Papa recebe os familiares das vítimas do atentado de Nice

Neste dia 24 às 12 horas, o Papa Francisco receberá, na sala Paulo VI, os familiares das vítimas do atentado terrorista de Nice, na França – informou o Director da Sala de Imprensa da Santa Sé, Greg Burke. Logo depois desse ataque que, a 14 de Julho passado, casou  85 mortos, o Papa Francisco telefonou ao Presidente da Câmara de Nice, Christian Estrosi, para lhe exprimir a sua dor pelo ocorrido. E, com toda a espontaneidade que lhe é própria, o Papa tinha perguntado o que poderia fazer para dar um mão aos familiares das vítimas. Quem faz de intermediário entre o Presidente da Câmara de Nice e o Santo Padre é Paolo Celi, Presidente da Associação “Amizade França-Itália. Ele foi nomeado Conselheiro no âmbito do Conselho Extraordinário da Metrópole Nizza-Costa Azul. A delegação dos familiares das vítimas que virão ao Vaticano, inclui o Presidente da Câmara e o próprio Paolo Celi, o qual disse que “com eles estarão todas as pessoas que deram uma mão no momento daquele trágico evento, sem alguma distinção de religião”   Fonte: Rádio Vaticano

Brad, Jolie e nós dois

“Brad Pitt e Angeline Jolie separados?! Não acredito mais no amor!” O que nos faz acreditar no amor? Casais “perfeitos”? Talvez nosso ideal de amor, felicidade e “casal perfeito” esteja em crise. Para muitas pessoas, felicidade é um conjunto de fatores que compõem a realização pessoal. Existem fatores indiscutíveis como amizade e amor. Com o tempo, outros vão invadindo nosso imaginário, como a fama, a riqueza e a beleza. Crescemos selecionando estes fatores, mesmo que experimentemos de genuína felicidade fora deles. Uma experiência de perdão, por exemplo, pode trazer grande felicidade, mas acabamos deixando-a de fora, talvez porque provenha de algo doloroso. Por fim, acabamos perseguindo nosso ideal de felicidade por toda a vida, pautando nossas escolhas segundo estes critérios. Acontece que alguns alcançaram tudo o que sonhavam e continuaram infelizes. O amor, muitas vezes, é a primeira vítima. Dizemos que o amor acabou e “partimos para outra aventura”. Continuamos sonhando somente a nossa felicidade, e isso é incompatível com o amor. Esquecemos que ninguém é perfeito, que a dor existe, que todos têm problemas, que perdoar e ser perdoado faz parte da vida, que o amor é gratuito, que há mais alegria em dar que em receber. Erramos por desconhecer o amor e a amizade e continuamos a buscar alguém que nos faça feliz! Não podemos julgar Brad e Angeline, William, Fátima e tantos outros, mas podemos rever nossos critérios de “casal perfeito”, reaprender a amar, perdoar, comprometer-se com a felicidade do outro. Não só é possível que duas pessoas tenham o mesmo sonho, como é muito melhor que seja assim. Acreditar no amor é o que nos faz sonhar e ser felizes! Leonardo Biondo  

Sabia que a Bíblia lhe diz como amar sua esposa?

