O Reviver foi a continuação de uma grande obra em minha vida

O Reviver foi a continuação de uma grande obra em minha vida. Em 2011, Deus foi me chamando. Chamou-me para ser ministra da Sagrada Comunhão. Vim até aqui porque senti um chamado de Deus, um tempo de me abrir para o novo, uma ideia diferente daquela que acho que é felicidade. Acho que Deus quer uma família para mim além da minha família. Vou participar do vocacional aberto, pois tenho 41 anos e ainda não sei qual a minha vocação. Sinto que Deus quer que eu me abra para uma missão. Estive sempre preocupada com meu filho também, e Deus me disse que devo aproximá-lo de Deus, que Ele irá cuidar do Arthur. No início do retiro, ele não queria muito vir e hoje já me perguntou quando haverá outro Reviver.   Carla Costa Ribeiro, 41 anos, projetista  

Reviver Floripa: “As pessoas precisam olhar para gente e ver a Cristo”

O reviver foi ótimo! Quando morava em Manaus participava de um retiro parecido com esse da Renovação Carismática Católica. Encontrei a matéria do Retiro no site da Arquidiocese e vim participar. Buscar a espiritualidade é sempre bom na nossa vida. Sei que ao sair daqui terei forças para enfrentar a vida lá fora. Saio com a impressão de que não estou fazendo nada, estou fazendo pouco, vontade de entregar toda a minha vida a Deus mesmo. Preciso anunciar a Deus no meu trabalho, no ônibus, preciso ser testemunha. As pessoas precisam olhar para gente e ver a Cristo.   Francisco Magalhães Sousa, 42 anos, militar      

Reviver Floripa: “O Reviver foi um voltar a beber da graça e alegria”

Participava da Comunidade Casa da Juventude (Caju) em Belém e estava afastado desde que estou aqui em Palhoça. Sentia falta desse amor, alegria. Então o Reviver foi um voltar a beber da graça e alegria. Sou acostumado a viver a alegria da ressureição, sentia falta disso. Foi um gostinho de estar em casa.     Cid Léo Baia de Andrade, 23 anos, design

Esse foi meu primeiro Acamp’s

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Carolina Albuquerque. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Sou Carolzinha Albuquerque, participo do grupo de jovens no Shalom da Paz. Neste ano de 2015, tive uma experiência muito forte com o Amor de Deus em minha vida. Neste ano, participei do meu primeiro Acamp’s. Não tenho palavras para descrever como foi incrível e muito emocionante minha semana fora das coisas do mundo. Nos dias da adoração ao Santíssimo Sacramento, chorei muito, pois foi tão forte a presença de Deus naquele momento que cheguei a receber o dom da oração em línguas, isso tanto na adoração como na Efusão do Espírito Santo. Quero agradecer a todos os servos de Seminário, às equipes de ambulatório, ordem, limpeza e acolhimento, e as outras equipes em geral, por ter preparado o acampamento para os jovens. Esse foi meu primeiro Acamp’s e já recebi esse dom que todos os jovens desejam ter. Obrigada mesmo! Deus Abençoe a todos. Shalom.

