Luz, câmera, ação: uma noite de generosidade estava prestes a iniciar. Ao som de Diego Fernandes, a Live do Halleluya Solidário começou ressoando nas casas de milhares de pessoas, levando composições de esperança em tempos difíceis. Logo no início, os participantes da Live puderam fazer memória da obra que Deus já realizou na vida de muitos através das diversas obras de evangelização engajadas no cuidado com os pobres neste período de pandemia.
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Cristã, católica: Revivi uma experiência antiga
Cantando o amor de Deus, Diego entoou notas de esperança, levando a certeza da misericórdia que refaz a história da humanidade. Ele cantou uma de suas composições clássicas, Eu não me esqueço.
“Enquanto ele cantava, eu lembrava de um momento que vivi há dez anos, quando vinha lutando por um emprego. Lembro que no dia 13 de maio, recebi uma mensagem informando que havia passado no concurso público para o cargo de professora. Estava há anos esperando um emprego e quando li aquele recado, fui à Igreja agradecer a Deus. Quando cheguei lá, estava tocando essa música que o Diego cantou na Live — Deus, você me levantou do chão… —nesta noite de Halleluya Solidário, voltei a louvar por aquele dia que mudou a minha vida e a vida da minha família.”
Maria Santos, 56 | Recife (PE)
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Sacerdote: A generosidade deve ser diária
“Um engajamento diferente, que nos conduz a obras de misericórdia”. Foi sob essa perspectiva, que Padre Antônio Furtado — missionário pela Comunidade de Vida Shalom — reforçou o papel importante do Halleluya Solidário na vida dos pobres. Ele também impulsionou os que acompanharam a transmissão da última noite a aderir às iniciativas de solidariedade não apenas naquele momento, mas em todos os dias de suas vidas, em uma postura de cuidado e atenção com o próximo.
Finalizando a sua participação no evento, Padre Antônio destacou que a solidariedade precisa ir tão longe quanto foi esta edição do Halleluya, alcançando o coração do homem de hoje.
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Jovem da Obra Shalom: Jesus é a festa que nunca acaba…
A noite do Halleluya é marcada tradicionalmente pelo momento da adoração ao santíssimo, que conduz todos os participantes ao centro da vida cristã, ao sentido e objetivo primeiro de todo o evento: a evangelização. O Senhor alcançou muitos corações, em especial aqueles que foram atraídos pela generosidade e aumentaram o som da Guitarra da Esperança, levando a paz aos que mais necessitam.
Para a jovem Liliane Silva, de Fortaleza (CE), a adoração selou o desejo pela santidade. “Olhar para o Senhor nessa adoração me fez reconhecer que, independente de qualquer situação, Ele me basta. Percebi que todos os desafios e algumas perdas que vivi neste isolamento, aconteceram para que Ele se tornasse novamente o centro da minha vida”, ressaltou.
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Família que viveu o primeiro Halleluya: Nunca esqueceremos da noite de alegria
Paulo Fernandes vivenciou o Halleluya pela primeira vez, nem ele nem sua família conhecem a Arena de forma presencial. Ele acompanhou a Live solidária com a sua esposa e com os seus filhos em casa e se sentiu profundamente tocado.
“Que satisfação é poder participar deste evento, por cada músico, por cada palavra, por cada colocação. Eu nunca fui para o Halleluya, nunca estive na Arena. Poder estar participando dessa forma pela primeira vez é muito especial, é como se eu sentisse um show só para mim e para a minha família”, afirma.
Paulo conta ainda que nunca irá esquecer da alegria de olhar para a sabedoria de Deus que a Comunidade Católica Shalom vai encontrando para alcançar as pessoas neste tempo. Ele e sua família levarão para sempre as palavras de vida eterna que permearam a noite de um domingo diferente de quarentena.
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Fundador: A misericórdia tem o poder de reconciliação
Preparando o terreno do coração de cada um que acompanhou a live do Halleluya Solidário, Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Católica Shalom, anunciou o evangelho que abriu os caminhos para o acolhimento de Jesus Eucarístico. Ele exortou cada participante da Live a crer no rosto da misericórdia de Deus no mundo e a deixar ser alcançado por Ele para viver a graça da reconciliação.
“É próprio de Jesus nos dar a paz. Ele é o Ressuscitado que passou pela cruz e que enche nosso coração com o fogo do Amor Divino.” (Moysés Azevedo)
Para Moysés, a noite foi para os participantes uma oportunidade de ser família de Deus, de se deixar surpreender pelos Seus cuidados, para assim cuidarmos dos outros, combatendo não só o vírus da pandemia, mas também o vírus da indiferença, fazendo das nossas doações um louvor, um gesto concreto de amor.
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A Guitarra da Esperança continua ressoando solidariedade
Da noite de ontem até a manhã de hoje (08/06), foi arrecadado um percentual de 83% da meta de doações, conforme sinaliza a Guitarra da Esperança, marcador oficial da quantia recebida, durante e depois do Halleluya Solidário. Você ainda pode fazer parte dessa iniciativa do bem com a sua doação, para que o projeto chegue aos 100%.
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