O Renascer também é das crianças

O Renascer está animado desde, domingo (7). Com adoração ao Santíssimo, pregações e muita animação para aqueles que desejamparticipar de um carnaval diferente e experimentar uma experiência única com o amor de Deus. Além da opção para os jovens e adultos, o retiro de carnaval conta com um espaço feito especialmente para a criançada, o Renascer Kids.  Essa iniciativa é a oportunidade para aqueles que desejam participar do retiro, mas não tem com quem deixar a garotada e, além disso, proporcionar para elas uma experiência única com o amor de Deus. A programação conta com animações, apresentações, brincadeiras, formações espirituais com uma linguagem específica para o público infantil, oração e adoração. Tudo isso em um espaço todo especial, proporcionando para eles uma experiência com Deus de uma forma bem diferente. Edição: Marcio Chagas

Renascer 2016 Missão Maceió – 2º dia

Presença da família ajuda os pacientes de Alzheimer

Estudo da Associação Inglesa Alzheimer´s Society mostra que a afeição familiar tem um impacto “poderoso e positivo” no doente A Alzheimer´s Society, uma instituição de caridade do Reino Unido que presta assistência a pessoas afetadas por este tipo de doença degenerativa, enfatiza a importância da família. Na sequência de um estudo, concluiu-se que passar o tempo com os entes queridos com demência é “ainda mais importante” quando eles já não reconhecem os amigos e familiares. A associação britânica desmente que 42% de entrevistados em determinada pesquisa, considera desnecessário manter contato com aqueles que atingiram um estágio avançado de demência. Na verdade, receber visitas de familiares estimula os sentimentos de felicidade, confiança e segurança. Mesmo quando a doença progride, afirma a Alzheimer´s Society, as pessoas com demência podem ainda ter a chamada “memória emocional”. Isso significa que o doente pode continuar a sentir-se feliz e sereno após receber visitas de entes queridos, mesmo não se lembrando do encontro. 64% dos pacientes de Alzheimer, de acordo com outro estudo Inglês, sente que foi abandonado depois de conhecido seu diagnóstico. Jeremy Hughes, diretor executivo da Alzheimer´s Society, disse a este respeito: “Depois de passar um tempo com amigos e familiares durante as férias, a chegada do novo ano pode ser um momento de grande solidão para as pessoas que sofrem de demência. É muito importante estar sempre presente, para que eles possam sentir-se ainda parte do mundo”. Hughes destacou o impacto “potente e positivo” nos doentes que passaram um tempo com seus entes queridos. “Nosso objetivo é incentivar os familiares das pessoas que sofrem de Alzheimer a entrar em contato conosco, para ajudá-los a entender como estar presente junto aqueles que estão doentes”, acrescenta. Fonte: Zenit

Shalom de Belém realiza Noite da Misericórdia

A Noite da Misericórdia foi um evento realizado no último dia 12, organizado pelo ministério da Promoção Humana em comunhão com toda a coordenação apostólica e toda a Comunidade Shalom. A ação é uma resposta ao apelo do Papa Francisco de “sermos Misericordioso como o Pai” e como gesto concreto da vivencia da pobreza neste tempo do advento e no Ano da Misericórdia. O objetivo da Noite da Misericórdia foi favorecer um ambiente propicio para as praticas das obras de misericórdias corporais e espirituais e promover a dignidade das pessoas em situação de rua. A programação  teve inicio com uma Celebração Eucarística, presidida pela Padre Dalvan, seguido de um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento e oração de intercessão. Após a missa, ocorreu um jantar de natal, onde todos foram servidos pela Comunidade. O cardápio foi variado! Teve strogonoff, arroz com galinha, salada de bacalhau e as seguintes sobremesas: bolo de chocolate, mousse de cupuaçu e torta gelada. Por fim, os convidados assistiram um trecho da peça “Filho de Deus, menino meu” e recebam um kit-higiene de presente, composto por lençol, toalha, sabonete, escova e pasta de dente. Participaram aproximadamente 150 pessoas em situação de rua e 150 membros da obra e da Comunidade. Este evento representou um marco nas ações da Promoção Humana voltadas para o Ano da Misericórdia e uma oportunidade favorecer a integração  da Comunidade e as ações do ministério. De acordo com a organização o evento foi um sucesso. “De forma generosa fomos abençoados com muitas doações de benfeitores e membros da comunidades, participantes dos grupos de casais, grupos mistos, grupos do Projeto Juventude para Jesus e das células comunitárias. São José providenciou muito mais do que precisamos. Nada nos faltou. Os desafios foram ínfimos diante da manifestação da gloria de Deus diante dos nosso olhos. Servimos o pobre e nos tornamos um com Ele. Somos gratos a Deus pela sua misericórdia derramada nos nossos corações. Shalom.” Foto: Karen Favacho Jorge Correa