Ansiei a vida inteira por esse privilégio que somente os católicos têm

Meu nome é Juliana Santos, tenho 20 anos, sou estudante universitária. Saí da igreja da qual fazia parte desde por volta dos meus 15 anos, pois eu não me identificava. Nesse tempo eu me afastei bastante das coisas de Deus, cheguei a dizer que era ateia e depois comecei a procurar Deus novamente. Nessa busca, eu comecei ir a várias igrejas. Pedi orientação a Deus, para que Ele me mostrasse o meu lugar e todos os caminhos apontavam para a Igreja Católica. No começo, foi muito difícil, pois eu já tinha uma formação diferente, vários dogmas, minhas verdades, mas Deus veio e vem trabalhando, vem transformando e eu já não me imagino fora daqui. Comecei a frequentar a Comunidade Católica Shalom em setembro, mas antes disso eu passei pela Paróquia de São Vicente. Na Igreja, uma amiga minha frequentava o Shalom e já tinha me convidado para participar. Então, comecei a frequentar o Shalom e a São Vicente, mas sem intenção alguma de permanecer e de ser católica. Mas, aos poucos, Deus foi confirmando que o meu lugar era aqui, na Igreja Católica. Antes disso, eu buscava me identificar com uma Igreja Evangélica, de onde eu vinha, mas eu não me encontrava em nenhuma. Nas missas eu me encontrava muito, apesar de ficar perdida com os ritos. Era muito difícil, para mim, renunciar a uma verdade que eu já tinha e aderir a uma nova doutrina. Em um evento na Igreja de São Vicente, Deus confirmou que meu lugar era aqui e nesse dia houve minha conversão. Muitas coisas ainda eram muito difíceis de entender dentro da igreja. No Festival Halleluya, eu também tive uma experiência com Deus. Na Comunidade Católica Shalom, eu comecei a fazer o Crisma, fiz o Seminário de Vida no Espírito Santo “Tudo o que eu sempre quis”, a partir do qual formou-se o grupo de oração do qual eu participo, o Dídimo. Como eu era evangélica, apesar de ter sido batizada na Igreja Católica, não tinha o sacramento da comunhão, e fui orientada a fazê-lo no Acamp’s. Tivemos uma preparação de três dias e tudo isso foi fantástico na minha vida, pois, uma das principais dúvidas que eu tinha era sobre a presença real de Cristo na Eucaristia. Eu estava com medo de fazer minha primeira Eucaristia sem ter 100% de fé que naquela partícula está o corpo de Cristo. Porém, tudo isso mudou com a adoração que fizemos no sábado pela manhã, quando eu senti a presença fortíssima de Deus através do Santíssimo Sacramento. Foi a minha primeira experiência com o Santíssimo exposto. Eu acreditava que havia a presença de Cristo ali, mas eu não o sentia, até então. Nessa adoração, eu pude senti-lo, foi uma experiência incomparável. A sensação que eu tinha quando eu ia à Igreja Católica era diferente de todas as outras, pois eu encontrava Deus ali, mas eu não me encontrava. Deus vem transformando, eu venho estudando a Doutrina da Igreja, entendendo algumas coisas que, para mim, eram absurdas. Hoje eu não me vejo sem Maria nem sem o Santíssimo Sacramento. Para mim, o maior divisor de águas da Igreja Católica é justamente a intercessão dos santos e a presença de Jesus na Eucaristia. Hoje eu fico me perguntando por que demorei tanto tempo procurando Deus em tantos lugares. Sei que encontrei meu lugar. Graças a Deus, minha família, que é protestante, não tem contestado. Não é a fé deles, mas eles me respeitam e me apoiam. Eu estava bastante ansiosa, preparei muito o coração, porque se para mim ficar diante do Santíssimo Sacramento já era bom, imagine comungar. Só Deus sabe como estava meu coração, de como ansiei a vida inteira por isso, por esse privilégio que somente os católicos têm. Glória a Deus por isso.  

No Acamp’s eu descobri o rosto jovem de Deus

Meu nome é Mávio Almeida dos Santos, tenho 25 anos e moro na cidade de Barra do Corda, interior do Maranhão. Eu soube do Acamp’s por meio de um amigo na minha Paróquia. Ele viu um cartaz do Acamp’s de Teresina e soube que eu precisava passar por essa experiência e, a princípio, eu participaria do Acamp’s de lá. Mas eu tenho uma amiga aqui em São Luís, que participa da Comunidade Católica Ebenézer, que me convidou também para o Acamp’s de São Luís e me deu todo o suporte necessário para que eu participasse. Arrumei as malas, vim, e foi maravilhoso. Deus mostrou para mim, aqui nesses quatro dias que, para ser feliz, eu não preciso consumir nenhum tipo de droga, beber, estar em festas onde isso acontece, ou adorando outras coisas, pois Deus não me fez para isso. No Carnaval de 2014 eu comecei a participar o projeto de jovens, da minha Paróquia e do Núcleo de Jovens Franciscanos, e passei a viver com um pé na igreja e o outro no pecado, totalmente seduzido pelo pecado. Aqui no acampamento, Deus tocou na minha castidade e me mostrou que ela existe, sim, e é possível. A mulher tem que ser valorizada, pois foi criada por Deus para que fosse possível o projeto da família. O sexo só será abençoado dentro do projeto da família, o lugar que Deus escolheu para nascer o seu filho Jesus. No acampamento, entendi e senti que Deus me ama e que Ele quer o melhor para mim. Para isso, eu preciso dizer “sim” ao amor Dele. O Acamp’s foi a oportunidade de quebrar todas as barreiras, abrir todos os cadeados. Eu me sinto liberto, pois eu estava preso ao pecado. Nos dias de Acamp’s, meu coração foi tocado profundamente. Eu vi um Deus alegre, uma Igreja jovem, que se diverte, dança, brinca, compartilha, com santidade. E eu fui aprendendo que Deus é amor e misericórdia. Fiz novas amizades e aprendi com a história de vida de cada um.  Não quero mais voltar a ser quem eu era, não porque a Igreja manda, ou é proibido, mas eu não me sinto mais chamado àquela vida. Hoje sou livre e me sinto chamado a evangelizar e levar o amor, a experiência do amor de Deus aos outros jovens da minha cidade. Assim como Jesus falou para Pedro: “Quanto a você, siga-me”, Deus falou para mim também e eu só tenho que obedecer a essa voz que sempre falou para mim, mas eu me incomodava, sofria, pois não entendia. Hoje entendo que Deus me trouxe aqui para me capacitar para ser espelho para os meus amigos que vivem como eu vivia, para ser o rosto da juventude de Deus e vou rezar muito para que Ele faça essa graça em mim, a graça da fidelidade.

