Eu encontrei Deus

Sou Dandara Bezerril, tenho 20 anos, faço parte da obra da Comunidade Católica Shalom, em Maceió (AL). Minha primeira experiência com o amor de Deus foi no Acamp’s 2014, mas começar assim a história fica sem graça, não é? Então vou contar do começo… Venho de uma família que não segue nenhuma religião. Mesmo minha mãe tendo sido criada no catolicismo, ela não seguiu e se afastou desde muito nova e meu pai também não teve fortes influências religiosas em sua família. Meus pais sempre foram super tranquilos e nunca me impuseram nenhuma religião, sempre me deixaram livre pra escolher o que era melhor pra mim e o que me deixava feliz. Eu sempre digo que minha família é muita curiosa, pois mesmo sem seguir nenhuma religião, já fomos um pouco de tudo: já fomos ao centro espírita, à igreja evangélica durante 4 ou 5 anos, eu e minha mãe já fomos budistas. Deu pra notar que mesmo sem seguir religião, tentávamos nos achar em alguma delas, mas nunca obtivemos êxito, sempre acontecia algo que nos levava a sair. Uma das coisas que me fazia sair era a falta de respostas às minhas inúmeras perguntas. Parecia que as pessoas sempre tinham as mesmas frases, frases prontas. A última igreja que fiquei foi a evangélica, mas depois fiquei durante alguns anos sem contato com religião, a não ser por intermédio de leituras e pesquisas que sempre fazia. Então, eu quis tentar algo novamente, pois me sentia inquieta e vazia, mas queria algo diferente do que sempre convivia. Aos 16 e 17 anos, interessei-me pelo budismo. Frequentei durante quase um ano e participava das reuniões, dos estudos e tudo mais. Gostava porque sempre discutíamos tudo e todas as minhas perguntas e dúvidas eram cessadas. Mas, mesmo assim, não me sentia feliz por completa nem satisfeita e foi aí que eu fiquei mais confusa, porque pensava “eu saí de uma igreja porque ninguém conseguia me responder, daí quando acho uma ‘religião’ que todas as pessoas sempre tem resposta a me dar, eu não me sinto satisfeita”. Foi quando novamente notei que aquilo “não dava pra mim”. Fiquei muito triste e decepcionada, pois durante minha vida inteira eu havia buscado e lido sobre varias religiões mas nunca me sentia completa em nenhuma delas. Daí, tomei a decisão de parar de vez. Fui tão radical que, pra mim, não fazia mais sentido rezar. Foi assim que aos 17 anos parei totalmente de rezar. No final do ano passado, algo me inquietava, ficava lembrando do nada dos encontros religiosos da época do colégio, pois estudei em colégio católico. Sentia saudades daquilo tudo e, às vezes, ficava perguntando a minha amiga Brunna Rocha, que hoje é postulante da Comunidade Católica Shalom como Comunidade de Aliança, como ela estava no Shalom. Ao mesmo tempo, achava estranha essa curiosidade até porque eu sempre me achava muito autossuficiente – pobre coitada! –  pra estar querendo ter um encontro com Deus. Em dezembro de 2013, eu tive de fato a certeza de que estava distante de Deus e que não queria mais isso. Durante uma semana inteira, sentia vontade de rezar, mas não rezava, porque como já falei eu era muito autossuficiente e não ia dar o braço a torcer. Essa vontade surgia cada vez mais forte em mim. Então pensei: “Ok, Ok, eu rezo, só pra essa vontade sair logo”. Daí, comecei a rezar, mas simplesmente não conseguia completar a oração, nem o Pai Nosso nem a Ave Maria, eu simplesmente tinha esquecido, isso de certa forma me assustou muito e foi aí que notei o quão distante Deus eu estava. Em janeiro de 2014, fui para o Acamp’s. Durante o encontro, passei por vários momentos; de inicio eu mal interagia com as pessoas e nas duas primeiras noites ficava me perguntando “que negócio em que tu foi se meter Dandara, isso não é pra você”. Mas como eu estava lá, fui até o fim, pra ver o que dava… Além do mais, eu era aquela típica pessoa que não queria dançar (até porque não sabia as coreografias), não queria partilhar (porque achava que não tinha o que partilhar) e não queria levantar a mão nas adorações e nem me aproximar do ícone (na verdade, eu até me afastava). Mas sempre que eu conversava com o pessoal, todo mundo dizia pra abrir o coração, me entregar, mas eu achava que aquilo tudo era balela e que eu não ia fazer aquilo, não. Pra mim, até rezar era difícil, mesmo nas adorações com todo mundo rezando, chorando, repousando, eu só ficava observando, ou fechava os olhos pra disfarçar pra que o povo pensasse que eu estava rezando, mas na verdade não estava, porque aquela situação de conversar com Deus era muito, mas muito difícil mesmo e o meu sentimento era de vergonha. Eu queria me esconder de Deus, então rezar pra mim seria uma forma de me encontrar com Ele e eu não me achava merecedora disso, por isso não conseguia rezar. Foi quando na oração de cura, duas pessoas rezaram por mim. Eu fiquei muito assustada e ficava pensando “Como assim? Como elas sabem disso?”, porque eu nem conhecia as duas pessoas que rezaram por mim e elas falaram coisas que apenas eu sabia, apenas eu entendia. Essas duas orações ficaram na minha cabeça o dia inteiro, a noite inteira, e eu ficava tentando entender como aquilo era capaz, querendo respostas de como alguém pode falar algo a mim sem nem me conhecer, mas foi exatamente a partir dessas duas orações que eu comecei a ficar disposta a me envolver com as pessoas, a participar mais das brincadeiras, das fraternidades e das adorações, porém, eu ainda travava na hora de rezar. Simplesmente não conseguia, não saía nenhuma palavra, me dava vontade de fugir da adoração e de chorar, porque pra mim a ideia que tinha era que aquilo tudo não era pra mim e que eu novamente estava tentando algo que não ia funcionar. Ao mesmo tempo em que

