Deus nos dá o melhor

Eu me chamo Scarlett Farias, tenho 19 anos e sou postulante da Comunidade de Vida da Comunidade Católica Shalom. Fui criada em uma família católica, minha avó desde sempre me ensinou que nunca poderia faltar à missa dominical, todos os domingos íamos eu e ela para a Igreja. Depois da morte de minha avó, quando eu tinha 10 anos, passei a ir às missas apenas quando eu não tinha nada pra fazer. Comecei a ir às festas, a ter muitos “amigos”, comecei a fazer tudo o que eles faziam, porque, afinal, eu procurava a felicidade a qualquer custo. A meu ver, todos eles eram felizes e para que eles me aceitassem no “grupo”, eu precisava fazer as mesmas coisas que faziam, minha casa era tipo um “point” de encontro. Ao passar do tempo, comecei a perceber que, mesmo saindo com meus amigos, indo pras festas, não era feliz. Quando chegava em casa, só chorava porque não era feliz, eu queria ser feliz mas não sabia como. Comecei a frequentar a Renovação Carismática. Era muito bom estar lá, mas meus “amigos” não aceitavam, me criticavam, porque a maioria deles não acreditava em Deus. Continuei indo mesmo assim até que, em março de 2011, entrou na sala de aula uma nova professora de Biologia. Ela deu aula e no final ficamos conversando. Foi então que ela me falou que era responsável pela Difusão da Obra Shalom na cidade e me convidou a conhecer. Na mesma noite eu fui. Na noite seguinte, existia algo dentro de mim que me chamava a ir novamente ao Shalom. Desde aquele dia, não deixei mais de frequentar. Ah, e os “amigos”? Todos eles se afastaram de mim, mas definitivamente eu era feliz, só o Belíssimo Esposo me bastava, Ele havia me seduzido, e eu já não conseguia mais viver um dia sem Ele. Passei no vestibular para Ciências Biológicas. Em fevereiro de 2013, tranquei a faculdade e passei em outro curso, Ciências Contábeis. No mesmo mês fiz minha experiência vocacional na Comunidade de Vida. Dentro de mim, senti que lá era o meu lugar, que era para aquela forma de vida que eu fui criada, mas eu não queria deixar tudo, não queria deixar minha faculdade, não comentei com ninguém tudo isso. Fui para o encontro aberto do vocacional e lá eu disse a Jesus: “Senhor se eu for Comunidade Vida, que você confirme agora no meu coração e se eu não for que você silencie”. Ao me calar, uma pessoa proclamou “Sim, eu te chamo para a Comunidade de Vida, estou confirmando agora no seu coração”. Meu coração quase parou, era tanta emoção, eu tinha acabado de ouvir a voz do Belíssimo, e Ele tinha falado para quê eu fui criada, qual era minha vocação. O sentimento de eternidade tomou conta de mim. Fiz o plantão vocacional e uma semana depois recebi a noticia de que eu era vocacionada. Mal podia acreditar que a vontade de Deus estava se cumprindo em minha vida. No segundo mês de vocacional, cujo tema é o Amor Esponsal, foi discernida minha caminhada para a Comunidade de Vida. A cada encontro, minha felicidade só aumentava, eu ia me encontrando, me apaixonando cada vez mais por Deus e pelo Carisma Shalom. Com o tempo, começou a brotar um medo de estar fazendo a minha vontade e não a vontade de Deus, comecei a questionar se realmente eu era Comunidade de Vida. Fui para o retiro de aprofundamento e na noite festiva, em um momento de oração, uma irmã proclamou: “Deus me faz entender que existe uma irmã que estava fazendo o vocacional fechado para a CV e, por medo, começou a duvidar se realmente ela é CV. Deus vem confirmar que você é CV e Ele ainda me dá uma visualização de Moysés colocando o sinal em você!”. Como o Belíssimo me ama! Por Ele conhecer a minha fraqueza, agiu com misericórdia confirmando minha vocação. Mandei carta para a Comunidade de Vida e às vésperas da resposta, saiu o resultado do vestibular, eu havia passado em Geografia, Bacharelado na Universidade Federal de Alagoas. Havia passado também em Gestão Ambiental no Instituto Federal de Alagoas, ganho uma bolsa de estudos para Matemática em Recife e outra para Enfermagem em Aracaju. Quando fui rezar pra saber se era pra eu me matricular, Deus me dizia que não, porque Ele queria “tudo”. Eu me abandonei em Deus, não me matriculei em nenhuma. Trabalhava na Prefeitura como professora de matemática e era tempo de renovação de contrato. Não renovei porque tinha certeza da vontade de Deus na minha vida. Desde que havia mandado carta até a resposta sair, todos os dias fazia o mesmo pedido a Deus: “Senhor, me deixa fazer meu postulantado em Fortaleza, deixa eu morar no coração do carisma”. No dia primeiro de abril, quando fui rezar, falei pra Ele: “Senhor, todos esses dias te fiz o mesmo pedido e hoje à tarde saberei a resposta. Ainda assim, te peço: me leva pra morar em Fortaleza”. Na mesma hora, Ele me deu uma palavra no livro de Ester, que dizia “seu pedido foi aceito”. Meu coração se encheu de alegria. À tarde, quando fui receber a resposta, na verdade, eu só queria saber em qual casa de Fortaleza eu iria morar. Parquelândia: essa era minha primeira terra de missão! Hoje, após dois meses morando na Parquelândia, posso afirmar que Deus só nos dá o melhor. Sou plenamente feliz e tenho certeza de que é pra sempre. Pela Igreja, pelos jovens, pelos homens! Scarlett Farias