Pense em quão solitário você ficaria sem ela. Adão ficou sozinho e não foi bom para ele, então Deus lhe deu uma esposa. Você tem uma companheira para a vida inteira, que bênção! Agradeça a Deus e reze por ela diariamente. Os esposos têm a responsabilidade de amar e honrar suas esposas. Você gostaria de ser um esposo que ama sua esposa assim como Cristo ama a Igreja? Então siga estes conselhos da Bíblia: 1. Ame sua esposa como Cristo amou a Igreja (Efésios 5, 25) O amor de Jesus pela Igreja é ilimitado, nada o detém. Ele deu sua vida pela Igreja. Sob a autoridade de Deus, ame sua esposa como se você desse sua vida a Deus. 2. Ame sua esposa da mesma maneira como você ama sua vida (Efésios 5, 28-33) Cuide das necessidades e do bem-estar da sua esposa. Sinta sua dor e doença, alegre-se com sua saúde como se fosse sua própria vida. As necessidades espirituais, físicas, emocionais e econômicas dela devem merecer seu esforço absoluto. Só dessa maneira você poderá amá-la e provê-la, assim como você faz com sua própria pessoa. 3. Seja compreensivo (1 Pedro 3, 7) Para ser compreensivo, é preciso renunciar a si mesmo. Quando ela precisar carregar coisas pesadas, ajude-a! Se precisar de tempo, proporcione-o! Auxilie sua esposa com toda a sua energia; mostre-lhe seu amor com toda consideração. Reze e peça a Deus a graça de ver em que momentos você poderia ser mais compreensivo, e melhore seu comportamento. 4. Não seja áspero com sua esposa (Colossenses 3, 19) Quando uma esposa é sensível, as respostas ásperas, sua raiva, os tons de voz de irritação e impaciência a afetarão profundamente. Dirija-se a ela sempre com amabilidade e respeito. Lembre-se de que sua esposa é um presente precioso que Deus lhe deu. 5. Honre seu casamento, mantendo-o puro (Hebreus 13, 4) Jesus nos recorda que os olhares maliciosos são adultério (Mateus 5, 28). Mantenha seu casamento puro, treinando seu coração e seus olhos para que sejam fiéis à sua esposa. Seu matrimônio colherá grandes frutos! Agradeça ao Senhor pela beleza e valorize-a, mas mantenha seus olhos, mente e coração em sua esposa. 6. Não se deixe seduzir por outras mulheres (Provérbios 5, 20) Cuidado para não deteriorar a visão que você tem da sua esposa, pois, assim você estará menos satisfeito com ela e ela se sentirá menos especial para você. Nenhum homem pode criar o hábito de ficar olhando para outras mulheres sem que sua esposa perceba. Peça a Deus a graça de sempre achar sua esposa atraente e ter olhos somente para ela. 7. Elogie sua esposa (Provérbios 31, 28-29) Diga-lhe quão especial ela é e que é melhor que qualquer outra mulher no mundo. Não mencione apenas sua beleza física, mas tudo o que você valoriza nela como mulher. Ela precisa desses elogios e espera ouvi-los de você. 8. Seja agradecido pela sua esposa (Provérbios 18, 22) Pense em quão solitário você ficaria sem ela. Adão ficou sozinho e não foi bom para ele, então Deus lhe deu uma esposa. Você tem uma companheira para a vida inteira, que bênção! Agradeça a Deus e reze por ela diariamente. 9. Seja um só carne com sua esposa, em todos os sentidos (Mateus 19, 5) Curta a vida ao lado dela. Procure chegar cedo em casa para estar com ela. Pense nela durante o dia, telefone para ela com frequência. Aprendam a chegar a acordos como casal. Invistam seu tempo em conversar e compartilhar todos os eventos do dia. Mostre um interesse genuíno, escutando atentamente, prestando total atenção e olhando para ela. 10. Honre sua esposa, como herdeira do dom da graça (1 Pedro 3, 7) No sacramento do matrimônio, você e sua esposa receberam a mesma graça: cultive-a! Ore com ela, participem juntos da Missa, visitem o Santíssimo Sacramento, rezem o terço. Construam seu casamento alicerçados em Jesus e ao amparo de Maria. Fonte: Aleteia (Artigo publicado originalmente por SIAME)

Meu filho está usando drogas, o que faço?

