
Ao falar sobre a proximidade de Deus com o homem, e que ele não é indiferente, Helano citou como exemplo a sua experiência de Deus: “Hoje eu sei que quando buscava a felicidade em outros lugares, eu buscava a Deus e Ele estava comigo nas minhas quedas, nunca me abandonou. Depois eu descobri um Deus muito próximo, um Deus amigo, um Deus que morreu na cruz por mim. ”
Ainda comentou sobre a importância de não viver a Sexta-feira da Paixão como qualquer outro dia: “Se Deus é meu amigo, próximo a mim, logo eu não posso viver esse dia de qualquer forma. Se eu vivo esse dia de qualquer forma, isso demonstra um pouco da minha falta de sensibilidade ao mistério. E se me encontro assim, hoje é um dia privilegiado para fazer uma experiência de retorno, é o dia em que os corações mais duros se amolecem. ”
Cruz: ápice da proximidade de Deus com o homem
A carta ao Hebreus diz que “Jesus em tudo se pareceu conosco, menos no pecado”. Cristo por ser Deus, jamais conheceu o pecado, mas como sinal de proximidade ao homem, assumiu da forma mais radical a sua condição pecadora, na cruz se tornou pecado para dar-lhe a salvação, foi condenado para condenar o pecado da humanidade. A proximidade é sinônimo de amor.
Com base neste pensamento, por fim, Helano interpelou a assembleia: “Será que sei que este Deus não é indiferente a mim? Será que entendo esse amor que se manifestou em toda a sua intensidade numa Cruz? Sou amigo de Deus? ”
Mais sobre o Retiro
O Retiro de Semana Santa terá continuidade amanhã (Sábado Santo) a partir das 14h e no Domingo da Ressurreição também às 14h, intercalando com as celebrações do Tríduo Pascal na Catedral Diocesana de Itapipoca.
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