Encontrei a felicidade aqui

Alguém já disse que “as palavras convencem, mas o testemunho arrasta”. Ao expressar o crédito a esta expressão, e mais ainda, a Deus que tudo realiza nos corações, membros da Obra Shalom de Niteroi coletaram testemunhos de participantes do retiro de carnaval Reviver, realizado na cidade de 15 a 17 de fevereiro. Confira: Helena Maria Santana Ferreira, 16 anos. Paróquia Nossa Senhora do Pilar Eu não conhecia a Comunidade Shalom muito bem, e o Reviver foi meu primeiro contato. Ao vir, eu não sabia que haveria o Seminário de Vida no Espírito Santo, eu queria fazer há muito tempo, mas não havia conseguido ainda. As palavras do consagrado me fizeram voltar no segundo dia. Vim, literalmente, pela providencia de Deus, pois meus pais não estavam em casa, estavam viajando. Durante a efusão do Espírito Santo, tive um contato muito grande com Deus.  Pude sentir como nunca o amor de Deus. Eu tinha um bloqueio com a Comunidade, mas ao vir ao Reviver, compreendi que eu estava equivocada. Pude ver que aqui vocês são instrumentos de Deus, pude perceber que vocês são verdadeiramente uma família. Pude notar através do Rômulo que, verdadeiramente, a Comunidade Católica Shalom é um caminho de santidade. Ronaldo Pereira era escravo de Nossa Senhora. Ao ouvir a história dele, sinto um grande desejo de me consagrar. Assim como ele, eu também posso trilhar esse caminho de oferta total. ‘Tu serás, ó Mãe, minha rainha, e o teu Filho, o meu rei. Essa vida não será mais minha, um livre escravo teu serei”. Danilo Almeida Costa, 30 anos. Seminarista do Seminário São José – Niterói. Eu venho, cada vez mais, me aproximando da Comunidade Shalom. Há um tempo, eu sabia que iria acontecer o Reviver, então decidi vir. E vim nos três dias. Para mim, foi uma grande intimidade com o Espírito Santo nesse caminho de seminário e da Comunidade. Esse Reviver foi um momento de entrega, de decisão para que o Espírito Santo mantenha-me sempre aberto a esse amor. Eu busquei o Reviver para que eu pudesse aprender mais uma vez o que Ele já me ensina, ou seja, levar a paz, esse amor que é o próprio Deus. Ruan Fernandes de Oliveira Dias, 15 anos. Igreja Matriz de São Gonçalo A união das pessoas me cativou, elas me acolheram muito bem. Pude ver a união no trabalho das equipes, coisa que é difícil de se ver. A animação de todos da Comunidade Shalom é contagiante. Colocaram-me na equipe de acolhimento, e eu tive uma experiência muito forte. Um senhor, ao passar, perguntou-me se eu era Comunidade Shalom e eu disse que sim. Ele falou que participava em Minas Gerais, e pediu uma oração a mim e aos meus irmãos. Ao término da oração, ele contou a história de vida dele. Ao contar, pude ver que o testemunho dele era a história de Caim, que o padre contou na Missa do dia anterior. Eu me arrepiei. A experiência que o Shalom me proporcionou foi incrível. Felipe Pena Menezes Mendonça, 20 anos. Vocacionado à Comunidade Shalom Minha experiência foi de encontrar a felicidade na oferta de meu tempo, de minha saúde, por conta do cansaço e do sono. Eu tinha outros planos para o carnaval, já tinha falado para os meus amigos que não iria vir para o Reviver. E mesmo assim, eles me chamaram. Ao rezar em casa, Deus me dava a passagem dos talentos que Deus deu aos três servos, e então eu pensei: “Onde estou querendo colocar os meus talentos? Estou tentando escondê-los?” Foi quando no domingo, eu percebi que devia estar aqui, e não mais preso às minhas certezas e convicções. Por Deus, por mim e por essa felicidade que posso sentir. Leandro Pereira Pimentel, 24 anos. Nossa Senhora Auxiliadora, Laranjal. Eu vim pelo convite do ministério da Obra Shalom e, assim que foi anunciado, para mim, foi uma grande alegria. Recebi a notícia de que eu iria trabalhar todos os dias. Eu estava entre a comunidade Dom de Deus e o Shalom. Mas então decidi vim para o Reviver. Domingo foi dia de muita tribulação para mim, tive que largar meu lar, e eu trabalho de madrugada. Encontrei uma grande barreira no meu trabalho. Se solicito uma folga e digo que é para a Igreja, não liberam. Muitos do meu trabalho conseguiram a folga, mas eu não. Percebi que o maligno estava agindo. Meu ministério Amós meu deu forças para vir. E eu vim. Na missa de domingo, as palavras do padre Cadu me tocaram. Sou escravo de Nossa Senhora Auxiliadora. Minha vocação é o amor. Na segunda-feira, houve um momento muito lindo para mim. Tudo o que a palestrante Lucília falou é o que quero vivenciar. Neste ano de desapego, tudo o que ela palestrou foi nítido para mim. Quero consagrar a minha vida. A missa celebrada pelo padre André, a oferta, o dízimo… A música do Shalom, tudo isso faz parte de mim. Quero doar a vida pelos jovens, quero ir em busca das crianças que são o futuro da Igreja, quero me consumir pela Igreja. A história de Caim e Abel que a gente aprende não é tão detalhada, mas eu consegui aprender bastante em apenas uma homilia. A história deles nos ensina que devemos amar todos, os amáveis e, principalmente, os não amáveis. Quero amar meus familiares também, minha irmã que não é de Igreja. No caminho para o Reviver, eu chorei. Abri meu facebook e vi jovens da Arquidiocese vivendo como eu vivi, com máscaras, e Deus fez brotar no meu coração o desejo rezar por esses jovens. A adoração ao Santíssimo Sacramento para mim foi inesperada, foi um repouso no choro. Jesus não parava de falar: “Você está vivenciando o que vivenciou no ano passado. Você está vendo sua história. Então, que você possa se abandonar, viver esse retiro na inteireza e ir ao encontro dos meus filhos que precisam encontrar essa felicidade que você está vivenciando aqui”. Ana Beatriz do Nascimento Souza, 17anos. São José. Fui convidada pelo Nunes, que participa do meu grupo de jovens e também do grupo

