Show de Ana Gabriela marca 26 anos do Projeto Juventude para Jesus

Começa nesta próxima sexta-feira (15) o Retiro Geral do Projeto Juventude para Jesus em Natal (RN). Entre as novidades, marcando os 26 anos do PJJ, acontece na noite de sábado, o show da cantora e membro da Comunidade de Aliança Shalom Ana Gabriela. O Retiro será realizado no ginásio do Colégio CDF, no Centro. Anualmente o Projeto Juventude para Jesus do Shalom de Natal promove, em data próxima ao aniversário do PJJ, um retiro que reúne os jovens de todos os centro de evangelização da Missão. O que no ano passado foi substituído pelo Acamp’s de oração, retiro de preparação para o serviço no Acampamento de Jovens Shalom, esse ano volta aos moldes do Congresso de Jovens Shalom. O evento terá início com Missa no Shalom Petrópolis na sexta-feira. O retiro tem como tema “Meu alimento é fazer a vontade de Deus e consumar a sua obra” (João 4:34). Pregarão o assessor jovem da Comunidade Shalom, Victor Aragão, e o responsável local da Missão de Natal, Kleber Marinho. Eles falarão aos jovens sobre radicalidade e santidade na juventude. O Retiro Geral do PJJ 2015 acontece de 15 a 17 de maio, no colégio CDF, localizado na avenida Deodoro da Fonseca. Inscrições estão sendo realizadas em todos os centros de evangelização no valor de R$ 45, já incluso o valor do ingresso do show de Ana Gabrielra, que separadamente custa R$ 20. Raul Victor

Shalom promove workshop de teatro para jovens em Portugal

Nos dias 5, 8 e 9 de maio, a Comunidade Shalom em Setúbal, Portugal, realizou workshop de teatro para jovens no Café Cristão em Amora. Participaram cerca de 20 jovens de uma escola da região. Segundo Dominique da Cruz, missionário da Comunidade, a iniciativa foi muito boa, os jovens ficaram bastante envolvidos em participar das atividades. “Acredito que para nós demos um grande passo na evangelização dos jovens. Muitos deles nem eram cristãos e ainda assim se envolveram no teatro”, conta Dominique. Durante o workshop, os jovens receberam algumas noções básicas de teatro e foram instruídos a montar uma adaptação do espetáculo Christus. No dia 9, o evento foi encerrado com a Noite da Pizza, onde houve apresentação do espetáculo feito pelos jovens e um momento de animação com músicas e danças.  