Por que consagrei minha vida a Deus?

Quando eu estava perto de fazer minhas primeiras promessas no Carisma Shalom, fui questionada por meu orientador de mestrado sobre o porquê dessa escolha. Quando eu rezava, Deus me inspirou a escrever esse texto para ele: “Gostaria de explicar um pouco melhor a minha escolha para que você perceba o quanto ela é feliz. Sempre fui uma pessoa muito racional e por alguns anos estive fora da Igreja Católica. Acreditava em Deus, mas achava que não precisava de nenhuma religião para me orientar. Neste contexto, fui percebendo que cada vez mais eu caminhava para o vazio. Cada vez mais, eu me afastava de Deus. Durante esse período, passei por uma grande crise na minha vida. Era muito impressionada com o meu sucesso profissional, pois minha família, em quase tudo, dependia de mim. Meu pai casou muito cedo e quando eu nasci ele tinha apenas 17 anos, por sua imaturidade e envolvimento com drogas ele perdeu tudo o que tinha, o que nos fez quase passar fome. Tudo isso fez de mim uma pessoa que vivia exclusivamente para dar o melhor para minha mãe, para os meus irmãos e até para ele. Comecei a trabalhar aos nove anos e sempre tive no meu coração um grande desejo de ser uma pessoa boa. Aos 13, fui ser professora particular e desde então a Matemática começou a ser a minha grande meta, pois, por ser a disciplina com que eu mais me identificava, me trazia retorno nas aulas. Assim, fui estudando cada vez mais, mais e mais. Isso não era fácil, pois eu morava no interior do Piauí, vinha de escola pública e tive que aprender quase tudo sozinha, uma vez que meus alunos eram todos de escola particular. Ainda nesse caminho, quando fiz 17 anos, fui morar na capital do Piauí, Teresina, para estudar. Lá morei em várias casas, entre elas duas casas de estudantes. Conviver com as mais diversas pessoas me fez desejar ainda mais fazer algo que pudesse contribuir com a humanidade, com o bem estar do outro, mas não associava isso à religião alguma, pelo contrário, me distanciava mais, uma vez que só conseguia ver os defeitos de cada uma. Na época, ajudei a expandir, junto com uns amigos universitários, um pré-vestibular popular comunitário na UFPI e ainda uma ONG, na qual eu e outros estudantes passaríamos a percorrer o interior do Piauí ensinando o básico de educação e cidadania aos mais pobres. Ainda tinha um jornal de poesia e crônicas chamado Boca do Forno, onde eu expressava publicamente minhas opiniões e ideias a todos, em especial, na Universidade. Minha vida era bastante dinâmica, fazia tudo o que citei, sustentava a minha família, ajudava os meus amigos mais carentes da residência universitária, saía bastante, viajava muito, no entanto, eu ainda me sentia vazia. Fui ficando tão responsável que preferia morrer que errar, que decepcionar as pessoas e, principalmente, a minha família. Depois dessa época, fui me desmotivando a viver, só trabalhava, saía muito, me divertia muito, ajudava muitas pessoas, mas algo em mim era uma lacuna. Sentia-me num grande paradoxo: faço as pessoas felizes, mas não sei exatamente o que é a felicidade. Nesse período, conheci uma amiga que gostava muito de falar das coisas de Deus e apesar de viver criticando-a, eu sabia que ela tinha o que eu não tinha, ela era plenamente feliz e sua felicidade era muito simples. Ela tinha um grande desejo de depender de Deus em tudo, de ter a sua vida guiada por alguém bem maior e que era o Senhor de todas as coisas. Certa vez, essa amiga, depois de muita insistência me levou a um grupo de jovens que se reunia dentro da UFPI e ali eu percebi o que me faltava, me faltava uma experiência com Deus. Depois desse encontro de jovens, não quis mais voltar ao grupo, pois eu era muito orgulhosa e achava que se fosse, seria uma pessoa mais fraca, porque estaria deixando alguém direcionar minha vida. Em consequência dessa ida ao grupo de jovens e do que experimentei, passei os três meses seguintes lendo sobre todas as religiões, crenças e o que quer que fosse relacionado a algo mais espiritual. Tudo isso, porque eu pensava que lendo poderia entender o que aquela menina tinha e que eu não tinha. Passei, então, a ter muita sede de Deus, mas não sabia como experimentá-lo e, no fundo, me questionava se Ele existia. Nunca deixei de acreditar, mas tinha muitas crises de fé. Porém, no meu coração era um misto entre toda a minha história, meus planos e o que havia experimentado de maneira tão simples. Hoje, ao lembrar isso, me vêm à memória uma frase de uma santa que gosto muito (Santa Teresinha) que diz que Deus nos faz desejar aquilo que Ele quer realizar. Foi, então, nessa crise toda, em setembro de 2003, um mês depois de ter acontecido uma situação muito delicada na minha vida, eu soube que em Teresina aconteceria um retiro de jovens de uma comunidade chamada Shalom, do qual nunca havia ouvido falar. Fui para esse retiro e lá conheci as pessoas mais felizes da minha vida, um bando de jovens que haviam deixado suas casas e viviam para evangelizar. Quando comecei a ouvir as palestras do retiro, descobri na vida daqueles jovens tudo aquilo que para mim era um misto: o desejo de ajudar os outros, de fazer o bem, de viver virtudes e valores que a sociedade de hoje não escolhe mais, mas, principalmente, eu descobri na vida deles que o meu maior problema era estar no controle da situação. Descobri que o mundo de hoje vive o que Sören Kierkegaard dizia: ‘[A sociedade de hoje] é um navio que está nas mãos do cozinheiro de bordo; e as palavras transmitidas pelo alto-falante do comandante não dizem mais respeito à rota (que não mais interessa a ninguém), mas ao que se comerá amanhã’ e que, como dizia ainda Dostoievski, ‘Se Deus não existe, então tudo é possível!’. Percebi que