A minha miséria se encontrou com a misericórdia de Deus

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus? Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Leonardo Gomes. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Meu nome é Leonardo, sou da cidade de Santa Cruz (RN), mas moro e estudo em Caicó (RN). Quando decidi escrever esse testemunho, pensei em como falar sobre os milagres de Deus em minha vida. Fui batizado ainda criança, fiz a Primeira Eucaristia e o Crisma, nos períodos “certos”, mas nunca fui muito de ir à Igreja. Quando era criança, passei por uma situação na qual me feri muito, a qual será entendida mais adiante. No mês de julho de 2010, a minha vida deu uma reviravolta. Na semana em que a Comunidade Católica Shalom realizava um evento chamado “Dê Suas Férias Para Jesus”, os jovens dessa Comunidade me abordaram em uma praça. Eu estava conversando com uma amiga, eles chegaram até mim e falaram do amor de Deus. Aquilo foi me atraindo, eles, então, orientaram-me a frequentar a RCC (Renovação Carismática), pois não tinha grupo de oração na cidade ainda. Lá, eu participei de um SVES (Seminário de Vida no Espírito Santo) e tive uma experiência com Deus. No ano seguinte, entrei em um grupo de oração da Comunidade e fui cultivando uma experiência com o Carisma Shalom. Apesar disso, eu não queria mexer naquela ferida causada por aquela situação que mencionei no início do texto, sempre fugindo até de Deus quando em oração me lembrava. Depois de algum tempo, no ano de 2014, quando pensava dominar tal ferida fiz uma coisa não agradável, assim percebendo que ela ainda me dominava. O meu acompanhador, na época, falou-me: “Léo, não há mal que não traga um bem”. Não entendi muito bem, conversei com muitas pessoas sobre isso, consagrados, amigos próximos, cada pessoa me falava uma coisa diferente, e isso me deixava muito mal. Foi quando procurei um sacerdote para me confessar, foi muito difícil e vergonhoso falar aquilo para um padre, o qual eu via todos os dias, mas pude perceber o próprio Cristo naquele santo padre. Ele já estava saindo do confessionário quando corri e pedi para me confessar. Em pé mesmo conversamos. Ele apenas me amou, e ali eu tive uma experiência com a misericórdia de Deus. Entendi que Deus não era e nunca foi indiferente ao meu pecado, entendi que Deus me amava mesmo eu estando com aquela miséria, mas que Ele queria comigo recomeçar. Ele deixava bem claro que não seria fácil, mas ali eu me decidi. Eu não esperava outra reviravolta, mas ganhei um grande presente de Deus: fui aprovado para cursar História na UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Era o curso que eu sempre quis, mas para exercê-lo, eu teria que deixar muitas coisas caras pra mim: família, amigos, minha paróquia. Pensei que seria fácil ir pra um lugar no qual onde só conhecia uma pessoa que lá estudava, que era da minha cidade, mas, ao passar por dificuldades, não entendi a pedagogia de Deus. Começaram as confusões em minha cabeça em relação à fé que dizia viver e cheguei a pensar em desistir de tudo, pois seria mais fácil. Pensei em tudo o que Deus tinha me falado na confissão e decidi, então, conhecer a minha Igreja. Estudei muito durante todo o ano de 2014, e percebi que Deus é a minha verdade, Deus é o meu tudo, e que só poderia ter acesso a Ele por meio da Santa Igreja Católica. Entendi que era impossível encontrar a Salvação em outro lugar, e pude encarnar na minha vida o que Santa Teresa falou: “Só Deus basta”. Tudo passa, meus pecados passam, meus planos, meus amigos, minha família, minha inteligência, tudo, só Deus permanece. Com essa verdade, eu decidi me converter, pois a conversão se dá por meio da decisão. Passei a buscar viver como nunca a Santa Missa, a contemplar Jesus Eucarístico, Jesus Crucificado, e a cada queda busco a Confissão, onde não encontro somente um sacerdote no confessionário, mas o próprio Cristo. Passei a entender o mistério dos sacramentos que a Igreja nos oferece. Hoje percebo que a conversão só se dá por meio de uma decisão, uma decisão cega pela vontade de Deus, Deus que nos criou por amor e para o amor, Deus que nos convida a ir muito além do que aquilo que mundo nos oferece, pois só Deus pode preencher o nosso vazio. Não é nenhuma ideologia, não é o meu curso (que tanto amo), não são os meus sentimentos, nem os meus amigos, nem mesmo minha família, só em Deus eu me sinto completo, só Nele eu posso ser feliz.  

