O penúltimo dia foi marcado pelo mar de pessoas que encheram a arena do Festival Halleluya. Do início ao fim das atrações principais, o público pulou, dançou, confraternizou e, claro, levantou muita poeira. Uma marca tradicional do sábado de Halleluya.
Tempo novo
A primeira atração foi a banda missionária da Comunidade Canção Nova, “Amor e Adoração’, que além das canções fizeram um momento emocionante de tributo ao Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade, que fez sua páscoa no ano passado.

De acordo com a vocalista Sarah Sabará, a páscoa do Monsenhor tem potencializado ao ministério o legado do sacerdote: “Nós estamos cantando canções novas para esta geração nova, mas com toda essência do Carisma”, completa.
Alegria que se potencializa na criatividade
Yuri Costa mais uma vez surpreende o público Halleluya. Além de cantor, ele é consagrado da Comunidade Shalom e, neste ano, foi o responsável pelos arranjos e o vocal do jingle. Sobre isso, ele afirma que foi um desafio, porém, foi muito bom, pois a proposta foi pensando nos 25 anos do Halleluya e tinha muita relação com o que ele já gostava de fazer, já que era uma cronologia com músicas desde o início: “Tentamos trazer o melhor, fiquei muito feliz com o convite“, explica.

E mais uma vez, o consagrado músico surpreendeu o público envolvendo a apresentação com a temática de futebol americano, também lançou um novo single que em breve estará nas plataformas.
Alegria que nunca acaba
Foi a noite do palco Alive receber Naldo José, o rei do piseiro mariano, com muito forró. O cantor missionário ainda trouxe para o palco a participações especiais das filhas, que também cantam e lhe auxiliam na missão de evangelizar com canções.

Naldo José é um amigo do Festival Halleluya e já esteve em diversas edições, em cada uma o público aumenta e participa com mais entusiasmo. Por vezes, o cantar usa melodias já conhecidas na música secular e traz uma roupagem católica e querigmática.
25 anos e contando
Fez parte da turnê dos 25 anos do Missionário Shalom a presença da banda no Festival Halleluya. Gustavo Osterno conta que se sente muito grato por fazer parte do MSH há tanto tempo, e por saber que este apostolado é um grande serviço de evangelização: “Mesmo antes de entrar no Missionário, há 14 anos, eu estava bebendo do Carisma a partir das músicas da Comunidade, celebrar esses 25 anos é fazer memória, é lembrar de cada rosto e das pessoas que passaram pelo MSH, agradecer e bendizer a Deus pela vida de cada um“, e complementa: “Aqui foram deixados os sofrimentos e as alegrias de muitos que fecundaram o palco e fecundam até hoje a nossa missão.

Já para Max, o mais novo vocalista da banda, que anteriormente era um dos backing vocal do MSH, é uma graça especial, pois uma das experiências que teve com Deus foi com uma canção interpretada pelo Missionários, que teve a alegria de cantar neste Halleluya: “Para mim, é uma grande alegria celebrar esses 25 anos relembrando outros irmãos e também a minha história.” Ele expôs que o tempo que mais o marcou foi quando ele conheceu a Comunidade Shalom e, na época, o MSH era composto pelo Padre Cristiano Pinheiro e Leozany Oliveira.
No palco com MSH estiveram antigos dançarinos e integrantes da banda, os feats foram com Rafael Morel e Ana Gabriela.
Assista ao show completo do MSH
Levanta poeira
Uma das tradições da última madrugada do Festival Halleluya é a participação do cantor e missionário, Cosme, que ‘pipoca’ a arena e levanta muita poeira. Ele foi a penúltima atração da noite. Com repertório repleto de clássicos eletrizantes, o cantor motivou um momento de oração, regado de muita alegria.

Outra novidade deste ano, foi a cantora de axé, Jake Trevisan, que foi responsável por finalizar a programação do dia, levantar mais poeira e amanhecer o domingo. Cantando clássicos da música católica, a cantora paulista se sentiu emocionada pela estreia e pela energia do público.