era pra mim e que eu novamente estava tentando algo que não ia funcionar. Ao mesmo tempo em que

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