Eu acreditei no amor de Deus por mim. Era ainda jovenzinha quando, pela primeira vez, ousei amá-lO, como filha.
Era uma festa. Reunimos alguns amigos do grupo de oração para celebrar um aniversário. Havíamos passado a tarde toda em formação, mas, logo depois, fiquei inquieta, porque aquilo que presenciei à noite era muito diferente do que ouvimos um pouco mais cedo. Tinha apenas 12 anos quando me frustrei com esse tipo de fraqueza, de mornidão, de incoerência de jovens cristãos que, para além de um discurso entusiasmado, tivessem também a coragem, a valentia, o atrevimento de praticar a fé em Deus.
Existe gente, queridos, que oferece ofertas suaves. O que não requer tanto sacrifício. Vai à missa uma vez por semana. E talvez três dias depois até se lembre de qual foi o Evangelho do último domingo. E vive uma vida cômoda, fechada em si mesma, dentro de seu mundo subjetivo e superficial. Frequentemente confunde felicidade com facilidade, com aquilo que for mais agradável e propício.
Mas a questão, que até hoje me desassossega, é que um jovem católico não vive sem um autêntico propósito de vida. Não vive sem realizar coisas grandiosas e significativas! Mesmo que essa grandeza seja simplesmente a grandeza de alma de não desprezar uma pequena oportunidade de fazer o bem a alguém. O movimento do amor a Deus que leva a um esforço diário do esquecimento de si, para ir ao encontro do outro. De quem necessita.
E assim se faz oração: também com a própria vida.
Nosso Senhor Jesus Cristo não foi homem de ficar parado. Era o homem do encontro. Ele se dirigia à multidão e tinha um olhar atento às necessidades, às preocupações, ao mesmo tempo em que era capaz de reconhecer cada homem em sua individualidade. Mesmo depois de um dia exausto e de muito trabalho, quando atravessava para outra margem, lá estava outro povo necessitado, e eis que toda a sua doação começava outra vez.
Para seguir a loucura do nosso Deus, é preciso ter disposição. Exige viver na radicalidade, sim. A radicalidade de sair da zona de conforto, de manifestar uma vida coerente, de viver aquilo que se prega, de descobrir a si mesmo e então se tornar exatamente quem se é! Já dizia Santa Catarina de Sena: “Jovens, se fores aquilo que Deus quer, colocareis fogo no mundo”.
Depois deixe que todos vejam a Obra Nova, deixe que vejam o brilho de Deus a resplandecer. Sim, deixe transparecer: como é ser um filho do Rei. Você vai viver uma aventura nunca antes imaginada!
E para você, que deseja viver essa experiência com o amor de Deus e com a Igreja, prepara esse coração, porque vem aí: CONGRESSO DE JOVENS SHALOM. São 3 mil jovens reunidos em São Paulo de 1 a 3 de junho. Atenção: TRÊS MIL JOVENS! Então, veemmm!!
Quer saber mais? As inscrições podem ser realizadas pela internet, por meio do site Eventbrite (clique aqui), e outras informações podem ser obtidas pelo e-mail saopaulo@cjs.net.br ou por WhatsApp (11) 98117-0847. Encontro vocês por lá!