I Encontro Geral da Obra Shalom

Sínodo: casal brasileiro comove padres com testemunho de vida cristã de crianças

A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou algumas das intervenções dos auditores no Sínodo dos Bispos. Entre eles, a de um casal de esposos brasileiros que contaram duas breves histórias protagonizadas por crianças, através das quais mostram a necessidade de ajudar a descobrir e viver a alegria de ser uma família cristã. Ketty Abaroa de Rezende e Pedro Jussieu de Rezende são um casal de brasileiros, com sete filhos e 5 netos, casados há 36 anos. Atualmente, são docentes na Universidade Estadual de Campinas. Durante sua intervenção no Sínodo contaram estes breves relatos: Um pai de família ajudava o seu filho de seis anos a fazer seu exame de consciência à noite e escutou que o pequeno disse: “Jesus, perdoa a Sarah porque ela me bateu”. E o pai lhe explicou: “Não, filho, você deve pedir perdão pelas coisas ruins que você fez”. E o menino adicionou: “Jesus, me perdoe porque foi eu que bati nela primeiro”. O segundo relato breve tem a ver com uma mãe que foi se confessar e sua filha de quatro anos também quis ir com ela. No momento em que a mamãe saía do confessionário, a pequena bateu na porta e gritou: “Jesus, agora é a minha vez ”. Os esposos brasileiros afirmaram que “estas sementes de fé brotam nas famílias e, através da graça do sacramento do matrimônio, podem levar a alegria apesar do sofrimento”. “Estas famílias testemunham ao mundo a beleza do matrimônio. Tais famílias se esforçam por receber regularmente os sacramentos e receber formação espiritual de sacerdotes devotos, e se convertem em famílias apostólicas”. Este casal proveniente do Brasil disse ainda que “graças à amizade perseverante das famílias apostólicas, conhecemos casais que conviviam e tomaram a decisão de casar-se na Igreja, um casal cuja a esposa era infértil que renunciou a ideia da fertilização in vitro, casais que abandonam a anticoncepção para adotar a regulação natural da fertilidade. Então, necessitamos do apoio de sacerdotes santos para que as famílias façam o que melhor sabem fazer: ser apostólicas, abrindo seus lares e compartilhando a fé com outras famílias”. Em resumo, concluíram, “acreditamos que esta é uma de nossas missões: ajudar outras famílias para que experimentem a ‘alegria de ser uma família cristã’”.   Fonte: ACI Digital

Sul-coreanos viajam ao Norte para reencontro familiar emocionante

Cerca de 400 sul-coreanos cruzaram nesta terça-feira a fronteira com a Coreia do Norte para se reunirem com parentes que não viam há mais de 60 anos, em um incomum encontro entre famílias separadas pela guerra (1950-1953). Os sul-coreanos, idosos, cruzaram a fronteira, fortemente militarizada, a bordo de ônibus precedidos por quatro carros da Cruz Vermelha. Depois de ultrapassar o posto fronteiriço, o comboio continuou em direção ao Monte Kumgang, para este encontro de três dias que estará carregado de emoções muito fortes. As duas ambulâncias que acompanhavam o comboio eram um sinal da frágil saúde de muitos dos participantes. Mais de vinte passageiros estavam em cadeira de rodas, e uma mulher viajava inclusive com um cilindro de oxigênio. “Não consegui dormir esta noite”, afirmou Lee Joo-Kuk, de 82 anos, que utiliza uma etiqueta com seu nome, idade e o nome do irmão mais velho que o espera no Monte Kumgang. “Nossa família estava certa de que havia morrido. Inclusive todos os anos organizávamos cerimônias em memória dele”, conta. “Depois soube que estava vivo e queria nos ver. É como se tivesse ressuscitado”. Kim Ok-Ja, de 72 anos, por sua vez, já não pode falar, mas ainda assim irá ver seu irmão mais velho, integrado à força ao exército norte-coreano em 1951, segundo seu marido, que viaja com ela. O encontro entre famílias, que é apenas o segundo em cinco anos, foi decidido no fim de agosto como parte de um acordo que permitiu acalmar uma escalada entre o Norte e o Sul. Durante a guerra da Coreia, milhares de pessoas foram deslocadas, e no caos do conflito famílias inteiras – pais e filhos, maridos e esposas, irmãos e irmãs – foram separados. Agora, mais de 65.000 sul-coreanos estão na lista de espera, com a esperança de poder viajar algum dia ao Norte. A grande maioria dos membros da geração da guerra morreu sem voltar a ter o menor contato com seus parentes do Norte comunista. Isso porque as comunicações fronteiriças diretas, seja em forma de cartas ou de chamadas telefônicas, estão proibidas. Encontros ansiados, mas breves O programa de reencontros familiares começou após uma cúpula bilateral histórica no ano 2000. A ideia original era organizar um encontro por ano, mas com as tensões regulares entre os dois Estados muitos foram cancelados, e por vezes as autoridades norte-coreanas não hesitaram em cancelá-los no último minuto. Depois de décadas de espera, as reuniões serão muito rápidas. Durante três dias, os sul-coreanos verão seus parentes do Norte em seis ocasiões, de forma privada e publicamente. Cada encontro durará apenas duas horas, o que significa que terão no total 12 horas após mais de 60 anos de separação. E para muitos dos participantes, octogenários ou inclusive nonagenários, a separação de quinta-feira terá o gosto amargo de um adeus definitivo. Ilustrando o abismo econômico existente entre as duas Coreias, todas as famílias do Sul levavam diversos presentes, roupas, relógios, remédios, alimentos e em muitos casos milhares de dólares em dinheiro. Na última reunião, em fevereiro de 2012, alguns sul-coreanos se queixaram de que seus parentes do Norte se sentiram obrigados a pronunciar longos discursos políticos nos quais repetiam a propaganda oficial do regime comunista dos Kim. Outros também disseram que os norte-coreanos pareciam mais interessados nos presentes do que no encontro em si ou em seu passado familiar.   Fonte: Aleteia

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