“Como saber se o meu filho usa drogas?”, “Se ele não assume que está usando drogas, o que devo fazer?” Respostas às principais dúvidas dos pais O consumo de drogas é um problema presente em muitos lares. Em geral, o primeiro contato com as drogas acontece no início da adolescência, e a maconha é a droga de maior consumo. Isso se deve, em grande medida, à ansiedade, estresse e busca de novas experiências, que caracterizam a adolescência. A curiosidade, desejo de pertencimento e vontade de fugir da realidade, bem como a instabilidade familiar, também são fatores que contribuem para o uso de drogas. Como saber se o meu filho usa drogas? Os primeiros indícios são as mudanças de comportamento: irritabilidade; perda do sono ou períodos prolongados de sono; apetite voraz ou falta de fome; abandono dos estudos ou responsabilidades em casa; ruptura de acordos de convivência familiar; saídas de casa sem aviso; mudança ou perda de amigos (os que não consomem drogas se afastam dos que consomem, é um fenômeno de marginalização social). Que consequências isso pode trazer? Ao ter uma relação direta com substâncias proibidas, a pessoa acaba vivendo situações de risco, porque a percepção espaço-temporal muda, colocando-a constantemente em perigo de sofrer acidentes, overdose, perda da liberdade, extorsão, morte. Como isso afeta a família? O uso de drogas pode estar associado a algum transtorno de personalidade, o que provoca grande instabilidade, perturbando muitas áreas da vida da pessoa (formativa, laboral, afetiva, social) e daqueles com quem ela convive. Além disso, todos os comportamentos associados, antes mencionados, são complexos para a família, porque são difíceis de entender e, portanto, de modificar. Se o meu filho não assume que está usando drogas, o que devo fazer? Ele dificilmente vai aceitar que está usando drogas. O ser humano utiliza inconscientemente a negação como mecanismo de defesa; se os pais fazem esta afirmação, devem ter cuidado para não criar um ambiente de perseguição ou julgamento, pois isso intensifica os mecanismos de defesa do filho. É preciso procurar um profissional para o tratamento de qualquer situação relacionada ao uso, abuso ou dependência de substâncias químicas. O que posso fazer para evitar ou corrigir esta situação? – Informe-se amplamente sobre as drogas, seus efeitos e sobre as de maior consumo em sua comunidade. – Reflita sobre qual será sua reação se o seu filho lhe contar que usa drogas. – Não acuse seus filhos de um comportamento que você desconhece; pode ser o começo de um enfrentamento que não resolverá nada. Além disso, se você estiver errado(a), a relação ficará prejudicada. – Procure um momento adequado para tratar do tema, sem interrupções. – Não aborde o tema quando achar que seu filho está sob o efeito de alguma droga. – Pergunte a opinião do seu filho sobre as drogas e escute com respeito o que ele lhe disser. – Se você acha que seu filho está mentindo com relação às drogas, tente não ficar bravo(a). Procure abordar o assunto em termos de eficácia: pense em que comportamento seu pode ser mais útil para resolver o problema. – Deixe bem claro que o que lhe preocupa é a saúde e o bem-estar do seu filho. – Garanta que seu filho saiba que você está aí para ajudá-lo a superar qualquer dificuldade que se apresentar. – Deixe claro que comportamentos você considera aceitáveis e que atitudes você não está disposto(a) a tolerar. – Não recorra às ameaças; ainda que pareçam uma solução rápida a curto prazo, na prática, não dão os resultados esperados. – Assegure que seu filho assume a responsabilidade pelos seus atos e as consequências que eles possam trazer. – O mais importante é mostrar ao seu filho a legítima preocupação que você tem e o amor que você sente por ele. – Finalmente, ofereça-lhe sua ajuda e peça apoio a profissionais (professores, médicos, psicólogos). Nestas circunstâncias, como a fé em Deus pode ajudar os pais? É prioritário que as famílias cresçam na fé, gerem ambientes saudáveis e de espiritualidade, que favoreçam o desenvolvimento dos filhos. O problema da dependência química exige uma resposta biopsicossocial e espiritual, mas esta última pode ser determinante, porque vai ao fundo do problema. O âmbito espiritual tem a ver com as questões mais íntimas do ser humano, como os sentimentos e a sensibilidade, e com aspectos tão profundos como a esperança e a fé, permitindo a realização como pessoas. A vida espiritual é o que nos dá fortaleza para enfrentar os desafios da vida, aceitando o esforço e o sacrifício que forem necessários, e é isso que nos motiva a viver uma vida digna em liberdade, longe da escravidão das drogas.   Fonte: Aleteia