Shalom realiza Acamp’s de Inverno

O Projeto Juventude para Jesus do Shalom de Santo Amaro realiza o Acamp’s de Inverno, acampamento de jovens cuja proposta é oferecer alegria, diversão e um encontro com a verdadeira paz e felicidade que não passam. O evento acontece em todo o Brasil. Em Santo Amaro (SP), será realizado de 19 a 20 de julho. A proposta também é de proporcionar uma experiência de mudança radical na vida dos participantes. Participe. SERVIÇO Acamp’s de Inverno De 18 a 20 de julho Local: Sítio Estância Serra Dourada Valor: R$ 100 Você não pode perder INSCRIÇÕES ABERTAS É SÓ CLICAR NO LINK: https://www.facebook.com/juventudesantoamaro/app_127087913984159

Senti-me alegre, amada e desfrutei do amor de Deus

Meu nome é Beatriz e tenho 16 anos. Conheci a Comunidade Católica Shalom quando eu tinha 12 anos, através da minha tia que já frequentava o grupo de oração e queria levar a minha prima para participar e a única forma de convencê-la era levar-me também. O que mais me chamou a atenção na Comunidade foi a simpatia e a alegria com que viam e praticavam nossa religião, que para mim era estranha porque aqui, em Portugal, as coisas são feitas de uma forma mais sisuda. Mais tarde, comecei a desvalorizar a fé devido a algumas dúvidas que me iam surgindo e comecei a ganhar certa preguiça e falta de vontade de voltar ao grupo. Assim me fui afastando até deixar de frequentar a Comunidade. Algum tempo depois, minha prima convidou-me para participar em um evento que a Comunidade estava a organizar, sem saber bem para o que ia, aceitei o convite e fui, até porque já sentia uma certa saudade daquela alegria toda. Era o Seminário de Vida no Espírito Santo, passei aquele fim de semana com uma felicidade enorme e experimentei de coisas que nunca tinha sentido, senti-me alegre, amada e desfrutei do amor de Deus com toda a força. Aquilo trouxe-me vontade de voltar novamente ao grupo de oração para poder viver o que vivi num simples fim de semana, durante todas as semanas. Devido a situações da minha vida, vi-me impedida de continuar a frequentar o grupo e afastei-me novamente da Comunidade. Mas agora, com a criação de um grupo só de jovens, num horário diferente, eu pude finalmente voltar ao grupo e desfrutar desse amor que me ajuda a ultrapassar todas as dificuldades e a saber que nunca estou sozinha, porque Deus vai sempre me acompanhar e porque “o seu amor supera tudo”! Eu quero continuar a seguir este caminho e preservá-lo no meu coração. Por isso eu convido-te a ti, que acabaste de ler este texto a participar no grupo e a trilhares este caminho conosco porque “o amor explica tudo”!