Halleluya Adventure

Halleluya oferece espaços para a juventude

Com ambientes visando a promoção humana, o Festival Halleluya disponibiliza pelo menos 03 espaços para os jovens, com campeonatos de skate, bate-papo sobre temas direcionados para a juventude e festival com apresentações musicais. Mas será que os jovens que vêm ao Halleluya sabem disso? Ruth Fernandes, 15, membro do Shalom da Paz, sabe que há o espaço ‘Fazendo Barulho’, mas não conhece a programação do ambiente. Já a amiga, Mikaele Sousa, 19, comenta que no Halleluya tem “alguma coisa de talento”, ao se referir sobre o Festival de Artes Integradas. “Sei que tem o Adventure, o Espaço da Misericórdia também”. Já Lucas Lima, 22, amigo de Ruth e Mikaele, não conhece os espaços destinados à juventude e a programação direcionada. As irmãs Camila Barbosa, 18, e Bárbara Rodrigues, 12, são da Comunidade Menino Jesus de Praga, no Papicu. Eram evangélicas desde criança e retornaram à Igreja Católica, através do Halleluya. Camila participa pela quarta vez e a Bárbara retorna pela segunda vez, ambas já sabem alguns dos espaços para a juventude: “Tem o Espaço da Misericórdia, tem aquele espaço de lazer que tem dança, eu adoro, sempre vou. Tem skate, mas eu não vou muito pra esse espaço não. Vou para o de dança, de palestras.”, comenta Camila. O Festival Halleluya oferece a Arena Cultural para os jovens. Dentro da Arena, há cinco opções de atividades culturais para o público jovem, dentre as quais está o Halleluya Adventure, área de esportes radicais que concentra campeonatos de skate, patins e bike, que acontecem paralelamente ao evento. O ambiente propõe a radicalidade do esporte aliada à radicalidade espiritual. O segundo espaço voltado para a juventude é o Festival de Artes Integradas com música, dança e teatro, onde se apresentam diversas bandas e grupos. Os melhores em cada categoria são premiados em dinheiro e os vencedores do Festival se apresentam no palco principal do Halleluya no último dia do evento. O espaço ‘Fazendo Barulho’ é um talk show com temas direcionados para os jovens e que instigam a reflexão e uma mudança de atitude. Dentre os temas estão: “Cadê minha felicidade?” (quarta-feira), “Para que eu existo?” (quinta-feira), “Santos de calça jeans” (sexta-feira), “À procura do amor/Viver conectados” (sábado) e “1 ano de JMJ – Rio” (Domingo).  Para Helga Lima, coordenadora do espaço, “a proposta é levar o jovem a refletir sobre assuntos que fazem parte da vida deles: sentido de vida, felicidade, amor, internet, relacionamentos. Então esse espaço tem essa proposta de fazês-lo refletir e encontrar as respostas para as perguntas que eles trazem sobre esses assuntos”. Conforme Helga Lima, os convidados são especialistas nos assuntos para responder às perguntas dos jovens e um artista para dar testemunho sobre o tema. De acordo com Helga Lima, “o Papa João Paulo II, o Papa Bento XVI e também o Papa Francisco nos ensinam que a primeira promoção humana é a evangelização das pessoas. É levar o Evangelho para as pessoas. Então aqui tem tudo a ver com promoção humana.”, afirma a coordenadora do espaço. Helga Lima destaca que “muitos jovens chegam aqui sem esperança, nas drogas, perderam o sentido de vida, sem alegria. Esses jovens precisam desse anúncio do Evangelho pra reencontrarem a vida, a felicidade”. O espaço ‘Construtores da Sociedade’ é destinado às iniciativas empreendedoras e agrega uma bagagem cultural à juventude. É uma feira de negócios com mais de 50 expositores e onde são apresentados os trabalhos da Comunidade Shalom que visam a promoção humana por meio de projetos como o Volta Israel, o Albergue, entre outros. O último espaço que os jovens podem conhecer é o Cine Halleluya, onde todas as noites são reproduzidos filmes com uma mensagem cristã e de paz.   Texto:  Jefferson Privino Foto: Débora Paula