Nunca pensem que Deus esqueceu de vocês

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Monica Magalhães. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Meu nome é Mônica, tenho 18 anos. Sou de um grupo de oração do Shalom da Parquelândia, em Fortaleza. Diferente de muita gente por aí, Deus me mostrou mais uma vez que não desistiu nem de mim e nem das pessoas a minha volta. Digo isso porque no último Retiro de Semana Santa no Ginásio Paulo Sarasate, Deus me disse que devo querer cada vez mais ofertar minha vida, como diz a música do Missionário Shalom: “Eu quero tudo ofertar por que eu te amo, Me comprometer, me doar meu Amado, Sim deixo-me podar, deixo me formar por Ti, esvazia-me Oh, Vem me modelar, desenhar Teu rosto em mim e pra sempre assim serei Teu.” Venho sendo agraciada por um amor único, fiel, recíproco e acima de tudo verdadeiro. Por isso que cada vez mais eu tenho o desejo de querer ofertar minha vida. Muitas vezes confesso que já aconteceram tribulações que me fizeram desistir da minha caminhada, mas quando isso aconteceu fiz só o que mais precisava, rezei bastante. Nesse final de semana que tudo aconteceu, nunca rezei tanto e ainda pedi a poderosa intercessão de Maria, porque quando pedimos algo a Deus, temos que reforçar pedindo mais força para a Virgem Maria. Falaram-me isso e eu provei dessa sede de amor. Muita gente me chama de santa, mas santa não sou. Dizem isso porque sou uma boa pessoa, que tenho diversos “filhos”, pois muita gente pede pra eu rezar por elas, até mesmo a minha pastora do grupo de oração ou minha núcleo. Às vezes ligo no intuito de pedir orações por mim, mas resolvo deixar pra lá e ser comovida pelo pedido de oração delas e de todos os irmãos de grupo. Recentemente aconteceu algo no meu grupo de oração chamado Magnificat. Uma irmã pediu para eu interceder a Deus por ela, por certo fato em sua vida. Na mesma semana, ela ficou na minha cabeça e eu sentia algo diferente. Na semana posterior foi sua formatura na faculdade, pedi por ela e um passarinho me contou que ela estava muito chorona, porque ficou agradecida por minhas orações. Quando me disseram isso ninguém imagina o quanto fiquei comovida, porque antes eu só sabia pedir as coisas ao Amado, nada de agradecer só pedir, agora não, agora é diferente. Deus vem me mostrando a cada dia que eu devo ter sede Dele. Ultimamente aconteceram umas perdas em minha vida, as quais foram muito dolorosas. Uma delas foi um amigo que tinha apenas 18 anos, uma morte trágica, sofri e sofro muito ainda. Peço todos os dias a graça a Deus de tentar superar isso, mas está sendo bem doloroso. Com a fé em Deus, vai dar tudo certo e aos poucos vai se amenizando. Sempre tem uma música que me lembra ele: “Nosso Cristo Redentor”, do Missionário Shalom. Nessa foto descreve exatamente o que eu sou: mochila nas costas, com tudo que tem direito: bíblia, caderno de oração, toalha, uma mão que serve de abraço, chocolate, essas coisas, terço no braço e um biscoito. Todos me perguntam pra que essas tantas coisas, vou responder agora: Nunca se sabe o que vai acontecer. Tenho uma irmã de grupo que é chorona, o nome dela é Magna, sempre levo a toalha e essa mão pra ajudá-la ou até mesmo os outros irmãos. Na maioria das vezes deixo minha dor de lado e