Jovens testemunham experiência com a Eucaristia: “É mistério de amor”

Os jovens da Comunidade Shalom ficaram responsáveis pela adoração eucarística na Catedral do Rio de Janeiro, na quinta-feira de Corpus Christi (19). Durante cerca de 3 horas, eles se prostraram diante de Jesus na Eucaristia e expressaram sua amizade com Deus. Confira os testemunhos:

Flashmob em evangelização na praça de Forquilha

Atendendo ao apelo feito pelo Papa Francisco, jovens da Obra Shalom Forquilha “fizeram bastante barulho” no último domingo (22) com  o Shalom na praça do município. Com música e dança, em um flashmob, eles anunciaram alegria do Evangelho. O evento foi realizado na praça da Igreja matriz da cidade e reuniu vários jovens e adultos, tendo como principal objetivo difundir o Carisma Shalom e chamar atenção para o protagonismo jovem nas novas formas de evangelização. “Foi maravilhoso ver todos aqueles jovens com imensa alegria, evangelizando, falando do amor de Deus para as pessoas, transmitindo para cada um a imensidão desse amor”, afirma Lidiane Telísforo. Um stand também foi montado. A noite foi concluída com uma oração de agradecimento agradecendo ao Senhor por todas as maravilhas que Ele realizou durante a evangelização. Confira aqui a galeria de imagens Ronaldo Gomes

Projeto Juventude para Jesus evangeliza na Praia da Costa

Um típico final de semana no Nordeste com sol, praia e muita evangelização foi o cenário do evento PJJ Beach Electronic Music. A manhã do domingo,15 de julho, foi marcada por um grande momento de fé promovido pelos jovens do Projeto Juventude Para Jesus, na Praia da Costa (Atalaia Nova), em Barra dos Coqueiros, na Região Metropolitana de Aracaju. O PJJ Beach Electronic Music é um misto de música eletrônica, evangelização, criatividade e missionariedade. Os jovens saíram do Centro de Evangelização Shalom, com destino à praia, com a finalidade de evangelizar. A venda de água, energético, picolé foi apenas um pretexto para se aproximar das pessoas e dos turistas, que estavam curtindo a praia, e falar um pouco de Deus. O coordenador do PJJ, Anderson Menezes, falou sobre a importância de ações evangelizadoras como o PJJ Beach Electronic Music, neste tempo em que a Igreja nos convida a viver a “cultura do encontro”: “Essa experiência nos fez experimentar concretamente o chamado do Papa Francisco ‘à cultura do encontro’. Pois só é possível evangelizar quando temos a coragem de sair de si e ir ao encontro do outro. Esse evento propiciou de forma criativa esse encontro e pudemos, assim, testemunhar a alegria de ser de Deus para muitos naquela praia”, disse. O evento perdurou por todo o dia, com evangelização, alegria e muita música eletrônica comandado pelo DJ César. Com informações da Secretaria de Unidade Layla Kamila