Diário JMJ Rio 2013

Estava tão ansiosa para chegar no Rio de Janeiro que parece que nunca chegaria, pra completar ainda tivemos que ficar em frente ao aeroporto esperando um último ônibus que levaria a gente pra terminal da alvorada. Sem contar que quando chegamos no terminal tivemos que espera mas um bom tempo na espera de um BRT pra nos levar até a parada Gláucio Gil, pra chegar na paróquia tivemos que andar mas de quatro quarteirões ou seja quase morta de cansada… Dormimos na paróquia e no outro dia fomos recebidos por uma família maravilhosa e acolhedora.  Renata Monteiro, 19 anos  Dia 23 de Julho de 2013  Acordei e fui em um mercado comprar alguns pães, queijo e nescau e fui para a paroquia onde ia ser entregue nossos kits. Ainda estava lotada e muita gente havia dormido (e ainda estava dormindo) por lá. Sentei, peguei uma faca na lanchonete e abri o pão para comer por lá mesmo no chão. Peguei o kit e fui para o centro onde poderia almoçar e aproveitei para dar uma volta no Maracanã que estava cheio de peregrinos e depois fui as compras onde comprei uma camisa do papa além de conviver bastante com as pessoas que por ali estavam…havia uma feira por ali. Afinal havia peregrino em todo o Rio de Janeiro. Fui na Catedral e depois para a praia de Copacabana onde ia ter a missa de abertura. Foi loucura pra chegar lá…era muito peregrino para pouco ônibus mas consegui entrar em um depois de muito “empurra-empurra”. No caminho chegavam mensagens no meu whatsapp de quem nem imaginava perguntando se estava na praia pq estavam vendo na tv e ela estava lotada. Minha ansiedade e euforia so aumentavam, até que chegamos e fiquei sem acreditar naquilo tudo…realmente estava lotada, olhava nos telões e pirava com aquele bando de gente, bandeiras. Me acomodei perto do palco  só que na calcada da praia. A cerimônia foi toda linda! Chorei um bocado, sem contar que as musicas foram todas do Shalom hehe. No final foi aquele sufoco pra voltar, muita mas muita gente na rua e eu n sabia onde pegar ônibus mas tava nem ai…sabia q uma hora ia chegar em casa, afinal ainda tinha muita gente na rua e eu queria viver aquilo tudo. Eram 23:30h e ainda fui comer pq em nossa ksa n tinha nada. Lembro que saí de copacabana umas 00:30h para só assim tentar pegar ônibus com destino ao recreio. Tava chuvoso, e ainda fui para a paroquia ver se tinha alguem do AP lá. Não tinha ninguém mas tinha um monte de homens querendo entrar esperando lá embaixo. Eu ja tava com fome de novo e tava quase indo na lanchonete comer mais uma vez às duas e pouco da manha…desisti. Acho que só entrei na casa umas três e pouco mas tava feliz. Cansado mas feliz.  André Pereira 23 anos  Eu tava chegando no Rio uma hora dessa, depois de ter sofrido um bocado com problemas de passagem (era pra ter embarcado no dia 22 mas deu errado). Chorei muito pensando que não ia mais pra jornada mas minha mãe fez de tudo e mais um pouco e comprou outra passagem pra mim. Cheguei no Rio  e mandaram me pegar em um aeroporto e eu havia desembarcado em outro, tive que me virar sozinha, peguei ônibus errado  e tudo mas por fim consegui chegar na paróquia umas 15:30 da tarde. Só deu tempo de guardar as malas e ir pra Copacabana pra missa de abertura (gente, o que foi aquela missa?!) depois foi aquela agonia toda pra pegar ônibus e ir pra “casa” que ate então eu não sabia onde iria ficar, ai já é outra historia que eu conto depois.  Jamylle Macedo 21anos  Dia 23 de Julho de 2013 Hoje é o primeiro dia de Jornada,  ainda não caiu a ficha de que eu estou aqui no Rio de Janeiro. Acordei primeiro que todos do AP onde estou com muita ansiedade.  Saimos em direção a catequese, e chegando lá quase não conseguimos pegar o kit de café da manhã . Mas tarde fomos pra Copacabana , para a missa de abertura . Após a missa , a grande dificuldade de encontrar a parada de ônibus pra irmos para o recreio, enquanto o estrageiros fazia a festa , os brasileiros ficavam de calados . Só conseguimos chegar no Ap da Dona Alba por volta 1h da manhã, com muita vegonha de acordar a dona da casa , mas quando entramos , ela estava terminado de aprontar uma sopa bem quente.  Roberto Santana 18 anos Dia 24 de julho de 2013 Depois de sair do alojamento, fomos ao metro em direção a Pavuna, de lá pegamos um ônibus até São João do Miriti, para chegar a catequese, estava bastante frio. O tema da catequese foi Missões, almoçamos no centro da cidade, e voltamos ao Rio de Janeiro, a tarde fui a Quinta da Boa Vista para a feira vocacional, assisti o Missionário Shalom, e Eliana Ribeiro, e a noite fui para o shopping que fica perto de onde eu estava, e assistimos um filme, meu malvado favorito 2, e voltamos para o Colégio.  Wendell Duarte, 16 anos