carrego a do meu irmão. É pesado? Claro que é, mas não me importo com isso, o importante é vê-lo bem. Tem pouquíssimo tempo que sou da Comunidade, só 10 meses, mas não importa o tempo e sim a intensidade. Felizmente a vida é assim mesmo, quero cada vez mais ser serva para o Amado, tentar retribuir pelo menos uma parte do que Ele faz por mim. Nunca pensem que Deus esqueceu de vocês, mas sim que Ele está fazendo com capricho o que for melhor. Deus abençoe cada um! Shalom. Naquele dia, vocês dirão: “Louvem o Senhor, invoquem o seu nome; anunciem entre as nações os seus feitos, e façam-nas saber que o seu nome é exaltado. Isaías 12:4

Agora sei onde está meu coração

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Dayane Silveira. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Conheci a Comunidade Shalom em agosto de 2014, e desde então fui a missas e musicais, e esperava ansiosa pelo Acamp’s, o Acampamento de Jovens Shalom. Até que em outubro, comprei os ingressos para o show da banda americana Foo Fighters. Fazia tempo que queria vê-los ao vivo. Pouco tempo depois foi divulgada a data do Acamp’s São Paulo 2015, e muitas pessoas da Comunidade vieram me convidar para participar. Para minha tristeza, iria acontecer no mesmo final de semana do show. Então, decidi ir a outro Acamp’s, pois não sabia quando a banda voltaria ao Brasil. No início de janeiro, fui a Cachoeira Paulista para pesquisar sobre pousadas para a caravana da paróquia da qual participo ir ao PHN. Para minha surpresa, era o último dia do Revolução Jesus, e, para minha alegria, a banda Missionário Shalom faria a animação da Missa. Eu tinha assistido ao show pela TV, no canal da Canção Nova, no dia anterior e o desejo de estar lá era grande. Então, resolvemos participar da missa por lá e voltar para São Paulo no início da noite. A missa celebrada pelo Pe. Fabricio foi linda, com muitos momentos de emoção desde o início. A homilia durou mais ou menos uma hora, mas pareceu que tinha sido cinco minutos. Foi linda, o padre pediu ao Missionário Shalom para tocar a música “O Teu Amor me Sustentará” durante a homilia. A execução da música, a explicação do padre de ter pedido que a tocassem, o fato de estar participando daquilo tudo foram aumentando gradativamente o meu desejo de estar junto a Shalom, junto a Deus, até Deus me tocar e me lembrar do Acamp’s. Dois dias depois, comecei a fazer o Enchei-vos e a rezar para Deus me mostrar o que Ele queria de mim. Durante toda a semana, veio aos poucos a confirmação de que eu tinha que estar naquele acampamento. E então, no dia 22 de janeiro fui a Itapecerica da Serra para participar do Acamps São Paulo 2015. Desde a manhã de sexta-feira, com a minha confissão, durante o Enchei-vos, pregações e conversas, percebi porque Deus me queria presente ali. Hoje, só tenho que agradecer por tudo o que Deus fez em minha vida, pelos Seus sinais, Seu amor, pela família e pelos amigos que Ele colocou no meu caminho. Ainda tenho muito o que conversar e compreender o que Ele deseja em minha vida, mas já sei em que direção devo ir. A cada ofertório na Missa, coloco aos pés de Jesus a minha vida e os meus planos, pois ambos pertencem a Ele agora. Rendi-me e me deixei ser seduzida por Seu amor. Agora sei onde está meu coração!