O amor de Deus é a melhor experiência da minha vida

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Juliana Kist. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Meu nome é Juliana, sou do estado do Rio Grande do Sul, tenho 17 anos. Participo de grupo de oração, encontros, cenáculo, retiros há mais ou menos três anos. Porém, há pouco mais de um ano, eu deixei Jesus me tocar com Sua infinita misericórdia e Seu eterno amor. Foi a melhor experiência de minha vida. Antes disso, eu servia no ministério de música de um grupo de oração mas nos fins de semana ia para lugares consagrados ao demônio, bebia, fumava maconha, ouvia e tocava músicas em bares consagrados ao inimigo. Eu convivia somente com pessoas que não acreditavam em Jesus, traficavam drogas, ou seja, vivia em espírito de morte. Após um retiro, eu me senti no meio de uma guerra: Satanás não queria me perder, mas eu conseguia sentir o poder de Deus vencendo tudo isso, principalmente por meio do sacramento da confissão, em que mergulhei em um mar de misericórdia. Hoje, eu não uso o dom que Deus me confiou para as coisas do mundo, mas para a glória Dele, para mostrar ao mundo que Jesus está vivo! Sou abençoada por amigos que me levam para perto do Amado, vivo um namoro santo e casto, firmado na rocha. Jovem, deixa o mundo, teus passos querem retornar. Assuma sua identidade, aceita Jesus Cristo, Ele vai mudar o teu viver. Deus te abençoe!