Shalom estreia “Fazendo Barulho” na Rede Vida

A Comunidade Católica Shalom estreou no domingo (15), em caráter experimental, o programa de TV Fazendo Barulho, na Rede Vida. O programa semanal é direcionado para os jovens e se inspira no pedido do Papa Francisco aos participantes da Jornada Mundial da Juventude: que façam barulho, provocando mudanças ao romper com a comodidade e com o fechamento em si. A estreia do formato oficial acontece no dia 20 de julho. A coordenadora e apresentadora do programa, Gabriela Viana, informa que o Fazendo Barulho ainda passa por ajustes na equipe, estrutura física e programação. Até dia 20, será transmitido de 10h ao meio-dia, quando passará a integrar a grade de programação da emissora de 14h às 16h.  Integram a equipe cerca de 40 pessoas, entre profissionais e missionários da Comunidade Shalom. “É a primeira vez que a Comunidade vive essa experiência de um programa ao vivo, em rede nacional. Então, nós estamos ajustando pra que no dia 20 de julho possamos estrear de 14h às 16h. Estamos ajustando tudo: equipe, estúdio… Até mesmo o estúdio onde estamos é provisório”, afirma Gabriela. Inspiração O nome do programa veio do discurso do Papa em 25 de 2013, aos jovens argentinos, durante a JMJ Rio: “Desejo dizer-lhes qual é a conseqüência que eu espero da Jornada da Juventude: espero que façam barulho. Aqui farão barulho, sem dúvida. Aqui, no Rio, farão barulho, farão certamente. Mas eu quero que se façam ouvir também nas dioceses, quero que saiam, quero que a Igreja saia pelas estradas, quero que nos defendamos de tudo o que é mundanismo, imobilismo, nos defendamos do que é comodidade, do que é clericalismo, de tudo aquilo que é viver fechados em nós mesmos. As paróquias, as escolas, as instituições são feitas para sair; se não o fizerem, tornam-se uma ONG e a Igreja não pode ser uma ONG. Que me perdoem os Bispos e os sacerdotes, se alguns depois lhes criarem confusão. Mas este é o meu conselho. Obrigado pelo que vocês puderem fazer”. Unidos em oração Ouça mensagem da apresentadora Gabriela Viana:   Curta a fanpage Fazendo Barulho Confira aqui galeria de imagens do primeiro programa ao vivo.

Eu mal sabia a alegria que me esperava

Encontrei uma pessoa do Shalom no Bote Fé em 2013, fui convidada para conhecer a Comunidade, mas nunca havia ouvido falar sobre ela e mal sabia o que era. Havia três anos que eu fazia parte de grupos da minha paróquia, mas nunca havia sido completamente saciada. Depois de algumas semanas, fui conhecer o Centro de Evangelização, me deparei com uma realidade de juventude radical e entregue a Deus. O meu primeiro sentimento foi medo, o meu segundo, susto. Como aqueles jovens poderiam ser tão felizes abrindo mão de tantas coisas que eu vivia no mundo? E se em algum momento Deus me tirasse tudo como daqueles jovens tinha tirado? Mas eu mal sabia a alegria que me esperava. Comecei a me engajar no grupo de jovens e, logo depois, em um Ministério. Deus me queria muito e eu não entendia o desejo Dele, comecei a me despojar de apegos que mesmo dentro da igreja me tiravam de Deus e fui tocando no Cristo Ressuscitado através da vivência com os irmãos da Comunidade Shalom, os jovens e as pessoas da Obra. Ali pude entender a dimensão da felicidade, pois com minha alegria, minha juventude e minha disposição, eu tinha a certeza de que jamais seria feliz daquela forma se não tivesse a Deus. Dentro do desejo de Deus, havia também a Vocação, que de forma espontânea me levou ao Vocacional de 2013. Cheguei sem saber como ou porquê, mas Deus soube desde o início a virada de 180° que daria na minha vida. Naquele tempo vivi intensamente a vontade de Deus e a cada segundo chegava mais perto desse imenso Amor que transbordaria na Evangelização e no desejo de me lançar n’Ele. Hoje, permaneço na Obra, estou no segundo ano do Vocacional, de uma forma mais madura e certa de que a vontade de Deus me faz plantar sementes de eternidade. Vivo uma constante Obra Nova onde sou formada e desejo a cada dia mais alcançar aquilo que Ele sonhou para mim. A única certeza que posso dar é que vale a pena ofertar a juventude, pois nossa felicidade não está no mundo. Somos estrangeiros aqui! Geisiely Nery, 20 anos (Araraquara – SP)

Curitiba inaugura Projeto Juventude para Jesus neste domingo

No ano em que o Projeto Juventude para Jesus completa 25 anos e que a missão de Curitiba vive os preparativos para o aniversário de 15 anos de fundação, a Assessoria Jovem presenteia o povo curitibano com a inauguração do Projeto Juventude para Jesus, em 22 de junho. A uma semana do lançamento do PJJ,  a Secretaria Jovem está se mobilizando para fazer esse momento ainda mais histórico. O evento contará com a presença de Serginho, representando a Assessoria Jovem. Haverá shows e muito mais. Haverá nesse dia o lançamento da campanha #essaeaminhahistoria,  que contará a história do Projeto, da missão e da juventude de Curitiba.  

Doar