Postulantes da Comunidade Shalom de Maceió recebem Estatutos

Os novos postulantes da Comunidade Católica Shalom de Maceió receberam seus Estatutos no domingo (14). Momento marcado pela Eucaristia, com muita alegria, os missionários celebram os pequenos passos que dão rumo à eternidade. O postulantando na Comunidade de Vida é o período de no mínimo um ano de experiência em missão. Na homilia, padre Luciano Duarte falou da autenticidade que os cristãos devem ter diante dos desafios que lhes são impostos. Enfatizou ainda que o Reino de Deus deve começar aqui na Terra. Os Estatutos da Comunidade são um conjunto de regras e normas de como a Vocação Shalom deve ser vivida. O responsável local da Missão, Darllan Pereira, destacou que os Estatutos foram inspirados por Deus e são um sinal do Carisma, caminho concreto de conversão e de busca da santidade.  

Missão de Natal participa da festa de Corpus Christi

A última quinta-feira (04) foi marcada pela celebração religiosa de Corpus Christi, momento em que a Igreja Católica vive a Santíssima Eucaristia. Na capital potiguar, os missionários da Comunidade de Vida e Aliança e toda Obra, juntamente com a Arquidiocese de Natal, participaram da procissão do Santíssimo Sacramento pelas ruas do centro. A missa foi presidida pelo arcebispo metropolitano de Natal Dom Jaime Vieira Rocha e culminou com a benção do Santíssimo Sacramento na antiga catedral da cidade. “Diante do mistério de Deus que se fez homem e alimento para a nossa vida e a vida da Igreja, que possamos pelo nosso testemunho tornar Jesus visível a toda Natal”, destacou Dom Jaime durante a bênção do Santíssimo, em frente a Praça André de Albuquerque, que marcou o encerramento do ato de fé. Origem da festa A solenidade Corpus Christi teve origem em Liège, na Bélgica, em 1243, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Em 1264, o Papa Urbano IV, através da Bula Papal Trasnsiturus de hoc mundo, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. A primeira procissão com a hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Tradicionalmente, a celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. *Com informações da Arquidiocese de Natal

Celebração da Palavra para crianças

Com o objetivo de evangelizar as crianças, a Comunidade Shalom, em parceria com a Pastoral da Criança, realizou neste domingo (08), Celebração da Palavra para os pequenos fieis. Sempre no segundo domingo de cada mês a Eucaristia das 8h da manhã é celebrada especialmente para eles. Porém, neste fim de semana, devido à ausência do pároco, padre Glauciney Dias, houve apenas celebração da Palavra, conduzida por uma missionária da Comunidade Shalom que é ministra da Sagrada Comunhão. Padre Glauciney estava viajando em visita pastoral. A celebração contou com a participação das crianças nas leituras, no salmo responsorial e ofertório. Houve também um momento lúdico na reflexão do Evangelho. Teatro de fantoches foi realizado para ajudá-las a compreender a Palavra de Deus. Sentadas em frente ao altar, elas interagiram com os fantoches que explicavam de maneira simples a Palavra proclamada.

3 regras fundamentais para os leitores da missa

“Eu gostaria de saber se há indicações precisas do magistério ou da tradição que expliquem como um leitor deve se comportar durante a missa. As leituras do dia e os salmos não devem ser lidos, mas anunciados. Poderiam fazer um pequeno elenco dos erros mais comuns? Por exemplo, às vezes ouço “É Palavra do Senhor”, ao invés de “Palavra do Senhor”. Também há quem coloque muita ênfase em ler, às vezes mudando fortemente o tom de voz nos diálogos diretos… Há quem levante o olhar aos bancos e quem, ao contrário, mantém os olhos fixos no texto… Obrigado.” Resposta (Enrico Finotti, liturgista) A Palavra de Deus na celebração litúrgica deve ser proclamada comsimplicidade e autenticidade. O leitor, em resumo, deve ser ele mesmo e proclamar a Palavra sem artifícios inúteis. De fato, uma regra importante para a própria dignidade da liturgia é a da verdade do sinal, que afeta tudo: os ministros, os símbolos, os gestos, os ornamentos e o ambiente”. Também é preciso solicitar a formação do leitor, que se estende a 3 aspectos fundamentais: 1. A formação bíblico-litúrgica O leitor deve ter pelo menos um conhecimento mínimo da Bíblia: estrutura, composição, número e nome dos livros do Antigo e Novo Testamentos, seus principais gêneros literários (histórico, poético, profético, sapiencial etc.). Quem vai ler na missa precisa saber o que vai fazer e que tipo de texto vai proclamar. Além disso, precisa ter uma preparação litúrgica suficiente, distinguindo os ritos e suas partes, e sabendo o significado do próprio papel ministerial no contexto da Liturgia da Palavra. Ao leitor corresponde não só a proclamação das leituras bíblicas, mas também a das intenções da oração dos fiéis e outras partes que lhe são designadas nos diversos ritos litúrgicos. 2. A preparação técnica I leitor deve saber como chegar ao ambão e posicionar-se nele, como usar o microfone e o lecionário, como pronunciar os diversos nomes e termos bíblicos, de que maneira proclamar os textos, evitando uma leitura apagada ou enfática demais. Precisa ter clara consciência de que exerce um ministério públicodiante da assembleia litúrgica: sua proclamação, portanto, deve ser ouvida por todos. o “Verbum Domini” com o qual termina cada leitura não é uma constatação (“Esta é a Palavra do Senhor”), mas uma aclamação repleta de assombro, que deve despertar a resposta agradecida de toda a assembleia, o “Deo gratias”: “Graças a Deus”. 3. A formação espiritual A Igreja não contrata atores externos para anunciar a Palavra de Deus, mas confia este ministério aos seus fiéis, porque todo serviço à Igreja deve proceder da fé e alimentá-la. O leitor, portanto, precisa procurar cuidar da vida interior da Graça e dispor-se com espírito de oração e olhar de fé. Esta dimensão edifica o povo cristão, que vê no leitor uma testemunha da Palavra que proclama. Esta, ainda que seja eficaz em si mesma, adquire também, da santidade de quem a transmite, um esplendor singular e um ministério atrativo. Do cuidado da própria vida interior do leitor, além do bom senso, dependem também a propriedade dos seus gestos, do seu olhar, do seu vestir e do penteado. É evidente que o ministério do leitor implica uma vida pública conforme os mandamentos de Deus e as leis da Igreja. Ler na missa é uma honra, não um direito Esta tripla preparação deveria constituir uma iniciação prévia à assunção dos leitores, mas depois deveria continuar sendo permanente, para que os costumes não se percam. Isso vale para os ministros de qualquer grau e ordem. É muito útil para o próprio leitor e para a comunidade que todo leitor tenha a coragem de verificar se ele tem todas estas qualidades e, caso elas diminuam, saber renunciar a esta função com honradez. Realizar este ministério é certamente uma honra, e na Igreja isso sempre se considerou assim. Não é um direito, mas um serviço em prol da assembleia litúrgica, que não pode ser exercido sem as devidas habilitações, pela honra de Deus, pelo respeito ao seu povo e pela própria eficácia da liturgia. Fonte: Aleteia

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