Shalom

6 dicas para evangelizar nas redes

Quer evangelizar na internet, mas não sabe como? Damos aqui algumas dicas do que fazer e não fazer por uma verdadeira evangelização nas redes sociais.

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  1. Evangelização é também relação

Se engana quem acha que evangelizar significa decorar a bíblia e repeti-la como um papagaio.  Além de estranho para quem não pertence a um ambiente cristão, é quase inútil pois não cria uma verdadeira relação com o receptor – o que é fundamental para uma verdadeira evangelização. A mim mesmo, mais me incomoda que me alegra quem me manda 10 mensagens – SMS ou WhatsApp – por dia com salmos e trechos da bíblia.

Então, se quiser evangelizar, esteja disposto a testemunhar com a vida a sua opção, não tenha medo de criar relações, de ser questionado, de explicar a escolha que você fez por Cristo. Assim, quando for necessário uma frase bíblica será uma simples tradução de tudo o que o seu perfil já diz.

  1. Cada rede tem sua regra e sua forma, siga-as!

Essa é uma dica de netiqueta! Já pensou em arrotar na mesa do almoço? Não, isso não é permitido pela etiqueta. Na rede é a mesma coisa, não podemos sair postando tudo que queremos, do jeito que queremos. Para um evangelizador, mais que netiqueta, isso é uma questão de aceitação e de credibilidade do conteúdo transmitido. É importante saber bem comunicar, de forma correta e coerente com o objetivo da rede.

Cada pessoa precisará encontrar – a partir de suas próprias habilidades e da inspiração do Espirito Santo – a que forma desenvolverá a evangelização nas redes. Descubra a sua que pode ser: através das imagens no Instagram; através dos textos curtos no Twitter; dos vídeos no Youtube; de algo mais interativo, opiniões, textos e resposta a comentários no facebook etc.

  1. Não compartilhe tudo

Preze pela sua privacidade (1) e compartilhe o que vale a pena (2).

Parece óbvio, mas vale a pena ser dito: quando você compartilha algo, as pessoas vão ver! Digo isso por causa de uma experiência bem concreta: um dia vi uma foto bem “engraçada” de uma pessoa no facebook, fiquei admirado com a coragem que ela teve de postar aquela foto. Quando a encontrei, na roda de amigos, comentei: “hum… e aquela foto tua hem?” e a pessoa ficou vermelha e pediu que eu fosse mais discreto. Discreto, eu? Acho que ela esqueceu que a foto dela estava disponível para ser vista pelo mundo todo. (Lol). Por isso, preze pela sua privacidade, a tela do computador pode parecer um escudo, mas, na verdade, é uma janela.

Veja se vale a pena ser compartilhado. Pense assim: o que quero dizer com isso? Qual a mensagem que eu desejo passar com essa foto? Um evangelizador deve ser inteligente! Mesmo um churrasco com os amigos pode dizer muito, poder ser evangelização. Um jovem normal que é cristão, que reza e que se diverte. Mas – só entre nós – o que vai acrescentar para alguém dizer que vou tomar banho agora? Ou atualizar o status dizendo que estou na missa se estou na praia?

  1. Dize-me quem tu segues e eu te direi que tu és!

O ditado conhecido, pode até ser controverso, mas nas redes sociais, cada compartilhamento e cada curtida falam muito de você. Quando curto algo estou dizendo para os outros que concordo, que “assino em baixo”, que gostei daquilo que estou vendo. Quando compartilho, estou servindo de amplificador para a mensagem que foi transmitida, ou seja, apoio.

Então, importante é prensar se aquilo que estou vendo – mesmo que eu tenha achado legal quando vi – realmente reflete os valores cristãos. Por exemplo, não nos convém curtir ou compartilhar determinados comentários racistas, preconceituosos, que agridem os valores da família e da vida, ou que geram revoltas ou incitam pecado nas pessoas.

  1. Discutir focado na verdade

Movidos pelo desejo de evangelizar, às vezes, esticamos discussões que não chegam em lugar algum. Sempre há uma gama de interpretações e pessoas que não tem interesse no conhecimento, só querem gerar polêmica e terminam relativizando tudo. O que acontece é que quanto mais polêmica, mais audiência, ou seja, estaremos ajudando a besteira a tomar proporções maiores.

Minha dica é: não responda a tudo, nem tudo merece resposta. Procure ver se realmente o argumento merece a sua resposta e se quem pergunta busca com sinceridade a verdade. Quando for responder duas coisas são fundamentais: coerência e sinceridade.

  1. Leve para o off-line

A evangelização começa na rede, mas é indispensável que ela se aprofunde através do contato pessoa a pessoa. Se a pessoa evangelizada tem oportunidade de fazer um caminho espiritual em uma paróquia ou uma comunidade, estimule. A regra é que o on-line nunca pode substituir o off-line, mas sempre complementá-lo. Então, podem-se criar grupos de oração e formação on-line, mas o convite a um grupo de oração, à Missa Dominical e aos sacramentos deve ser fortemente incentivado.

 

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