Deus é o único que pode nos capacitar

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Italo. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Eu me chamo Italo, tenho 21 anos, sou discípulo da Comunidade de Aliança Shalom. Diferente de muitos jovens, tive minha primeira experiência com Deus muito cedo, aos 13 anos, no Acamp’s. Antes disso, eu já participava do Projeto Criança, levado por meus pais, que faziam parte de grupo de oração para casais. Após o Acamp’s, eu estava mais firme do que nunca em um grupo de jovens do Shalom no bairro de Fátima, servia no ministério de Liturgia, mas sentia como se faltasse algo. Foi então que comecei a trilhar o caminho vocacional, foi um ano muito intenso, mas de muitas alegrias, renúncias e de decisão. Mandei carta ao final e ingressei na Comunidade de Aliança Shalom. Comecei a trilhar o caminho do postulantado na comunidade com todo o fervor. Surgiu a ideia de uns amigos de criar uma banda de pagode. No início era só por diversão, mas acabei virando meio que o produtor e as coisas foram ficando sérias, e eu já estava agenciando a banda para tocar em várias casas de shows de Fortaleza. Isso durou cerca de um ano, quando eu já estava trabalhando em produções de festas seculares. Eu não percebia que vivia uma acomodação com relação à vivência na Comunidade. Eu, em minha autossuficiência, achava que mesmo trabalhando nesse meio de festas não seria afetado. Fui levando até que no meu segundo ano de postulantado, pedi desligamento da Comunidade. O pedido foi levado para oração e discernimento, e mais uma vez foi confirmada minha vocação Shalom. Então, continuei na Comunidade já com certo cuidado, mas ainda envolvido no meio das festas. Logo em seguida, foi discernido que eu passaria três anos em missão em Portugal, eu fui, passei seis meses. Pedi para retornar mais cedo, não percebia o quanto Deus, com sua misericórdia, tentava me salvar, e o quanto minhas autoridades me ajudavam a voltar para minha vida de oração. E eu já não estava somente mais trabalhando com festas, mas me envolvi com bebidas e mulheres. O pecado, de certa forma, havia tomado conta de mim. Meu orgulho me impedia de reconhecer que eu estava perdido, minha autossuficiência me levava a achar que nada que eu estava vivendo no mundo me atrapalhava. Eu achava que o tinha sido e experimentado antes de viver tudo que estava vivendo me sustentava de certa forma, engano meu. A Comunidade, em sua infinita sabedoria. Colocou-me para servir diretamente nos eventos, na parte de produção, como forma de me fazer voltar mais para Deus. Isso me ajudou muito, mas meu coração estava fechado e desacreditado. Passei um tempo na Rádio Shalom, fazia um programa de jovens e outros que precisavam, e depois de um tempo deixei tudo de lado. Minha família já não mais reconhecia o Italo, meus amigos já não mais estavam tão próximos, havia muitas críticas e falatórios devido a minha incoerência de vida. Eu já tinha sido coordenador de grupo de jovens, costumava pregar, tocar, evangelizar com toda criatividade, usava os talentos todos em prol da evangelização, mas após essa queda tudo foi transformado. Como muitos sempre estiveram ao meu lado, apoiando-me, também havia outros que criticavam. Havia alguns dias que eu tinha dito para Deus que daria uma chance pra que Ele transformasse minha vida. Foi quando surgiu a oportunidade de fazer a Reciclagem, retiro de dez dias para os membros da Comunidade. Acabei indo, e neste retiro, Deus, em Sua misericórdia, transformou minha vida e me deu a graça do primeiro amor. Ele me fez saber que mesmo que eu seja fraco e pecador, Deus é amor e perdoa. Tive minha experiência renovada, percebi que não sou nada diante de Deus, Ele é o único que pode nos capacitar. Hoje posso dizer que, como filho pródigo, não merecia mais ser chamado filho, mas Deus me acolheu de volta e agora sou verdadeiramente feliz. Sei que não é fácil, mas se tivermos em oração, conseguiremos vencer as batalhas.   “Nunca é tarde para experimentar o verdadeiro amor, que é o que vem de Deus.”  

