
O padre João Paulo Dantas, Vigário da Catedral Metropolitana de Belém presidiu a Santa Missa, que contou com a participação dos membros da Comunidade e da Obra no Centro de Evangelização Shalom.
A homilia foi uma verdadeira catequese, onde o sacerdote exortou a assembleia acerca de mistérios profundamente interligados e que fundamentam o fato de celebrarmos Santo Estêvão no dia seguinte ao Natal, além de fazer referência ao estado de vida Celibatário: A manjedoura e a Cruz. “A manjedoura aponta para a Cruz, a manjedoura traz a profecia de que aquele Menino, o príncipe da Paz veio para a nossa salvação, Ele se faz carne e irá nos salvar pela sua Cruz e Ressurreição”.
” Porque Estêvão viu o céu aberto? Porque o Verbo se fez carne, ‘rasgou os céus’, desceu e se encarnou, trazendo a oportunidade de vivermos uma vida celeste. É a Encarnação do Verbo que torna possível a contemplação de Estêvão, bem como responder ao chamado de Deus. O sim de Cristo nos permite dizer sim ao Pai, e nos faz capazes de percorrer o caminho do amor, da obediência e da Paz”, afirmou.
“Entre esses mistérios resplandece o Celibato de nossas irmãs. Toda vocação nasce de Cristo, de Seu Amor Misericordioso que se entrega e os Conselhos Evangélicos podem ser compreendidos pelo mistério da Manjedoura e da Cruz. O Menino que nasce é celibatário por excelência e na manjedoura já brilham a pobreza, a castidade e a obediência. Ele é todo pobre desde o nascimento, e Sua pobreza desarma os corações, confunde os sábios. Ele é todo puro pois em sua nudez ama e acolhe a todos. Não tem nada a esconder, sem segundas intenções Ele se expõe. Sua obediência O faz criança, e O leva a acolher a autoridade de pais terrenos. A manjedoura é a origem do Celibato.”Fotos: Yasmin Bastos e Rodrigo Silva
