Shalom Amigo dos Pobres marca presença na IX Jornada Mundial dos Pobres

José Marques e Alexandre Peres vão a Roma, depois de terem suas vidas transformadas pela graça de Deus, através do Shalom Amigo dos Pobres.

O que vivo hoje vale infinitamente mais do que qualquer droga

Eu me chamo Anderson Ferreira e moro em Fortaleza. Tenho 34 anos, sou casado com Regina e temos duas filhas: Letycia (11 anos) e Maria Lyvia (3 anos). Em 2009, eu estava vivendo o momento mais crítico da minha vida. Estava entregue às drogas, mais especificamente ao crack, e já havia dois anos que eu tinha abandonado minha esposa e minha filha Letycia. Era o ápice de uma história que havia começado quando eu experimentei a maconha, aos 11 anos de idade.   Foi então que aceitei o convite de minha mãe de participar da missa de quinta-feira no Centro de Evangelização Shalom da Paz, celebrada pelo padre Antonio Furtado, missionário da Comunidade Shalom. Nessa noite, foi lançada a Campanha Vida Quero Mais. Esse foi meu primeiro contato com a Promoção Humana Shalom e o Projeto Volta Israel, no qual eu busquei tratamento. .: Clique aqui e conheça a Campanha Vida Quero Mais Passei oito meses residindo na casa de recuperação Renata Couras, do Projeto Volta Israel em Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza. Duas coisas eram mais desafiantes: a saudade da família e o desejo de viver minha liberdade lá fora. Mas eu sabia que precisava estar ali e enfrentar toda aquela dificuldade. Eu precisava me recuperar, estar aberto a tudo aquilo, à abstinência. Era um grande desafio enfrentar e superar meus próprios desejos. Hoje, graças a Deus, estou há seis anos limpo. Vejo como Deus foi me transformando, e falo Dele porque não tenho como me esquecer de Sua ação em toda a minha recuperação e experiência com Sua misericórdia quando eu ainda estava no mundo das drogas. A mão de Deus me segura e me guia até hoje. Quando estamos mergulhados no vício, não conseguimos ver nada, nem nossa família nem as outras pessoas ao nosso redor. Hoje o entendimento que Deus me dá é de que sou aquele que ama e que tem que amar cada vez mais os outros. E a minha família são esses que Deus me deu para amar. Quão grande é a minha família, quão grande é Deus! Ele faz com que eu perceba a cada dia que aquela vida que eu levava eu não a quero mais, e que tudo o que vivo com minha família hoje vale infinitamente mais do que qualquer droga. A dependência química é uma doença incurável, assim, torna-se necessário todos os dias renovar meu compromisso: “Senhor, só por hoje eu não quero ser alguém que dependa da droga pra viver, mas quero ser um filho amado por Ti”. O Senhor restaurou meu matrimônio e, depois que eu saí da internação, deu-nos mais uma filha, Maria Lyvia. Hoje, eu e minha esposa somos membros da Comunidade Shalom como Comunidade de Aliança. Damos nossa vida por aqueles que não conhecem a Deus e que estão no submundo da droga, porque a adicção é um submundo onde o ser humano parece ter se tornado um zumbi. É a essas pessoas, que estão como que mortas, que Deus me envia para trazê-los à luz, ao conhecimento da verdade. Anderson Ferreira Ao colaborar com a missão da Comunidade Shalom, você ajuda a construir um mundo novo, formado por homens e mulheres resgatados pelo amor de Deus.  Torne-se um Benfeitor da Paz ou faça uma doação espontânea e venha conosco salvar vidas

Comunidade Shalom em Itapipoca realiza Jantar Show beneficente em vista do Projeto Volta Israel

A Comunidade Católica Shalom em Itapipoca (CE) realizou, nesta quinta-feira (19), no Club Social Imperatriz (CSI), o Jantar Show Beneficente, em vista de angariar recursos para Projeto Volta Israel, programa de Promoção Humana do Shalom, que atua no combate ao uso abusivo de drogas através da evangelização, prevenção e tratamento da dependência química, e possui uma casa terapêutica nesta cidade. O evento teve como atrações a apresentação do espetáculo teatral Filho de Deus, menino meu e o show da cantora católica Leozany Oliveira, intérprete e compositora de músicas da Comunidade. O jantar foi uma oportunidade promover a Casa Terapêutica Bom Pastor do Volta Israel, onde os participantes puderam conhecer mais o trabalho dos missionários e o funcionamento da casa, através de vídeos e depoimentos. Pâmella Diniz, membro da Comunidade e ecônoma da Missão conta que “o jantar nos levou a uma experiência com o pobre, de nos sensibilizarmos com aqueles que sofrem com o flagelo das drogas, além de ser um momento de confraternização”. Fernando, também membro da Comunidade e coordenador da casa Terapêutica Bom Pastor, conta que a noite foi uma excelente oportunidade de evangelização, “mais que recursos, nós queremos conquistar o coração do pobre, que para nós é aquele que desconhece a Deus.”  