Dei livremente minha vida a Deus

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Viviane Carvalho. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Meu nome é Viviane Carvalho, tenho 16 anos, faço parte da Obra Shalom. Em 2011, aconteceu algo muito diferente, algo especial, foi meu primeiro Seminário de Vida no Espírito Santo, que ocorreu em São Luís (MA), no retiro para jovens. Após o SVES, embora muito nova, sentia em mim uma vontade imensa de anunciar Jesus com minha vida, de me doar inteiramente, de ser canal de paz e amor para o outro. Quando entrei de fato no Shalom, assim que saí do seminário, tudo era lindo, tudo era SHALOM, porém, nem tudo é mar de rosas, o caminho para a santidade é difícil e doloroso. Isso nos permite saber que tudo em nós é graça de Deus, é alegria eterna e nos faz sempre lembrar que sem Jesus não somos nada. Perdi-me, ao buscar coisas vãs, sendo que tão dentro de mim havia algo, que tinha nome, tinha amor, misericórdia e paciência, tanta paciência que me esperou, esperou meu “sim”. Sim, este era o esposo de minha alma, era Jesus. Aquele que olhou para Maria Madalena com amor, que não a julgou nem a condenou, olhou para mim também. O olhar de Jesus para mim, semelhante ao que Ele lançou para Maria Madalena, fazia com que eu entendesse que ele era o meu amor, o esposo da minha alma e me faria perseverante na fé, no Shalom. Em 2013, justamente no ano que minha mãe faleceu, uma imensa dor me tomava. Essa mesma dor se transformou em louvor a Deus, perseverei na turma de Primeira Comunhão e não desisti daquele que não desistiu de mim. Foram dois anos até que no dia 1º de dezembro se realizou. Fez-me sentir o amor que já habitava em mim e que ainda ficou maior, naquele dia, eu reconheci que havia em mim o amor, o próprio Jesus vivo que passou pela Cruz e que com ela esmagou meu pecado. Em 2014, entrei no grupo de oração, onde até hoje persevero todos os sábados. É uma graça estar lá. Porém, a oração que era diária foi se tornando difícil, mas as pessoas que ao meu redor estavam nunca desistiram de mim e sempre me colocavam em suas orações. Sempre fui desejosa em ter uma vida de oração, de doação, mas era muito difícil. Bendito seja Deus por esse “difícil” que me fazia e ainda me faz querer o céu a cada dia. 2015 é o ano que me marcou. É o ano do Renascer, até hoje me pergunto o que foi aquilo, Deus fez muito. Eu servi na intercessão, escolhi esta graça que nem costumo chamar de serviço, mas sim de graça, pois está perto de JESUS é uma graça, um prazer, não momentâneo como o prazer mundano, embora o Renascer dure somente três dias. Jesus esteva sempre dentro de mim, dando-me a liberdade de escolhê-Lo. Passei os três dias pedindo a Deus a graça do Amor Esponsal e em uma das adorações, uma música que tocaram me fazia doar-me inteiramente ao Senhor, dizendo confiantemente que a minha vida eu a entregava e que ninguém a tomava, pois eu a dava livremente a Jesus. Ele me tomou para Si, dando-me como resposta o trecho de Isaías 43, “Tu és meu”. A oração pessoal que era difícil se tornou diária. Bendito seja Deus! Sou muito feliz por estar em Deus e Deus em mim. Hoje tenho como ministério a Promoção Humana, para o qual fui chamada a servir e, com meu “sim”, desejei me doar às crianças, aos drogados, a àqueles que necessitam da misericórdia de Deus. Hoje no serviço à Igreja, desejo como Shalom ser sinal de esperança, mortificando-me e me doando a Deus todos os dias, pois a única forma de expressar minha gratidão é doando a minha vida, eu a dei livremente ao Senhor.    

