Irmãos e irmãs, eu realmente fui alcançada neste tempo de isolamento para retornar a Jesus e para um tempo forte de intercessão. Comecei meio perdida, sem saber o que fazer, depois de duas semanas do isolamento, Jesus me fez um convite à intercessão, a rezar por tantas e tantos filhos espirituais que Ele me deu como
celibatária.
Comecei a cada dia apresentar uma “lista de nomes a Jesus”, ao longo do dia (missa, adoração, terço mariano e terço da misericórdia), mandava para a maioria das pessoas que eu estava rezando por elas, e era surpreendida pelas partilhas de cada pessoa (pessoas que já não estavam mais na Comunidade e que ficavam “chocadas”, mas eu dizia que Jesus pediu e eu estava obedecendo). E a cada lista, surgia mais necessidades e intenções.
Eu comecei a ver e tocar nos milagres da intercessão. Um foi meu irmão Rodolfo, chegou um dia querendo tirar a vida, e eu pedi socorro, Jesus não dá mais, e ele começou a fazer um tratamento com psicóloga e psiquiatra (e sei que é a mão de Jesus). Um dia em uma adoração com padre Adler, ele disse “peça milagres para você ou para as pessoas que você sabe que precisa”, eu disse Jesus agora o Rodolfo precisa de um emprego para retomar a vida (e diante desta pandemia emprego não tava fácil), mas eu pedi, e assim que terminou a adoração, ligaram para ele para começar a trabalhar. Eu disse Jesus não posso parar de interceder e agradecer.
E outro milagre foi em uma sexta-feira na adoração, eu disse Jesus dia 03/06 é meu aniversário, eu quero ir à missa, dá um jeito, nem que eu peça ao Padre Hintz da Comunidade de Vida (missão Brasília). No grupo da Comunidade, saiu uma nota com o decreto de retorno das missas no dia 03/06 (claro com todos os cuidados).
O que quero deixar aqui é que Jesus não nos deixa sozinhos, e que essa pandemia vai acabar, mas que eu e você, que está tendo acesso a esse testemunho, não podemos parar. Existem muitas pandemias a vencer na intercessão (pandemias da indiferença, do rancor, do orgulho, da desesperança e outras). Eu tenho realmente tocado na experiência que, mesmo diante de tudo online, Jesus não para, e me pede cada vez mais. Eis me aqui, Meu Esposo.
Vânia Nunes
Consagrada da Comunidade de Aliança