Missionários recebem capacitação para acompanhar adictos

A Assessoria de Promoção Humana Shalom oferece para os missionários da Comunidade e da Obra a capacitação do Projeto Volta Israel, objetivando a profissionalização do atendimento a pessoas com dependência química. Na missão de Belém, o projeto Volta Israel terá início em 2015, através da realização do acolhimento e encaminhamento de jovens adictos para as missões que possuem casas de recuperação. A capacitação foi realizada no Centro de Evangelização Shalom de Belém (PA) nos dias 08 e 09 de novembro de 2014, conduzida pelo assessor de Promoção Humana da Comunidade Shalom, Vítor Bonfim dos Santos. O conteúdo da capacitação perpassou pelos temas: fatores determinantes da dependência química, tipos de drogas e seus efeitos, histórico e proposta terapêutica do Projeto Volta Israel, acompanhamento de pessoas com dependência química e a rede de atenção psicossocial da cidade de Belém. Abordou-se ainda, a temática da homossexualidade, por meio da discussão da palavra de médicos cristãos sobre a ação pastoral diante dessa realidade. Clique aqui para ver a galeria de fotos    

Capacitação Projeto Volta Israel em Belém

Aquela pessoa que era caso perdido foi transformada por Jesus

Meus pais tiveram um casal de filhos. Sou o filho mais novo. Eu era uma criança tímida, retraída e que tinha poucos amigos na escola. Não gostava muito de estudar e minha mãe me levava para o trabalho dela pra que ela pudesse me acompanhar nos estudos. Fui crescendo e minha desobediência também crescia. Era teimoso. Não atendia às orientações de meus pais. Aos doze anos, comecei a dar importância à opinião dos meus amigos de escola e vizinhos. Alguns deles, mais velhos que eu, já tinham experimentado álcool e maconha, e me falavam muito sobre elas. Isso foi me despertando a curiosidade e o desejo de experimentar. A minha primeira experiência foi meio absurda. Eu usei um diluente cujo efeito era comparado ao do loló, deixava-me muito estimulado e alucinando. Em seguida, conheci a maconha. No início, usava para ir a uma festa ou sair aos finais de semana. Acabei me acostumando com ela e virou uma rotina. Eu só almoçava ou dormia, se fumasse um baseado. Aos poucos, a curiosidade por experimentar outras substâncias psicoativas, foi aumentando. Eu queria saber o efeito delas sobre mim. Passei a usar alguns psicotrópicos, que são medicamentos controlados e que atuam no Sistema Nervoso Central. Eu descobri que o álcool, a maconha e os psicotrópicos juntos me deixavam muito massa, muito poderoso, eu me achava o cara! Eu me sentia fortão, não tinha medo de nada nem de ninguém. Não me interessava a opinião de ninguém. Não me importava com nada, nem com ninguém. Não me interessava pela minha família, apenas frequentava a escola. O que eu queria mesmo era curtir. Eu andava muito em festas nas praias de Iracema e do Futuro, onde a liberdade era muito grande. Isso acontecia por volta de meus quinze anos. Foi nessa época que eu conheci a cocaína. Naquela época, ela era uma droga muito cara e de difícil acesso. O custo era muito alto. Daí comecei a praticar pequenos furtos para conseguir manter o vício. Desenvolvi vários vícios: o álcool, a maconha, o cigarro, a cocaína, os psicotrópicos, os roubos. Aos poucos fui me deixando envolver nesse mundo obscuro e passei a ser avião, um tipo de intermediário entre o traficante e o viciado. Assim, aos 17 anos, fui preso porque estava transportando uma grande quantidade de drogas. Essa droga era pra abastecer um carnaval. Graças à intervenção da minha família, saí logo com o propósito de realizar um tratamento. Mas driblei a ordem judicial. Continuei usando e fazendo meus bicos, para conseguir as drogas do meu uso. Minha vida era controlada pelos desejos das drogas e das