Deus havia guardado algo melhor

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Maria Caroline. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Olá! Meu nome é Maria Caroline. Tenho 17 anos e gostaria de compartilhar a minha experiência com Aquele que, com sua infinita misericórdia, resgatou meu coração. Eu nasci em uma família católica, e meus pais sempre me deram uma educação voltada para a fé, mas essa formação nunca fez muito sentido. Ia às missas aos domingos, rezava… porque minha família toda fazia isso. Minha vida, até meus 14 anos, sempre foi a mesma. Nunca fui de sair. Gostava muito de ficar em casa com a família. Na escola, era bastante tímida, mas, graças a Deus, sempre tive amigos que estiveram ao meu lado e, de alguma forma, Deus se revelava neles. Se me perguntassem na época se eu era feliz, iria dizer com certeza que sim, pois tinha uma família bem estruturada, bons amigos, nunca me faltou nada. Mas sempre existiu aquele vazio, um enorme vazio, e eu procurava preenchê-lo de várias formas, colocando o sentido da minha vida em coisas passageiras. Em 2012, resolvi começar o ensino médio na capital. Minha mãe insistiu de diversas formas para que eu não saísse de casa, mas não adiantou. Fui morar com minhas tias. O começo foi muito difícil, apesar das minhas tias serem ‘mãezonas’, não era a mesma coisa. Sentia-me muito só sem meus pais ali ao meu lado. Eu ainda estava meio deslocada, não conseguia me adaptar ao ritmo escolar, minhas notas não eram muito boas e, quanto eu mais estudava, mais elas pioravam. Já não sabia mais o que fazer, minha vida andava um caos, e aquele vazio que existia só aumentava. Adivinha a quem eu fui recorrer nesse momento tão difícil? A Deus. Mas achava que Ele também não me escutava. Suplicava para que Ele me ajudasse, e nada mudava, cobrava bastante d’Ele uma solução para meus problemas. Até que um dia cansada disso tudo, afastei-me da Igreja e comecei a questionar da existência do Senhor e vários ensinamentos que a Igreja pregava. Foi o momento que todos os problemas me cegaram, e eu não conseguia mais ver a face de Deus. Nesse mesmo ano, conheci um amigo que era do Shalom, e vivia me falando sobre a Comunidade. Todos os dias, ele me contava algo diferente, histórias, testemunhos. A partir desses diálogos, os meus olhos começaram a se abrir; o meu olhar, antes desviado do de Deus, já estava encontrando o caminho de volta ao lugar de que eu nunca deveria ter afastado! Esse mesmo amigo sempre insistiu para que eu fosse ao Acamp´s, mas eu acabei não indo naquele ano. E hoje eu entendo o porquê: ainda não era o momento. Deus havia guardado algo melhor. No ano seguinte, voltei a frequentar a Igreja, mas agora era diferente. Eu não ia mais pela minha família, mas agora por mim! Percebi o quanto era fácil se afastar de Deus, mas para voltar não era a mesma coisa. E foi então que comecei a trilhar meu caminho ao encontro de um Amor que tanto ansiava. Ter vivido momentos de trevas, fez-me ver o quanto eu sou impotente quando estou afastava do Senhor, o quanto minha fé era fraca e o quanto eu preciso de Deus. Foi um ano de muitas descobertas e aprendizados, mas sempre rezava como se Deus estivesse lá no céu, e eu aqui na terra, sem muita intimidade. Quando chegou finalmente o mês do Acamp´s, eu estava disposta encarar esse novo momento. Disseram-me que ia ser a melhor experiência da minha vida, e eu acreditei. Estava empolgada, mas quando chegou na semana do acampamento, “bateu” aquele medo, medo dessa experiência, que no fundo eu sabia que transformaria minha vida por completo. Mas Deus não iria desistir de mim e nem eu de buscar esse Amor de que tanto ouvi falar, então, com a graça d’Ele embarquei nessa aventura. Lá, senti uma energia que ia cada vez mais me contagiando. Jovens se alegravam com a nossa chegada; jovens diferentes, que tinham uma luz inexplicável. No mesmo momento, já fiz amizades, algo que eu não pensei que iria acontecer tão rápido. Vivi o acampamento intensamente, cada adoração, formação, missas, partilhas. O meu Seminário de Vida no Espírito Santo foi bastante revelador. A partir dele, pude conhecer um amor totalmente diferente daquele que até então conhecia. Comecei ali a me encantar por Deus, mas ainda me sentia indigna do seu Amor. Meu coração ainda estava cheio das coisas do mundo e não tinha espaço para que Ele pudesse realizar o novo. O momento mais forte foi a adoração ao Santíssimo Sacramento, a princípio meu coração estava muito fechado, mas Deus aos poucos foi quebrando as resistências de todo meu ser. Naquele momento, Ele tomou posse de toda a minha existência, curou-me de tudo o que me atormentava, e libertou-me da prisão do pecado. A partir daquele instante, Ele me ofereceu uma segunda chance, uma vida completamente nova. Acolhi em meu coração essa nova vida. Foi naquele momento que senti realmente Deus ao meu lado, que não importava as minhas atitudes anteriores. Ele simplesmente me amava. O restante do acampamento foi de muitas graças. Aquele vazio não existia mais, meu sorriso tinha um sentido. Eu havia encontrado o “Belíssimo Esposo”. Após o Acamp´s, pude viver dia após dia uma felicidade que não passava, embora uma pergunta viesse a todo instante em meu coração: “Senhor, me esperastes 16 anos, e o que eu posso fazer para retribuir esse Amor?”. Eu não fazia ideia do que fazer para retribuir todas as graças que Deus havia me concedido até chegar o dia do reencontro do acampamento. Naquele dia, Ele pediu para que eu