SHALOM REALIZA O CAIA NA REAL 2014

A Comunidade Católica Shalom tem a grande alegria de convidar você e toda a sua família para o “ Caia na Real – 2014”. Evento artístico- cultural para todas as idades, crianças, jovens e adultos. Todos estão convidados para participarem deste super final de semana, nos dias 22, 23 e 24 de agosto, no ginásio poliesportivo de Chaves. Nossa programação terá palestras, shows, acompanhamentos, combate ao uso de drogas, artes, Santa Missa e muito mais… DIA 22 (SEXTA-FEIRA): 19h Missa de Abertura DIA 23 (SÁBADO): 8h Animação e Palestras DIA 24 (DOMINGO): 8h Dinâmicas e Palestras 19h Show Musical 19h Missa de Cura e Encerramento

JMJ Rio 2013 lembranças

Jovens viveram dias de muitas bençãos no Acamps

Com a proposta de fazer os jovens vivenciarem um período de férias diferente, cheio de alegria e amor à Deus, a Comunidade Católica Shalom promoveu mais um Acampamento de Jovens – ACAMPS 2014.2. O evento estimulou momentos de lazer, oração, louvor e Celebrações Eucarísticas diárias. A Comunidade Católica Shalom promoveu o 43º Acampamento de Jovens, na localidade de Pacajus, a 56km de Fortaleza. O evento se deu início no dia 14 de Julho, com uma Celebração Eucarística em forma de acolhimento a todos os jovens que ali chegaram. Na homilia inicial, o padre falou sobre a ação de Deus no coração de cada um, mesmo quando a abertura ainda é pouca – o Senhor respeita o espaço de cada ser humano. O celebrante ainda fez questão de citar a sua primeira experiência com o Amor de Deus – em um retiro de 4 dias, ele disse que talvez a sua abertura às graças que o Senhor queria realizar em sua vida talvez tenha sido de um dia, pois as resistências eram muitas. Mas esse dia foi o suficiente para que uma grande obra fosse iniciada – hoje, com a vocação para o sacerdócio, o padre garantiu que é feliz e muito realizado em viver nos caminhos de Jesus.   As manhãs do acampamento foram marcadas por diversas atividades com os chamados Games do ACAMP’S – jogos de diversas modalidades que geravam nos jovens um espírito de equipe. Os times foram divididos em oito cores – amarelo, azul, verde, cinza, vermelho, roxo, laranja e preto. Cada grupo tinha que atingir os seus objetivos diários, e as pontuações tinham que subir para um bom êxito no placar final. As competições ocorridas naquele lugar só ressaltavam a proposta diferente do Acampamento de Jovens Shalom – os jovens e seus “pais de família” (os coordenadores de cada grupo) rezavam antes de cada competição, e em várias modalidades, eram comuns as orações também pelos times adversários. Mesmo na busca por pontuações, os participantes demonstravam um respeito mútuo que deixava tudo mais divertido. Era impossível não sentir a presença de Deus na alegria e no entusiasmo de cada jovem.  Já nos períodos da tarde do ACAMP’S, foram realizadas formações diárias sobre o Amor de Deus, a Igreja Católica e sua doutrina (Em que cremos?), testemunhos de jovens hoje consagrados à Comunidade Shalom, e claro, o testemunho vivo do Fundador da Comunidade, Moysés Azevedo, que marcou presença em quase todos os dias do Acampamento. Andando em meio aos jovens, Moysés fazia questão de olhar com olhos de pai àqueles que estavam tendo o primeiro contato com a vida de Jesus. Na sexta feira, (18/07), durante a efusão do Espírito