Na tarde de sábado Frei Patrício Schiadini falou sobre 5 passagens sobre a vida de oração de Teresa de Ávila.
Primeiro ela aprendeu a rezar, como cada um de nós; depois ela rezou; em seguida, ela deixou de rezar; para então recomeçar a rezar; e finalmente ensinar a rezar.
Quando se sente necessidade de algo nos esforçamos para aprender , por isso é essencial damos o melhor de nós no início do caminho de oração. Além disso, o Deus de Teresa é um Deus pessoa, com quem ela entra em comunhão, nos animando a também experimentar os frutos e o deleite de tão privilegiada amizade: A amizade com Deus é possível a todos nós! Um trecho importantíssimo dos escritos de Teresa diz: “Oração é um íntimo diálogo de amor, estando muitas vezes a sós com Aquele que nos ama”.
O relacionamento espontâneo da oração nasce do amar muito, não do muito pensar, é esta intimidade, este relacionamento, este encontro, que é a fonte da felicidade. Em poucas palavras, oração é “deixar-se amar por Deus”, afirmou o carmelita. A vigilância do cristão, no entanto, deve ser constante, pois, o objetivo do diabo é afastar o pecador da oração, esta é a vitória do inimigo das almas, ensina Teresa.
A busca da fidelidade na nossa vida de oração deve ser então marcada pela “determinada determinação: “O amor é fiel, e a fidelidade é a Cruz! A fidelidade é a coisa mais bela!”, enfatizou Frei Patrício ao final de sua palestra.
participar deste comgreso foi uma confirmação de DEUS em minha vida. cada vez fico mai apaixonada por este homem que me ama infirnitamente.