Projeto Juventude pegando a estrada

O “Pegando a Estrada” é uma nova proposta de evangelização realizada pelo Projeto Juventude para Jesus do Shalom de Macapá (AP). Tem como objetivo proporcionar aos jovens um lazer diferenciado aproveitando a natureza da região amazônica. A trilha ecológica acontecerá no dia 1º de maio, com saída às 8h da manhã do porto de Santana. Os coordenadores da trilha pedem que os participantes levem alguns itens indispensáveis como lanche, garrafa com água, repelente, protetor solar, bonés, tênis adequado para trilha e roupas leves. O valor para participação é de R$ 15, com almoço incluso. Mais informações: 96 98112-7094/ 99112-3146

Show Ana Gabriela

“Roteadores de argila” da alegria do Evangelho

Quem nunca precisou pedir para um amigo rotear o 3G da sua internet? Eu não consigo nem contar quantas vezes que fiz isso. É algo meio constrangedor. No meu caso, por exemplo, este amigo que compartilha muitas vezes a internet é a minha namorada, o que torna a situação ainda mais difícil e engraçada.  Com ela eu preciso ser cauteloso, chegar mais carinhoso e pedir com todo cuidado: “Amor, tu pode rotear tua internet?”  E ela,  linda e meiga, me responde: “Claro, meu amor”. É uma coisa linda esse momento de comunhão das conexões! Dito isso, peço que você continue a ler este texto. Não irei falar aqui sobe namoro. Não fique triste. Sei que é um tema que interessa a muitos, mas ele ficará para uma próxima vez. Este é para você que deseja ser um “roteador vivo” de algo que não acaba com os créditos no final do mês, ou pela ausência do pagamento do plano, para você que quer ser “roteadores vivos” da alegria do Evangelho de Cristo. Em um desses meus pedidos para usar o 3G de minha namorada – foram vários – percebi algo novo: sinto necessidade de estar conectado o tempo todo.  Ah! Mas, aí encontro um problema, nem sempre há alguém com o coração aberto para dividir a conexão, não é mesmo? (Espero que você não seja assim). Pessoas que roteiam internet são cada vez mais raras, afinal, não é todo mundo que quer ‘perder’ a velocidade da sua para que outros tenham acesso. Você deve estar se perguntando: o que tudo isso tem haver com evangelização? Ao olhar para essa situação ocorre-me um pensamento. Frise-se aqui que eu gosto de “viajar” nos pensamentos, principalmente em lugares com muitas pessoas, como por exemplo, esta vez, almoçando no centro da cidade. Enfim, voltando ao relato, pensei: o maior desejo do homem é Deus! Então, será que eu estou “roteando” Sua alegria, sua presença e amor para quem está perto de mim, assim como eu roteio a internet? Cara, eu fiquei abalado pensando nessa indagação. Enquanto isso, continuava minha namorada a me olhar sorrindo e a compartilhar o 3G, claro! Afinal, se muitos de nós desejamos estar conectados à internet, seja através de um roteador de wifi da casa dos outros, ou de uma loja, restaurante, imagina então na busca por Deus, que ocorre com todos, diariamente, de forma explicita ou implícita, se não desejamos profundamente sermos esses roteadores da alegria de Deus para o homem que sofre? Ou seja: todo mundo quer ser amado pelo Cristo, mesmo que não fale. Eu tenho esse Amor, mas será que O compartilho? Meus amigos sabem que podem encontrar em mim uma pessoa que é capaz de compartilhar uma Boa Nova, diferente de tantas dores, cobranças, más notícias que recebem cotidianamente. Caso não, eu preciso comunicar-lhes: Ei! Não precisa de senha, deixe-me rotear Deus para a sua vida. Parece estranho, entretanto, SIM, nós somos esses que “roteiam”, independentemente de lugar e situação, a Boa Nova. Nascemos para isso, nascemos para evangelizar! As pessoas precisam, ao aproximarem-se de nós, sentir e perceber que há uma conexão com Cristo disponível. Desse modo, convido você a se tornar um wifi zone de Deus, a quem muitos procurarão e dirão: ei, roteia o Deus que há em ti para mim, pelo menos só um pouco? Não. eu não estou ‘viajando’. Isso é sim possível, claro que talvez, às vezes, expresso em outras palavras, às vezes, apenas por meio de gestos. Porém, assim, você estará conectando, Deus ao homem que sofre, mesmo que este venha até você com lágrimas escondidas atrás de sorrisos. Vale ressaltar que mesmo sendo ‘roteadores de argila’, fracos, lentos e não tão belos, guardamos em nós um tesouro que precisa ser compartilhado, sem medo. Ao terminar esta leitura, peço que se lembre disso: eu nasci para conectar Deus aos jovens, casais, solteiros… Nos dias de hoje se faz necessário que hajam pessoas que compartilhem os valores evangélicos. Que a Virgem Maria tire as senhas das nossas vidas que impedem o homem de se conectar à alegria do Evangelho, pobres “roteadores de argila”. Amém!   Felipe Ramos