Na cidade da qual se diz ‘o amor nasceu aqui’ vivia uma jovem sedenta do infinito

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus. Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Luzia Rafaella Borralho. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Eu me chamo Rafaella, sou missionária da Comunidade Católica Shalom, tenho 30 anos e vivo em Granada, na Espanha. Aqui, hoje, é um sábado pouco ensolarado, um pouco frio, propício pra uma pequena história que aqueça o coração. Então te peço permissão pra contar uma; e espero que, ao lê-la, possas disfrutar tanto quanto eu ao escrevê-la: “Na cidade da qual se diz ‘o amor nasceu aqui’ vivia uma jovem que tinha sede do infinito. Dentro do seu coração ardia um desejo de se entregar inteiramente a um projeto que pudesse mudar o mundo. Já se vê que era um tanto pretenciosa. Assim, começou a preparar-se para cuidar de enfermos, acreditando que ao dedicar-se com amor às pessoas física e psicologicamente feridas podia mudar algo no destino da humanidade. Cursou durante quatro anos a carreira de Enfermagem e, ao longo desses anos, foi experimentando que algo de sua sede era saciado. No entanto, percebia que ainda não era essa a fonte da qual beberia para saciar-se completamente. Então, foi em busca de outra fonte: saciar sua sede com o que lhe ofereciam as propagandas, o comércio, o mercado gastronômico, as festas, os drinks, os outros. E, ao lançar-se avidamente sobre essa fonte, começou a beber de uma água tão embriagante que, ao invés de levá-la a provar o infinito, aprisionou-a a uma cela de alegria efêmera e prazer viciante. Viveu assim presa durante quase dois anos, até que um dia, ao dar-se conta de que estava cada vez mais longe do projeto que tanto sonhara, ao ver-se sem forças, entregue a uma ilusão egoísta e hedonista, e sentindo-se tão triste e infeliz, explodiu em um grito que interrogava a quem lhe ouvisse: ‘POR QUÊ? POR QUÊ ME SINTO ASSIM SE TENHO TUDO? POR QUÊ ME SINTO ASSIM SE MINHA VIDA É TÃO NORMAL?’ O grito lhe havia saído como um desabafo, daqueles que esvaziam o pensamento e devolvem a razão. Passou algumas semanas com o eco de sua pergunta, que agora se voltava para ela mesma. E não descansou até encontrar uma resposta! Um mês depois, viajou com alguns amigos para outra cidade, a que chamam ‘cidade do sol’ e ali, em um encontro que lhe impelia a ‘ousar o amor’, reencontrou um grande amigo, há um tempo esquecido, que se aproximou dela e lhe extasiou com sua figura: radiante de alegria, cheio de paz, de entusiasmo, de esperança, saciado de infinito, divino! E, no primeiro diálogo que tiveram, a garota encontrou ali a resposta que tanto buscava, viu o seu projeto audacioso esboçado nas palavras do amigo: ‘Se queres ser feliz, se queres saciar a tua sede de infinito, vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres; se queres mudar o mundo, vem e segue-me!’. Essas palavras foram se tornando como uma viva e intensa chama de fogo que incendiava seu coração. Tinha encontrado o que tanto buscava!  E já não queria estar longe da presença do amigo reencontrado. Na verdade, do amigo que a ela lhe havia reencontrado. Com esse amigo não experimentava sentimentos desordenados de apego, e sim uma fresca liberdade de poder ser aquilo que nasceu para ser. Seus lábios, seu coração, toda ela podia experimentar de uma água nova, água pura, água viva! De volta à ‘ilha do amor’, já não levava consigo uma jovem abatida, desesperançada, feita de dúvidas e insatisfações; voltava como os soldados que retornam de uma batalha vitoriosa: com cânticos de júbilo e gritos de vitória, com a satisfação da terra conquistada, com a alegria e o alívio de poder recomeçar a vida. Pois é, recomeçar. Recomeçar sabendo onde está a fonte, ou melhor, quem é a fonte de água que lhe sacia a sede de imensidão; recomeçar com novas cores e com uma firme convicção de que o seu projeto, inicialmente pretencioso, era na verdade um projeto não só seu, mas de tantos outros jovens que também desejavam encher o mundo de infinito. Ela mesma conta o que aconteceu depois: ‘A única maneira que encontrei de colocar em prática o projeto apresentado foi segui-lo tal qual o recebi: deixei tudo (com um grande misto de dor e alegria) e me joguei de corpo e alma numa vida ofertada pelos homens feridos, já não somente física e psicologicamente, mas também golpeados em sua alma e dignidade. Os jovens tem lugar especial na minha oferta, pois em cada um deles posso ver aquela jovem que buscava tanto saciar sua sede de infinito e não sabem ainda onde está a fonte dessa água. Há mais de seis anos me meti numa aventura daquelas! Sabe aquela decisão que tomamos e que dizemos: ‘Não me arrependo de ter feito e, se fosse possível, faria de novo e de novo e de novo…?’ Pois é, tal aventura se chama VIDA MISSIONÁRIA, e dela, nunca monótona ou enfadonha, mas sempre surpreendente e contagiante, recebo todos os dias um mar de felicidade completa, de paz inigualável e de satisfação incomparável. Ah, claro! O meu amigo, antes esquecido, agora é sempre lembrado, na verdade, ELE É na minha vida, e eu só SOU quem sou porque vivo Nele, por ele e para ele.’ Tantas coisas para contar dessa jovem aventureira… Mas fica pra outro dia.” Sinto-me surpresa e revigorada ao ler a minha própria história, escrita de maneira nova e inusitada. Sim, eu, Luzia Rafaella Borralho de Freitas, sou essa jovem que tu acabaste de conhecer. Agora vou pegar o gancho que ela deixou e continuar minha aventura que se chama hoje, e vou cantando uma música que tu provavelmente conheces: ‘e se um dia eu