facilidades. Eu já não tinha mais amor próprio, não tinha amigos, achava que não podia contar com ninguém. Apesar de tudo, conheci uma garota e constituí uma família com ela. Aos trancos e barrancos, fomos levando nosso relacionamento. Nasceram nossos dois filhos, que são grandes presentes de Deus em nossa vida. Nem assim, eu tomava jeito! Nem assim abandonei os vícios! E cada vez mais eu me afundava na compulsão de querer sempre mais e mais. Não haviam limites para meus desejos. Foi então que passei a usar o crack. Ele acabou com o que me restava. Levou minha identidade, minha família, meu lar. Eu troquei tudo pelo crack. Passei a morar na rua. Eu roubava as coisas de dentro da minha casa, as coisas da minha esposa, dos meus filhos. Isso foi o meu fim. Virei mendigo, pedinte, cometia assaltos, rasgava sacos de lixo à procura de algo pra trocar por drogas. Eu trocava tudo por drogas. Até a própria roupa do corpo. Dentro de mim havia um grande vazio. A droga me fazia fugir de mim mesmo, dava-me a sensação de que ela me preenchia, dava-me o prazer que eu tanto buscava. Mas quando passava o efeito, eu percebia que o vazio se tornava muito maior.  E eu voltava a usar de novo porque o meu corpo pedia. Isso me dava um desespero e eu chorava. Muitas vezes, usava a droga chorando. Muitas vezes, passava de três a quatro dias acordado direto feito um zumbi. Um belo dia, exausto de tudo, fui à casa de meus pais pedir dinheiro para comprar crack. Minha mãe disse que não tinha. Porém, meu filho mais velho, que tinha sete anos na época, apareceu, e disse que tinha R$ 5 que ganhara pra tomar um sorvete no shopping. Então, eu falei: “Filho, me dá esses R$ 5, que amanhã o pai te dá”. Eu estava manipulando meu próprio filho! Eu não tinha de onde tirar o dinheiro! Então, ele me olhou e disse: “Pai, porque o senhor está assim?” (sujo, maltrapilho, pedinte). Aquele foi o momento em que Deus se utilizou dele como instrumento de salvação para a minha vida. E eu respondi: “Meu filho, o pai está doente”. Ao que ele respondeu: “Pai, mas quem está doente, procura o médico”. Então, comecei a chorar com ele, mas mesmo assim, peguei o dinheiro e fui usar. Mas a droga já não me fazia mais o mesmo efeito. Eu chorava muito. No dia seguinte, resolvi procurar ajuda. Passei pelo tratamento do Estado, mas eu achava que me faltava “algo” que eu não compreendia e nem sabia como nem onde encontraria respostas que atendessem a esse desejo do meu coração.  Foi então que cheguei ao Projeto Volta Israel, onde me senti totalmente à vontade. Aos poucos, fui me inserindo como voluntário, eu e minha esposa passamos a fazer parte de um Grupo de Oração no Projeto Família, meus filhos passaram a conviver com uma realidade completamente diferente daquela em que estavam. Hoje, eu percebo o quanto Deus me cuidou. Fui livrado inúmeras vezes de morte. Hoje, vejo que muitos que estiveram comigo já morreram devido ao uso excessivo de drogas, outros, foram mortos por vários motivos que não preciso relatar. O Senhor foi me lapidando e fazendo milagres na minha vida e na vida da minha família em todos os aspectos. Hoje, para honra e glória do Senhor, sou

Curso de atendimento a dependentes químicos é realizada em Santo Amaro

O setor de Promoção Humana Shalom, em Santo Amaro (SP), realiza curso de capacitação aberto para todos os interessados em atuar no Projeto Volta Israel, que é direcionado para a recuperação de dependentes químicos. Será ministrado pelo assessor de Promoção Humana, Vítor Bomfim, de 15 a 17 de agosto, no Centro de Evangelização  Shalom Santo Amaro. A inscrição custa R$ 50 e pode ser feita no link:  https://docs.google.com/forms/d/1qMxVaaiJtS1_swEJrXrfFqvHfuylBN-8XdqegaUnq-E/viewform?c=0&w=1&usp=mail_form_link Mais informações: santoamaro@comshalom.org / (11) 5925-5002