Santo, Moysés Azevedo, juntamente com os servos de seminário, pastores de grupo de oração e consagrados da Comunidade de Vida Shalom, rezaram pelos jovens que então ali foram batizados no Espírito de Deus – muitas pessoas que receberam oração foram profundamente tocadas, e a partir dali tiveram suas vidas transformadas. Um jovem só é plenamente feliz quando reconhece que a Misericórdia de Jesus sempre esteve presente em sua vida – essa experiência é capaz de curar as feridas do passado e trazer à tona a verdadeira alegria que por vezes o mundo tenta roubar de cada ser humano. Foi a partir dessa verdade que muitas pessoas foram se sentindo verdadeiramente amadas, acolhidas e perdoadas. No mesmo dia, durante a noite, foi realizada a Missa de Cura, presidida pelo padre Antônio Furtado – sacerdote que gosta de realizar louvores antes do início da Celebração – ele sabe que o verdadeiro louvor é capaz de alegrar muitos espíritos abatidos e dar a eles uma maior abertura às graças de Deus. Após a missa, foi iniciado um período de adoração ao Santíssimo Sacramento, momento em que o padre andou com Jesus Sacramentado por todo o salão vermelho e seus arredores. Muitos jovens foram profundamente tocados, e as curas e libertações eram visíveis à medida que o Senhor atraía corações para perto da Sua infinita Misericórdia. A adoração foi selada com a benção final, e os aplausos já pareciam não ter mais fim – a paz, enfim, reinava no coração de muitos jovens ali presentes. As noites de ACAMP’S não eram monótonas e sem vida. Os shows foram a marca registrada do período noturno do acampamento, e marcaram presença no palco Missionário Shalom, Naldo José e Forró InDeus e as bandas Totus Tuus e E3. Os jovens dançaram, rezaram, e ainda tiveram momentos únicos com grandes nomes da música católica –as sessões de fotos pós-show garantiram a alegria da garotada que têm profundo respeito e admiração por profissionais que usan a voz e seus instrumentos musicais para louvar ao Senhor.  O Acampamento de Jovens Shalom 2014.2 encerrou suas atividades no sábado, 19 de julho, com a Santa Missa de envio. Na ocasião, os pais de muitos jovens participaram, e o celebrante, padre Silvio, ressaltou a importância de viver nos caminhos de Deus mesmo em meio aos desafios do mundo. Em comparação aos times que obtiveram um bom êxito na Copa do Mundo de 2014, o Sacerdote disse que o time que vence os desafios da vida, é o que está mais preparado. Assim deve ser o bom Cristão – para lutar o bom combate, precisará contar com a oração pessoal, com os irmãos de verdade e com uma amizade firme com Deus. Encarar os problemas e resistir aos caminhos fáceis, porém tortuosos oferecidos pelo mundo não é uma tarefa fácil. Mas certamente, depois da experiência verdadeira vivida por esses jovens na semana do ACAMP’S, a vitória será certa na vida de cada um. Que as graças derramadas a esses jovens durante esse tempo oportuno cheguem a muitos outros corações, com a perseverança e a alegria próprias da juventude.des nomes da música católica – as sessões de fotos pós-show garantiram a alegria da garotada que têm profundo respeito e admiração por profissionais que usam a voz e seus instrumentos musicais para louvar ao Senhor. Rita de Cássia Carvalho

RetLazer 2014

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