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Com apoio público e privado, Halleluya impulsiona juventude e cultura no Rio

Acolhidos no primeiro dia do festival, representantes do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Três Corações destacam a importância do evento para a juventude, a economia criativa e a arte cristã.

comshalom
Foto: Divulgação

Durante a primeira noite do Halleluya Rio 2025, uma acolhida especial marcou o início da programação: os patrocinadores e apoiadores do festival foram recebidos com gratidão e afeto pela Comunidade Católica Shalom, que organiza o evento. Entre eles, estiveram presentes a Secretária Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Daniela Barros, e o Head Comercial da Três Corações, Manasses Almeida, que conversaram com exclusividade com o portal ComShalom.

O apoio de ambos representa não apenas um investimento financeiro, mas uma verdadeira unidade com a arte, com a juventude e com a esperança que ecoa em cada acorde do festival.

“Temos uma alegria enorme de patrocinar e apoiar esse evento através da lei de incentivo, com o apoio da empresa Três Corações”, declarou Daniela. Segundo a secretária, o Halleluya é exemplo de como os recursos públicos podem chegar com eficiência e beleza à diversidade cultural do Estado.

O festival, segundo ela, é um símbolo da pluralidade que deve estar presente nas políticas culturais:

“É um projeto que dialoga com tantos jovens, que dialoga com a cultura cristã… É de fato uma grande alegria”, afirmou.

Danielle Barros (ao centro) - Secretária de Cultura e economia criativa
                                               Danielle Barros (ao centro) – Secretária de Cultura e economia criativa – Foto/Fernanda

Fé que inspira: a arte que nasce da Igreja e transforma a cultura

Durante a entrevista, a secretária fez uma declaração que ressoou fortemente com o espírito do Halleluya:

“A Igreja é um celeiro de artes. Muitos músicos, atores e artistas nasceram no ambiente da fé. É lindo ver essa aproximação entre o poder público, a arte e a Igreja”.

Daniela destacou a importância de enxergar a arte cristã como uma força viva da economia criativa e da formação humana.“Quando um músico famoso conta sua origem, quase sempre há uma Igreja, uma comunidade de fé. E o Estado deve se orgulhar de apoiar isso”, declarou.

Ao caminhar pelo Terreirão do Samba, Daniela ficou impressionada com a presença de empreendedores locais. “Vi pessoas vendendo blusas, lanches, artigos de fé… Isso é cultura, isso é economia girando”, celebrou.

Segundo ela, eventos como o Halleluya fortalecem a noção de que a cultura gera emprego e dignidade.“Quem trabalha com cultura também tem boletos para pagar. E ver esse evento de pé, atingindo todos os públicos, é a certeza de que estamos no caminho certo.”

Uma empresa com alma: Três Corações e o “Ide” que se vive com os pés no chão

Presente há quatro edições no Halleluya Rio, a empresa Três Corações é mais que patrocinadora: é parceira da missão. O Head Comercial, Manasses Almeida, destacou que a essência da marca é estar próxima das pessoas.

“Agradeço ao Halleluya por nos acolher. Para a Três Corações, é fundamental estar onde o povo está — e especialmente onde o povo encontra Deus.”

Manasses, que também é cristão, expressou a alegria pessoal e institucional de contribuir com a evangelização através da cultura:

“O Halleluya nos ajuda a viver o ‘Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho’. Estar aqui é tocar os jovens com uma mensagem de fé, vida e amor.”

                                                      Manasses Almeida, Head Comercial da Três Corações – Foto/Fernanda

Esperança que contagia: patrocinadores também fazem parte dessa festa que nunca acaba

O Festival Halleluya Rio 2025 é um espaço onde fé, cultura e missão se encontram em comunhão. Graças à parceria com a Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa e à empresa Três Corações, a esperança ganha ainda mais vozes, cores e ritmos.

E como bem definiu a Secretária Daniela Barros:

“A arte é plural e é para todo mundo. E o Halleluya é prova viva disso.”


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