Shalom abrirá casa de Promoção Humana em Sobral no segundo semestre

A Comunidade Shalom em Sobral (CE) abrirá neste segundo semestre de 2014, uma casa de Promoção Humana, onde serão desenvolvidas ações de promoção da dignidade humana e de resgate da valorização da vida. O Grupo dos 12 Passos é uma delas, vinculada ao Projeto Volta Israel, que atua no combate ao uso abusivo de drogas através da evangelização, prevenção e tratamento da dependência química. Para melhor servir nos projetos de Promoção Humana, a missão do Shalom em Sobral (CE) iniciou o ano formativo em 10 de julho com a presença de membros da Comunidade e da Obra que servem nos projetos Volta Israel, José do Egito e Mãe das Dores. Foram divulgadas as palavras de animação do assessor de Promoção Humana, Vitor Bonfim, e do secretário Ricardo Santos. Para 2015 está prevista a abertura da casa de semi-internato, onde serão acolhidos rapazes que necessitam de ajuda para superar a dependência química. A missão pede oração de todas as pessoas de boa vontade para que essa obra de Deus se concretize. Os missionários perceberam que neste ano Deus deseja fazer crescer as ações de Promoção Humana em Sobral. Para isso, novos membros trabalham nesses projetos, animados a servir o Senhor nos pobres. Hoje, o serviço se  dá principalmente através do projeto José do Egito, na Casa São Francisco, que acolhe crianças em situação de risco social e abandono. Atualmente, a casa acolhe 12 crianças com idade entre dois meses e seis anos. (Clique aqui e conheça o Abrigo São Francisco) No projeto Mãe das Dores, a missão de Sobral realiza visitas ao hospital da Santa Casa de Misericórdia e aos jovens infratores, na Casa de Custódia. Pelo Projeto Volta Israel, são feitos acompanhamentos e é administrada a Oficina de Ícones.   com informações de Tereza Ramos

‘Vida Quero Mais’ é realizada em escolas de Fortaleza

Os Centros de Evangelização do Shalom nos bairros Fátima e Mondubim, em Fortaleza, desenvolveram na última semana ações da Campanha Vida Quero Mais, uma iniciativa de caráter preventivo e informativo sobre o uso de drogas. Cerca de 560 jovens de duas escolas ouviram o testemunho de Anderson, que foi atendido pelo Projeto Volta Israel, e participaram de uma palestra sobre os riscos e consequências do uso de drogas. A CVQM atua em escolas e faculdades, por meio de artes, entretenimento e formações em palestras e mesas redondas. O objetivo é alcançar especialmente os jovens. À Escola Geni Gomes, a campanha foi levada em ação conjunta do Projeto Juventude para Jesus e Promoção Humana Shalom. 250 alunos participaram pela manhã e outros 250 à tarde. No Mondubim, a escola Osmiro Barreto abriu as portas para a Flávio Amaral e Anderson apresentarem o tema da dependência química para as turmas das séries sexta e nona do Ensino Fundamental. A Campanha Vida Quero Mais apresenta o Projeto Volta Israel como proposta de prevenção e tratamento. O Volta Israel atua no combate ao uso abusivo de drogas através da evangelização, prevenção e tratamento da dependência química, além de buscar promover a reinserção social dos participantes. Neste ano, uma das ações é a Copa Shalom, inspirada no mundial que deve acontecer em junho e julho. A campanha segue até dia 28 de junho, em Fortaleza, e será encerrada com Missa celebrada pelo padre Antonio Furtado, no Shalom da Paz, às 19h. A Copa Shalom acontece de 23 de maio a 8 de junho em vários centros de evangelização do Shalom na capital cearense.  

Campanha Vida Quero Mais é apresentada hoje aos membros do Shalom

Ação de caráter preventivo e informativo sobre o uso de drogas, a campanha Vida Quero Mais será apresentada hoje aos membros das comunidades de Vida e de Aliança Shalom nas cidades onde há missões. Em Fortaleza, a assembleia de lançamento acontece no Shalom da Paz, às 19h. Na quarta-feira, a Vida Quero Mais foi apresentada aos grupos de oração e as primeiras ações já começaram a ser definidas, como a Copa Shalom, inspirada no mundial que deve acontecer em junho e julho. O objetivo é alcançar principalmente os jovens, através do esporte, evangelizando-os e conscientizando-os sobre a dependência química. A campanha atua em escolas e faculdades, por meio de artes, entretenimento e formações em palestras e mesas redondas. Em Fortaleza, as camisas do evento estão à venda no Shalom da Paz e nas livrarias dos Centros de Evangelização. Custam R$20.   Clique aqui e saiba mais sobre a campanha.   Emanuele Sales

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