Dublin sediará próximo encontro mundial das famílias com o Papa

“O Evangelho da família, alegria para o mundo” será o tema do IX Encontro Mundial das Famílias, em Dublin, entre 22 e 26 de agosto de 2018. Foi o que anunciou o Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Dom Vincenzo Paglia, durante uma coletiva de imprensa realizada na Sala de Imprensa da Santa Sé. “É o primeiro grande encontro das famílias do mundo depois do Sínodo dos Bispos, após o qual o Papa Francisco publicou a Exortação Apostólica Amoris Laetitia, que torna-se, obviamente, a “Carta Magna” de todo o encontro, quer na sua preparação como na sua celebração”, afirmou Dom Paglia. “A Exortação Apostólica, que foi às Igrejas locais para ser acolhida, abraçada, aprofundada e aplicada nos diversos contextos culturais, terá em Dublin uma etapa significativa desta recepção. Amoris in Laetitia requer não uma simples atualização da pastoral familiar, mas bem mais do que isto: um novo modo de viver a Igreja, um novo modo de realizar aquele amor que torna alegre a vida do povo de Deus, das famílias e da própria sociedade”. Neste sentido, o Encontro de Dublin assume uma característica particular em relação aos outros Encontros Mundiais”, acrescenta Dom Paglia. Sinodalidade “É a nossa intenção – prosseguiu o Presidente do Pontifício Conselho para a Família – viver os próximos meses e os anos acentuando ou promovendo esta sinodalidade que está no coração da Exortação Apostólica Amoris Laetitia. O Papa, de fato, sugere uma espécie de inculturação, um aprofundamento de temas, é um verdadeiro itinerário, não somente uma preparação – entre aspas – exterior. É um verdadeiro processo eclesial do qual a Irlanda, junto ao Pontifício Conselho, assume a sua responsabilidade” Neste sentido, o Pontifício Conselho  está trabalhando para elaborar catequeses e instrumentos de reflexão. O país, “marcado por um delicado momento de transição, também através deste Encontro Mundial pode ajudar a si mesmo, a Europa e o Mundo, a reencontrar a força, a energia, a tensão missionária, mediante a redescoberta da vocação e da missão da família. O título do Encontro Mundial – “O Evangelho da família, alegria para o mundo” – é um convite a escolher o “nós” da família para responder à necessidade de amor que brota de cada homem e cada mulher”. Organização O Arcebispo de Dublin, Diarmuid Martin, defendeu por sua vez, que o evento deve ser  “mundial a nível de preparação”, pois às vezes vemos “críticas a eventos que parecem mundiais, mas a preparação é local”. A realização deste evento – avaliou – “será uma ocasião para a renovação eclesial e a Igreja na Irlanda poderá ser um estímulo para outros países. É este o desafio que a Igreja na Irlanda deve enfrentar, mas estou certo que conseguiremos vencê-lo bem”. Os organizadores do encontro anteciparam que gostariam de envolver na preparação também os movimentos voltados à espiritualidade das famílias, que normalmente vivem fora das paróquias e por isto, quem sabe, participam em massa do evento, mas não no percursos de preparação. “Precisamente ontem – revelou Dom Martin – falávamos disto em uma reunião da Conferência Episcopal irlandesa e pensamos a um momento de partilha de experiências de todos os movimentos familiares europeus. Falta somente a data, mas será provavelmente em setembro ou outubro”. Dom Paglia informou que o Pontifício Conselho para a Família está organizando diversas iniciativas voltadas aos movimentos, com o envolvimento de teólogos de todo o mundo e de comunidades e universidades. Fonte: Rádio Vaticano

A Tua misericórdia nos alcançou

Neste Ano da Misericórdia, em especial, provamos o quanto somos amados pelo Senhor, escolhidos, sua bondade nos faz sentirmos amigos dEle. Assim começou nossa história na Comunidade Católica Shalom, tocamos o lado aberto de Cristo, onde como Tomé, acreditamos, gerou em nós um grande desejo de conversão, de dar mais ao Senhor, de perceber que pouco ou nada tínhamos feito ainda. Deus foi dando forma, sentido, ordenando toda nossa vida a vontade Dele, nossos planos, nossos pensamentos, sonhos. Fomos entendendo que a nossa vida está nas mãos do Senhor, reconhecendo o nosso lugar que é aos pés Dele, lá, encontramos por excelência nosso lugar, sabemos quem é o Senhor e quem somos nós. Somos casados há 4 anos, temos um filho chamado Aslan Pietro de 2 anos e três meses, chamados a viver a vocação de forma plena, onde a  misericórdia de Deus transborde em nós para alcançar a todos, mas em especial as famílias que estão desestruturadas, que perderam o sentido da vida, desacreditaram que são Igrejas Domésticas. Entendemos que a partir  do carisma Shalom, por ser a nossa vocação, alcançaremos aqueles que pela misericórdia de Deus também precisam experimentar do seu amor. Somos discípulos de primeiro ano, chamados a configurar nossa vida a vida de Cristo Jesus. Vamos percebendo que a misericórdia de Deus vai nos alcançando também por meio da vivência diária do carisma com todas as renúncias, alegrias, sacrifícios. Tentamos a cada dia ir além dos nossos compromissos como Comunidade  de Aliança, que nos faz priorizar a vida de contemplação, unidade e evangelização, zelando pela vivência em família, levando nossos filhos a experimentar desta misericórdia. Dialogamos e nos questionamos se estamos sendo sal e luz um para com outro, para com os irmãos, temos que fazer a diferença onde somos chamados a lançar as redes. Grande desafio ser família, sermos discípulos no mundo de hoje, mas por ser desafiante é que nós acreditamos que vale a pena, precisamos violentar o coração, dar mais qualidade aquilo que somos chamados a viver: como a oração, o estudo bíblico, a eucaristia diária, a confissão, o terço, os compromissos da Comunidade e o sair de si para o outro. Somos gratos porque enquanto estamos sendo loucura para os homens, nosso coração se enche de parresia para sermos resposta a estes que mais precisam. Somos felizes por este caminho de salvação, livres nas mãos de Deus, dependentes Dele, da sua providência que nos dá a cada dia o necessário, uma família não diferente das demais, que apresenta dificuldades, medos, inseguranças, que é pecadora, porém, com uma simples diferença, decidimos deixar Deus ser o centro da nossa família e o resto vem por acréscimo, quando menos esperamos, Deus nos surpreende e a cada dia nos confirma como Shalom, como resposta ao mundo de hoje, mais misericordiosos, humanos, sensíveis aos homens, as famílias que no silêncio pedem socorro. Trilhamos este caminho de felicidade porque temos Deus, temos Tudo, não é fácil, mas Ele nos dá a sua força para venceremos as batalhas diárias. Queremos dar mais, porque pouco ou quase nada fizemos até aqui! Shalom!!!!! Alexandra C. Ribeiro Almeida e Aslan Almeida Filho