Deus te quer na caminhada com Ele

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Veruska Sandim. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Olá, meus queridos irmãos e irmãs em Cristo! Eu me chamo Veruska Sandim Vilela, tenho 23 anos, nasci no dia 26/02/1992 em Campo Grande (MS) e tive que vir ao mundo um pouquinho mais cedo, pois minha mãe teve uma insuficiência na placenta. Vim ao mundo quando minha mãe tinha seis meses e 28 dias de gestação, eu pesava 850g e media 37cm. Sei que você deve estar ai se perguntando: “Nossa! Tão pequenininha assim?”. É.. Tão pequenininha, que eu cabia até em uma caixa de sapato. Fiquei dois meses na incubadora. Médicos diziam que eu não iria sobreviver, mas meus pais lutaram ao máximo e com a grande fé que eles sempre tiveram, nós conseguimos. Fui andar e sentar aos três anos de idade. E, infelizmente, por toda nossa busca pela vitória, sofremos um pouco diante a sociedade, pois eu era magrinha e só tinha cabeça, praticamente. As pessoas, sem saberem a minha história, olhavam tanto e até perguntavam para os meus pais se eles me alimentavam direito. O tempo foi passando e eu sempre com aquele tamanho de boneca. Tive minha infância e minha adolescência como todas as crianças e jovens tiveram, porém, foram conturbadas. Sentia sobre mim “olhares maliciosos” e preconceitos. Porém, sempre tive saúde boa. No entanto, em 2006 e 2007, senti fortes dores de cabeça, não tinha remédio que fizesse parar. Alguns médicos diziam que eram problemas hormonais, outros diziam que era a vista e assim por diante. Até que no ano de 2007, na aula de educação física, na escola onde eu estudava o meu ensino médio, eu caí, bati a cabeça e fui parar no hospital. Acordei meio tonta, tomei um soro e contei ao médico plantonista o que eu estava já sentindo havia um ano. Ele pediu para que eu procurasse um neurologista no outro dia. E assim fiz. Fui à consulta e ele me passou uma bateria de exames. Levamos os resultados até o médico neurologista, ele abriu e disse assim: “Veruska, realmente esse tombo foi um aviso para você fazer os exames. Você está com uma lesão que é por conta do tombo, mas que irá cicatrizar com o tempo. Você está com um cisto, e fará acompanhamento de seis em seis meses para ver se está crescendo. E o seu grande problema, Veruska, é que você tem um aneurisma. Ele está grandinho e por isso devemos fazer uma ressonância o mais rápido possível para fazer a cirurgia, porque se ele chegar a estourar, não terá mais jeito”. Agora vocês pensam no meu desespero? Só de imaginar que a qualquer hora eu poderia morrer. Tudo desabou para mim, eu só sabia chorar. A minha fé era grande, mas foi nesse tempo que ela cresceu mais ainda. Passei a acreditar muito mais em Deus e a ver quem eram as pessoas que estavam ao meu lado. Eu não fiquei sozinha em momento algum. Muitos vinham me visitar, traziam imagens católicas, rezavam comigo e inclusive também ganhei muito a pílula de Frei Galvão. Até que o grande dia de fazer a ressonância chegou. Eu entrei naquela sala de exame com uma fé tremenda, não pensava em coisas negativas e só pedia para que Jesus e Maria me curassem. Depois de três dias, o resultado saiu. O médico abriu o resultado, olhou para a cara da minha mãe e perguntou: “A senhora acredita em milagres? A senhora acredita em Deus?”. A minha mãe chorava muito e dizia que acreditava, sim. E o médico disse novamente: “A sua filha deve ter um objetivo muito grande aqui na terra e ela deve ter uma fé muito forte. Sabe aquele aneurisma que estava quase acabando com a vida dela? Sumiu”. Imaginem quando a minha mãe me contou tudo isso? Foi tanta felicidade que eu não sabia se chorava, se ria ou se gritava. E uma coisa que eu fazia sem parar, era agradecer a Deus. Foi a partir de então que eu resolvi mergulhar mais ainda na minha caminhada de “jovem cristã”. Tive outros problemas de saúde, mas nada de que eu não fosse curada. Hoje tenho o cisto ainda, e com grande alegria eu digo a vocês: ele está diminuindo. E infelizmente, há pouco tempo, descobri uma doença chamada nefrocalcinose nos dois rins. Descobri no início da doença e em nome de Jesus, eu tenho certeza de que serei curada. Então, comecei a buscar mais Jesus na minha vida. Comecei firmemente na caminhada com um retiro chamado “Segue-me”, em 2010, na Paróquia São João Bosco, que frequento. Participei de vários retiros. Sempre fui convidada também pelo nosso irmão coordenador José Ayres, aqui da Obra Shalom de Campo Grande (MS) (facebook.com/ObraShalomCgMs) a participar dos grupos de oração, mas eu nunca ia. Até que neste ano de 2015, em um dia normal como hoje, navegando na internet, vi um anúncio na página da Obra Shalom sobre o retiro de carnaval Renascer. Confesso que no começo fiquei em dúvida se eu iria ou não, fiquei pensando: “Poxa, deve ser igual aos outros que já fui. Não sei se vou fazer”. Ignorei a página e continuei navegando, mas pensando naquele anúncio. Até que pensei: “Veruska, é agora!”. Não fiquei esperando novamente e fui logo abrindo a página para fazer minha inscrição. Fui ao retiro com o pensamento de que eu iria ver as mesmas coisas dos outros de que já havia participado. Mas foi algo indescritível! O Renascer me chamou atenção desde o primeiro dia. Tudo começou de uma maneira forte quando ouvi o testemunho de nossa irmã Mathilde Dandolini (consagrada da Comunidade de Aliança Shalom). Ela contou sua vida,

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