Nenhuma dificuldade é grande o suficiente para me afastar de Deus

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Victoria Ribeiro. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Meu nome é Victoria, tenho 16 anos e faço parte do Projeto Juventude para Jesus do Shalom em Brasília (DF). Eu era protestante. Frequentava o culto com minha mãe quase todo domingo, e justamente por não ir toda semana havia discussões em casa com meus pais. Eu me sentia muito bem quando ia à igreja, mas não gostava de ir forçada. Não tinha vontade de ir, mas quando ia, identificava-me com muita coisa que ouvia, quando prestava atenção. Porém, não colocava em prática aquilo que aprendia, quando saía de lá, deixava tudo o que havia ouvido para trás. E sobrevivia assim, nunca tive interesse em me aprofundar, procurar algo que, de fato, me firmasse nos caminhos de Deus. Foi então que em janeiro de 2013, um amigo muito próximo participou do Acamp’s e teve sua experiência com o amor de Cristo. Ao voltar, ele me falou daquele amor que havia sentido, dizia que eu precisava experimentar aquilo e eu entendia! Na verdade, eu achava que entendia, eu achava que entendia quando ele falava “Deus me ama”. Eu achava que entendia quando ele me dizia ter encontrado a felicidade, achava que entendia quando ele dizia ter se reencontrado com o primeiro amor, e realmente fiquei muito feliz com a felicidade dele. Ele passou a me chamar para todos os eventos da Comunidade Shalom, mas eu me fechava aos convites, pois era evangélica e não tinha a menor vontade de frequentar nada que fosse católico. Em meio a tantos convites, ele me convidou para o Renascer e, finalmente, aceitei ir. Aceitei em parte, disse que iria apenas no primeiro dia para conhecer e ver como era. Fui no primeiro dia. E no segundo. E no terceiro. E encontrei o Amor. Encontrei aquilo que sempre busquei mesmo sem saber, encontrei a felicidade, encontrei a paz, encontrei o consolo, encontrei abrigo, encontrei o que eu precisava. Foram momentos únicos na minha vida, momentos novos e cheios de amor, mesmo sem compreendê-los. Tive uma experiência muito forte na adoração ao Santíssimo Sacramento, mesmo sem ter ideia do que era “aquilo branco” no ostensório (também não sabia o que era isso). Tive uma experiência com Maria mesmo sem saber ao certo quem, de fato, era Maria. Saí de lá cheia de amor, cheia da verdadeira felicidade, da certeza de que dali em diante nada seria como antes, nenhuma palavra seria lida da mesma forma, nenhum som seria ouvido como antes, e nada passaria aos meus olhos como antes passava. Eu estava mudada, os meus pensamentos estavam mudados, tudo mudou! Mas ainda assim, ainda inflamada por esse amor, eu resistia. A princípio, não quis trilhar o Caminho da Paz porque achei algo “puxado”, mas fui a algumas reuniões. Eu me preocupava muito com as opiniões das pessoas ao meu redor, com o que achariam do meu novo “eu”. Vivi cerca de três meses indecisa, não sabia se queria ficar na Igreja Católica ou na evangélica; não sabia se continuaria ou não no grupo de oração. O Acamp’s 2014.2 se aproximava… Foi quando decidi conversar com minha pastora e sair do grupo de oração em que estava para que eu pudesse entrar no grupo que seria formado após o Acamp’s. Fui para o Acamp’s e fiz novamente o SVES. Relembrei tudo o que havia vivido, mas dessa vez abri-me verdadeiramente à vontade de Deus, deixei meus medos e preocupações para trás para que pudesse ser conduzida por Ele. Então, Deus pediu para que eu me decidisse quanto à minha religião e eu me decidi! Meu coração ardeu de alegria por ter encontrado meu lugar. Logo depois do Acamp’s, comecei a catequese no Shalom para receber a Primeira Eucaristia e hoje não posso esconder minha ansiedade para receber o Santíssimo Corpo de Cristo. Depois de três meses, entrei para o ministério de evangelização, onde nasceu em meu coração o desejo de me ofertar, de me doar pelo próximo, o desejo e necessidade de ir ao encontro da humanidade que sofre e dividir esse amor que mora em mim. O amor de Deus me conquistou de tal forma que não tive para onde fugir, não tive como escapar de Seus cuidados. Hoje posso contemplar o Seu agir em minha vida desde sempre, desde os livramentos que me foram dados antes mesmo de conhecê-Lo até todos os pedidos que por Ele me são feitos como prova de Seu imenso amor. Hoje consigo ver claramente Sua mão trabalhando em mim e mudando cada pequena parte que ainda resiste em amá-Lo. Percebo que nenhuma dificuldade é grande o bastante para me afastar Dele, nenhum julgamento é forte o suficiente para apagar esse amor. Hoje vejo que, de fato, Ele me escolheu desde o ventre de minha mãe, e sempre me manteve distante daquilo que poderia me tomar Dele. Hoje entendo, de verdade, que amor foi aquele que meu amigo sentiu d que o inquietou a ponto de me alcançar. Hoje estou viva e minha alegria está em servir a Deus.