Agradeço a todos que acreditaram no milagre

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus? Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Helena Austria. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Venho agradecer a Deus esse ano de 2014, pois não foi fácil. Nesse ano tive a notícia de que tinha que transplantar novamente, pois meu rim estava com um vírus chamado BK vírus. Posso falar que meu mundo caiu, mas no momento em que recebi essa notícia tive a certeza de que Deus estava comigo e de que tudo ia dar certo, pois tudo tem seu propósito. Eu havia entrado no grupo de oração da Comunidade Shalom havia pouco tempo, mas posso dizer que meu maior apoio depois de Deus e de Nossa Senhora veio do grupo de oração Magnificat, que em todo momento esteve ao meu lado me lembrando de como é grande o Amor de Deus por nós. Para honra e glória do Senhor, hoje estou aqui testemunhando a minha vitória, pois transplantei já fazem dois meses e meio e meus exames estão ótimos. Só posso agradecer e louvar o Senhor por toda a minha vitória. Agradeço a todos que acreditaram no milagre e hoje podemos louvar a vitória. Amém!   Helena Austria

Encontrei o amigo que eu tanto procurei

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus? Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Pedro Honorato. Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco. Confira: Eu me chamo Pedro, sou discípulo da Comunidade de Vida Shalom. Nasci e fui educado em berço católico. Desde criança, eu e meus cinco irmãos participávamos da Missa. Minha mãe é uma grande mulher. Fiz parte do coral da Igreja local, fui coroinha, legionário, catequista, mas sempre achei que a Igreja era algo aparte da minha vida. Fora das paredes da Igreja, vivia como pagão. Na minha adolescência, fui sofrendo algumas decepções com amigos e fui percebendo que eu procurava um amigo perfeito: atento, com quem eu pudesse contar sempre, que se sentisse bem na minha presença e diante de quem eu pudesse ser quem eu sou. Durante todo o Ensino Médio recebi, por quase três anos, um convite insistente e atrativo para participar de um Seminário de Vida no Espírito Santo (SVES), ao qual eu dizia sempre “sim”, embora nunca aparecesse como me comprometia. Certa vez, dei a cara à tapa e paguei pra ver. Foi uma experiência ímpar, inesquecível. Encontrei o amigo que eu tanto procurei. Ele existe e é capaz de tudo por mim, porque me ama. Jesus está vivo e é meu amigo. Nada se compara à alegria de estar na Sua presença. Falar Dele é uma grande alegria. Para minha grande surpresa, a amizade se renova a cada dia. Ele me faz sair da rasa experiência da vida longe Dele e me faz, com Ele, filho do Pai da misericórdia. Além disso, de lá pra cá, tenho conhecido, em vários lugares, muitos outros amigos que são do Seu ciclo de amizade. Vale a pena ser de Deus! “Amigo Jesus, que eu me encante sempre mais por Ti”.   Pedro Honorato  

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