Show de Suely Façanha – Natal

Ensine o seu filho a saber perder

Vamos ser sinceros: ninguém gosta de perder. Mesmo nós, adultos, quando a gente perde sente o gosto amargo da derrota. E pode acontecer da gente levar muito tempo para conseguir superar esse sentimento. Mas agora vamos nos colocar no lugar dos nossos filhos. Quando eles perdem, eles só conseguem sentir frustração por não terem conseguido o que queriam. É um duro golpe para a a auto-estima e um desafio enfrentar o sentimento de ser derrotado. Isso não significa que a gente deve tolerar os acessos de raiva dos filhos, a choradeira ou até mesmo a agressividade, quando eles perdem.  Mas você deve ensinar como perder porque ser competitivo significa justamente aceitar a vitória e a derrota. A lição não é simples, mas é o preço para que as crianças desfrutem de uma atividade compartilhada e compreendam que a vida tem muitas alternativas e que nem sempre acontece o que a gente espera. Para ensinar seu filho a ser um bom perdedor é necessário definir limites. Como por exemplo: não entregar tudo, cedendo a chantagens quando eles ficam com raiva ou choram; e fazê-los se acostumar a ouvir a palavra “não” de vez em quando. Como em muitos casos, o exemplo é algo básico nessa história. Quando você brinca com o seu filho e perde, demonstre que apesar de você ter perdido, você está feliz pelo tempo de diversão que tiveram juntos. E quando você ganhar, não fique se gabando de ter se saído melhor. Ao começar um jogo com seu filho, considere dar uma pequena vantagem, afinal você tem mais capacidades do que ele. E não se esqueça de sempre motivá-lo com comentários como “nossa, como você está indo bem” ou ” você é bom nesse jogo.” Também é importante que você explique que perder não é uma coisa ruim, mas é uma oportunidade para se tornar melhor. Conte uma historinha sua. De quanto, por exemplo, você ralou o joelho até aprender a andar de bicicleta sem rodinha. Ou de quando você começou a chutar bola e ela nem ia tão longe e foi preciso muito tempo de prática para isso melhorar. Fale com seu filho sobre as consequências de não saber perder, porque se todas as vezes houver um chilique as outras crianças não vão querer jogar com ele. E não se esqueça de que é preciso respeitar as regras do jogo. Nada de dar “um jeitinho” para que a derrota fique mascarada. Perdeu, faz parte. Transmitir a ideia de que a derrota é algo que pode ser superado é fundamental porque no jogo e na vida, às vezes você ganha, às vezes você perde. Mas você sempre é capaz de aprender.   Fonte: Aleteia

Terceiro Dia do Retiro de Semana Santa 2016

Segundo Dia do Retiro de Semana Santa

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