Retiro ‘Conto Contigo’ marca final de semana de jovens crismandos

De 27 a 29 de março, jovens da turma de Crisma do Patronato Nossa Senhora da Torre, Centro Social da Arquidiocese de Braga, em Portugal, participaram do retiro “Conto Contigo”, organizado pela Comunidade Católica Shalom. Palestras com os temas “Amor de Deus”, “Pecado e Salvação” e “Promessa do Pai” fizeram parte da programação do retiro. Houve também momentos de fraternidade, de oração comunitária e de adoração ao Santíssimo Sacramento. A catequista de crisma Maria Vaniele, missionária da Comunidade de Vida, explica que os jovens tiveram a oportunidade de ver Deus não de uma forma distante, mas como um amigo próximo. Segundo a missionária, foi possível perceber Deus cativando a cada um dos jovens no momento de adoração. “De forma particular, nos momentos de adoração percebi o impacto que o olhar de Jesus fazia na vida deles. Os corações foram desarmados ao descobrirem a simplicidade do amor que os tocava”, afirma Vaniele. Micael Martins, estudante secundário, destaca que o retiro foi muito divertido e que teve a oportunidade de fazer novas amizades. “Achei o retiro muito fixe [legal], achei uma boa forma de estar ligado a Deus”, opina João Barroso. “Todas as partes marcaram-me muito, desde os momentos de oração até as atividades de grupo” confessa o jovem. Para Sara Teixeira, “o retiro foi lindo, espetacular e maravilhoso; foi uma experiência muito boa”. A jovem estudante ressalta ainda que estar na presença de Deus a marcou muito. O tema do retiro, “Conto Contigo”, pode resumir o que os jovens viveram: uma experiência de contar com Deus e de reconhecer que Deus conta com cada um deles. Ao final do retiro os jovens participaram da Santa Missa de Domingo de Ramos na Catedral de Braga. Jonas Viana

Stand up comedy no Projeto Juventude

Neste último sábado (21) o Projeto Juventude para Jesus de Senhor do Bonfim (BA) promoveu a noite promocional “Meu amigo é Massa”. Realizado na lanchonete do Centro de Evangelização Shalom, o evento reuniu cerca de 50 pessoas que se divertiram com um stand up comedy sobre amizade. No primeiro momento, os apresentadores fizeram uma reflexão sobre música “Amigos Para Sempre”. “A música começa com ‘eu não tenho nada pra dizer’ e depois vem sete estrofes. Imagine se ele tivesse algo pra dizer!”, afirmou Thiago Freitas, um dos apresentadores da noite. Em seguida, a animação continuou com uma lista cômica sobre os tipos de amigo, dentre eles estava o amigo Boletim (tem seus altos e baixos), amigo Tênis (está sempre no seu pé) e o amigo Dicionário (sempre te corrige). Durante a noite, cada pessoa pode homenagear o seu amigo lhe oferecendo uma música ou mandando um recado pelo correio da amizade. A secretária do PJJ da Missão do Shalom em Senhor do Bonfim, Juliana Cavalcanti, disse que o número de jovens no evento surpreendeu e que pretende promover outras noites como essa.

