Tradicionalmente, a última sexta-feira do mês de novembro tornou-se um dos dias mais esperados do ano para se fazer compras. Isso porque a famosa “Black Friday”, iniciada nos Estados Unidos e replicada em diversos países, incluindo o Brasil, oferece diversas opções de produtos a preços “mais baratos”.
Há quem acorde cedo para garantir aquele eletrodoméstico tão desejado ou ainda aquele smartphone tão sonhado. A onda de consumo nesse período atinge o pico. Contudo, 2020 não tem sido um ano fácil para o setor de economia e, sobretudo, para o setor de saúde. Por isso, vale ficar atento se os gastos advindos de um “Black Friday” correspondem ao orçamento de final de ano.
Se a compra está sendo planejada há algum tempo, tudo certo! O passo pode ser dado com mais confiança. Mas, se a ideia de adquirir o produto X surgiu no dia das “super promoções”, vale a pena refletir um pouco mais sobre a aquisição e o impacto nas finanças. Toda essa cautela e cuidado são necessárias para que gastos inadequados possam ser minimizados nesse período de preços “irresistíveis”.
