Na noite da sexta-feira, O Projeto Artes de Fortaleza encenou a parábola do Bom Pastor que não mede esforços para ir atrás da ovelha que se perdeu.
Segundo a bailarina Aline Monteiro: “é sempre uma experiência nova participar dos musicais no Halleluya. Em especial esse do Bom Pastor foi desafiante por conta de ter que usar mais a dramaturgia do que as técnicas da dança.
Essa apresentação exigiu de nós, além da música, a dramaturgia, uma boa expressão corporal com movimentos orgânicos para que as pessoas fossem tocadas pelo gestual. Neide OliveiraNosso intuito foi levar o público a perceber através do corpo que o Bom Pastor cuida e traz de volta a ovelha ao redil, que não é cela, mas é amor e cuidado.
Neide Oliveira