#PapoReto: Quem tem coragem de assumir riscos?

#PapoReto – “É preciso ir contra a corrente.” É a nova coluna do Portal comshalom.org em Aracaju, nesse espaço esporadicamente vamos tocar de forma simples e direta em assuntos relevantes, sempre interligando o Evangelho aos jovens, às famílias e à sociedade em geral. A autoria dessa coluna é do Igor Rezende, membro da Comunidade de Aliança Shalom, em Aracaju. Acompanhe esse primeiro roteiro: “Eu o conheço, venho de junto dele, foi ele quem me enviou” (Jo 7, 29) Quem tem coragem de assumir riscos? Parece propaganda pra quem gosta de praticar esportes radicais, mas garanto que a aventura é maior e como diz a máxima: ‘se maior o risco mais adrenalina!’ Quem embarcar nessa verá que sua vida irá mudar. Risco: Como se aproximar de uma pessoa que é interessante, que desperta algo em você e ao mesmo tempo fica como de bobo, fazendo hora, imaginando se, … se liga! Ou tem coragem de ir ou irá ficar só na imaginação! Tem que correr o risco. Quando se ama, corresse o risco. O risco, digamos, vale à pena. Veja Jesus, quanto risco ele não correu por amar o Pai? Por que amava, se arriscava, sabia que na Judéia o pessoal já estava meio que saturado de suas palavras, seu comportamento os incomodava, e tudo que Jesus fazia era revelar o amor do Pai, mostrar que Deus é Pai e um Pai de amor. Se fosse nos dias de hoje, não seria diferente. Se você diz que é Cristão, já fazem cara feia, pode até ser decapitado! Quando marca posição quanto alguma polêmica onde precisa fazer escolhas a partir de sua moral, por exemplo, ser contra o aborto! Vão dizer um milhão de coisas, vão considerá-lo retrógrado, antiquado, argumentar que os tempos são outros, e por isso e muito mais você é mal visto, “ingênuo, um tolo”. É verdade que isso poderia ser motivo de barrar aquilo que um dia conhecemos tão bem, e guardar para não incomodar e nem ser incomodado. Besteira! Jesus, mesmo sabendo que indo a ‘tal festa das Tendas’, os judeus queriam vê-lo morto, Ele vai do mesmo jeito e não fica no escondido não, mostra a cara. Tenhamos coragem de testemunhar a Cristo no mundo de hoje, no trabalho, na família, nas ruas, nas redes sociais. Foi para isso que Ele nos enviou. Se digo que o conheço, se vivo junto dele na missa, na oração pessoal, no grupo de jovens, então assumamos os riscos de ir aos lugares mais inusitados, sem medo de ser perseguido e tudo mais. Quanto mais digo que o amo, mais devo me arriscar! Amém! Shalom!  Igor Rezende Santos

Diversão na ‘Noite das Massas’

A “Noite das Massas” foi um sucesso, é o que diz Bruna Frota, coordenadora da Secretaria Jovem. “O evento atingiu seu objetivo principal, que foi de levar os jovens a descobrirem o sentido da sua vida no mundo de hoje, além de participarem de um momento de fraternidade”.  A “Noite das Massas” aconteceu no sábado, 21, no Centro de Evangelização Shalom em Palmas (TO). A animação ficou por conta da Banda Rennovare e pelos jovens do Ministério de Música, Bárbara Silva, Guilherme e Ricardo Friori. O evento visava, também, arrecadar recursos para ajudar no custeio do transporte e hospedagem dos jovens que participarão do Congresso de Jovens 2015, a ser realizado de 18 a 20 de setembro em Salvador (BA). Os jovens interessados em participar do Congresso ainda podem fazer sua inscrição, basta procurar a sede do Shalom e se inscrever. Mais informações pelo telefone: (63 3218-2800), falar com Priscila ou Alice.   Texto/fotos: Meire Luce Sá Edição: Emanuele Sales

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